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Uma Breve História das Raças / A Short History of the Races (4)

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Posteriores migrações camitas para a América e a Austrália

Further Hamitic migrations to America and Australia

A onda migratória cuxita para o sul da Índia e a sinéia para a China seguiram cada qual o seu curso para outros continentes.

The Kushite migratory wave to India’s South and the Sinite to China followed, both of them, their path to other continents.

Os cuxitas não se detiveram na Índia. Eles seguiram rumando em maciça concentração pelo Sul da Ásia, pela linha do Oceano Índico, onde invadiram a Oceania através de acessos naturais: o estreito de Malacca no Golfo da Tailândia e o estreito de Torres na Austrália. A presença dos aborígenes na Australia, de inconfundível aparência etíope (cuxita), é assim explicada. Como todo o Sul da Ásia veio a ser tomado pelo sineus, fato evidente em nossos dias, é lícito imaginar que os cuxitas tenham sido expelidos com alguma violência para a Oceania. Eles foram empurrados para lá, não sem antes deixarem marcas de uma miscegenação racial: os asiáticos de pele mais escura que os da Ásia central. Entre os asiáticos mais próximos aos cuxitas, estão os dravidianos, os malaios, os vietnamitas, etc.

Kushites didn’t detain themselves in India. They got driven in mass concentration by South of Asia, following the Indic line, where they invaded Oceania through natural accesses: the Malacca’s Strait and the Torres’ Strait in Australia. The presence of Aboriginals with their unmistakably Ethiopian faces (like Kushites), it’s explained by that manner. As the whole Asia’s came to be taken by the Sinites, a blatant fact nowadays, it’s licit to suppose that Kushites had been expelled by violence to Oceania. They were pulled out from there, but before it, they left marks of a racial mixing: Asians with a darker skin than the ones of Central Asia. Among Asians closer to Kushites are Dravidians, Malaysians, Vietnameses, etc.

Por seu turno, os sineus se expandiram para a Sibéria, e da Sibéria para a América, através de acessos naturais — o estreito e as ilhas Aleutas — no Mar de Bering. O fenotipo dos esquimós russos e americanos são ilustrativos dessa migração. Eles foram seguidos por outros nômades camitas, com quem se miscigenaram, e foram construindo diversas civilizações principalmente próximas ao Pacifico. Desde os Anasazi na América do Norte aos Incas na America do Sul, os migrantes camitas organizaram as suas sociedades próximas aos litorais, a partir do Norte até o Sul, conforme esse padrão. Isso é muito natural, posto que o acesso da Sibéria à America conduz mais proximamente ao Pacífico.

By their turn, Sinites expanded up to Siberia, and from Siberia to America, through natural accesses — the Strait and the Aleutian Islands — in Bering Sea. The Eskimos’ phenotype in Russia and North America are very illustrative of that migration. They were followed by other Hamitic Nomads, with who they mixed up and built many civilizations, mainly near to Pacific. Since Anasazi in North America to Incas in South America, Hamitic migrants organized their societies near to the coasts, from North to South, following that standard. It’s very natural, because the Siberia’s access to America leads nearer to Pacific.

Ainda que os sineus estejam bem estabelecidos na Ásia, os sinais de sua migração ao Continente Americano são verificáveis pelos fenotipos de vários povos chamados incorretamente de nativos americanos[1]. Como exemplo, os bolivianos indígenas conservam muitas similitudes com os esquimós do extremo norte da América. Porém, porquanto aos semitas foi dada a Ásia para que se assentassem, a miscigenação racial deu aos asiáticos camitas uma pele mais clara e traços físicos mais próximos aos caucasianos. Isso contrasta levemente com o ocorrido em toda a América, devido à presença camita muito mais forte e consistente. Apesar disso, os traços tradicionalmente asiáticos estão presentes com uma clareza razoável nos “nativos” americanos.

In spite of Sinites are well established in Asia, the signs of their migration to American Continent are visible by the phenotypes of many people called American natives incorrectly[1]. For example, indigenous Bolivians keep many similarities with Eskimos of the endmost North America. However, since to Semites were given Asia on behalf of their settlement, the racial mixing gave to Hamitic Asians a lighter skin and physical traits nearer to Caucasians. It’s contrasting smoothly with the occurred in entire America, due to Hamitic presence in a stronger and more consistent way. Even so, the traditional traits of Asians are presented with a notable clarity in American “natives”.

O surgimento de distintos fenotipos raciais

The rise of the distinct racial phenotypes

E após alguns dias, o meu filho Metusalém tomou uma filha para o seu filho Lameque e ela engravidou dele e concebeu um filho. E o seu corpo era branco como a neve e rosado como o florescer de uma rosa e os seus longos membros eram brancos como lã e os seus olhos eram lindos. E quando ele abriu os olhos, ele iluminou a casa inteira como o Sol, e a casa inteira brilhou muito.

… e os seus olhos são como raios do Sol.
Fragmentos do Livro de Noé, Cap. CVI


And after some days my son Methuselah took a wife for his son Lamech, and she became pregnant by him and bore a son. And his body was white as snow and red as the blooming of a rose, and the hair of his head and his long locks were white as wool, and his eyes beautiful. And when he opened his eyes, he lighted up the whole house like the sun, and the whole house was very bright.

… and his eyes are as the rays of the sun
Fragment of Noah’s Book, Cap. CVI

Adão, Sete, Noé e os seus três filhos eram todos brancos. A Tradição é constante e clara quanto a esse fato. Ela acrescenta que Davi, Salomão, a Virgem Maria e Cristo, todos eram brancos, com olhos claros e de aspecto nórdico. Daí uma pergunta se põe: porque a humanidade possui uma variedade racial tão grande, já que ela advém de um tronco exclusivamente branco e caucasiano?

Adam, Seven, Noah and his three children were all whites. The Tradition is constant and clear on it. It adds that David, Solomon, the Virgin Mary and Christ, everyone of them were white, with light eyes and of nordic appearance. Hence a question is put: why does mankind have a so big racial diversity, although he came from a single stem which is exclusively white and Caucasian?

A humanidade possui quatro raças-raízes, uma das quais é meio-humana, híbrida de anjos renegados e está atualmente extinta. Três raças são plenamente humanas: a Caucasóide, a Negróide e a Mongolóide. E a quarta raça, semi-humana e extinta, é a raça Néfilim. As raças Néfilim e a Caucasóide recebem uma atenção notavelmente ampla na Tradição Cristã. A origem e o caminho de ambas as raças estão muito bem detalhados e estabelecidos. Por outro lado, a Tradição dá poucas informações sobre as raças Negróide e Mongolóide, deixando em mistério o propósito divino e a origem delas.

The mankind has four racial roots, one of them is half-human, hybrid of rogue angels, and he is actually extinct. Three of them are fully humans: the Caucasoid, the Negroid and the Mongoloid. The fourth race, half-human and extinct, is the Nephilim race. The Nephilim and Caucasoid races receive a very wide attention from the Tradition. The origin and the life’s path of them both are very detailed and established. On the other hand, the Tradition gives very little informations about Negroid and Mongoloid races. It left them under a mystery on their origin and divine purpose.

O que se sabe das raças Negróide e Mongolóide é quem são os Patriarcas delas. Elas são filhas de um mesmo ancestral, Cão. A linhagem Negróide vem de Cuxe e a Mongolóide de Sin, ambos filhos de Cão. Além do mais, houve na história pós-diluviana um ressurgimento efêmero da raça Néfilim, que foi a virtual responsável pela desgraça do Dilúvio. Os Néfilins ressurgiram a partir da descendência de Canaã, e a repetição da maldade ante-diluviana deles fez Deus extirpá-los[2] da face da Terra, por uma segunda vez. Todas as variações raciais fundamentais vieram a partir dos filhos de Cão, o que não pode ser uma coincidência.

What it is known about Negroid and Mongoloid races is who are their Patriarch. They’re daughters of a same ancestor, Ham. The Negroid lineage came from Kush and Mongoloid from Sin, both of them are Ham’s sons. Moreover, it occurred at the post-diluvian’s age an ephemeral resurgence of Nephilim race, who was the most important cause of the disgrace of the Deluge. The Nephilins resurrected from Canaan’s lineage. The repetition of their ante-diluvian wickedness did God to exterminate them over the Earth[2], by a second time. Every basic racial variation came from Ham’s sons. It can not be a coincidence.

Dessa forma sabe-se de onde as variações Negróide e Mongolóide vem. Mas não se sabe nem como e nem o porquê[3], embora seja possível fazer algumas elucubrações a respeito.

Thus is known from where Negroid and Mongoloid variations came. But is unknown how and why either[3], although it’s possible to do some considerations regarding to this.

O surgimento repentino de certas características genéticas não é estranho à ciência[4]. Existem diversos fenômenos físicos e parafísicos reportados e catalogados que provocam mutações genéticas. Contudo, a ciência ainda não consegue estabelecer ela própria um processo artificial que resulte uma alteração genética ampla e construtiva. Ela só conhece a fundo os processos de mutação destrutiva, que resultam em perda de informação genética, doenças hereditárias diversas com danos em tecidos orgânicos e retardo mental.

The sudden rise of certain genetic patterns isn’t strange to the science[4]. There are many physical and paranormal phenomenas which are reported and catalogued which provoked some genetic mutations. Nevertheless, the science still didn’t get to establish a artificial process, which might result in a genetic alterations of wide and constructive way. It just knows deeply the processes of destructive mutations, which result in losses of genetic informations, many sicknesses inherited, injuries to the organic tissues and mental retardment.

A hipotética mutação genética da linhagem camita, originalmente Caucasóide, em Negróide e Mongolóide, seria obviamente construtiva. Porque ambas as raças constituem uma nova variedade humana, funcionam biologicamente bem, são otimizadas para as capacidades que estão predestinadas a exercerem, e guardam uma notável simetria física. Se esse é o caso, está evidente que a mutação foi intencional e dirigida.

The hypothetical genetic mutation of Hamitic lineage, originally Caucasoid to Negroid and Mongoloid, would be obviously constructive. Because both of races are a new human variety, they work biologically fine, are are optimized for the capacities that they’re predestinated to exercise, and they keep a notable physical symmetry. if it’s the case, it’s blatant that the mutation was wanted and driven.

O precedente bíblico de uma mutação dirigida para um fim específico é a que afetou o homicida Cain. Deus pôs-lhe um sinal biológico e visível para que o seu assassinato não fosse vingado da mesma forma cruenta. A mutação de Cain, que não negou-lhe a condição de humano, serviu-lhe como um memorial aos seus atos violentos. De forma similar, os sineus, os cananeus e os cuxitas haviam empreendido uma expansão migratória ilegítima e agressiva para fora da África às custas de vítimas semitas e jafetitas. Um sinal biológico para cada povo, conforme a linhagem, as circunstâncias de seus atos e os locais usurpados, que hipoteticamente servisse como um memorial irreformável à violência ancestral, sem negar-lhes a condição de humanos, não seria nada senão a aposição de um precedente divino. É absolutamente desnecessário mencionar a completa inocência dos descendentes desses povos e beneficiários dessas migrações. Porém a genética é absolutamente impessoal. Ela não julga, não vê, não pondera, etc.

The biblical precedent of a driven mutation with a motivation is the one which had affected the murderous Cain. God put on him a biological and visible sign, in order to his murder wasn’t revenged in a same bloody way. The mutation over Cain didn’t deny his human condition. It served as a memorial to his violent act. In a similar way, Sinites, Canaanites and Kushites had engaged in an aggressive and illegitimate migratory expansion outside Africa, at the expenses of Semitic and Japhetic victims. A biological sign for each people, according to their lineages, the circumstances of their acts and the sites usurped, which hypothetically had been useful as an irreformable memorial to the ancestral violence, that didn’t deny to them the human condition, would be nothing, but an apposition of a divine precedent. It’s absolutely unnecessary to mention the complete guiltlessness of the descendants of these people, even if they’re beneficiaries of these migrations. But the genetics is impersonal. It doesn’t judge, doesn’t see, doesn’t think, etc.

Uma conclusão apressada e equivocada dessas suposições é pejorar que as raças Negróide e Mongolóide são meras contingências. Isso ignora a natureza de Deus.

A precipitated and misread conclusion from these suppositions is to traduce, by saying that Negroid and Mongoloid races are merely contingencies. It ignores the God’s nature.

Para efeito de comparação, o Senhor considerou rebeldia que Israel pedisse um rei, embora houvessem reis mesmo antes do Dilúvio. O Senhor autorizou que Israel tivesse um rei, apesar das dificuldades que viriam. Esse fato poderia apressadamente ser interpretado como uma mera contingência. Mas Cristo veio de sangue real. Como estava predestinado desde a eternidade que Ele Se encarnaria por uma Santíssima e Virgem Mãe israelita (e não judia, como erradamente pensam alguns), é óbvio que a Monarquia Israelita não foi contingencial para Deus.

For comparison, the Lord considered felony that Israel asked for a king, though there were kings even before the Deluge. The Lord allowed that Israel had a king, in spite of the difficulties that would come. This might be understood as a mere contingency. But Christ came from a regal blood. Because He was predestinated since the eternity to be incarnated through a Virgin Mother and Israelite (and not Jewish as someones think wrongly), it’s obvious that Israel’s Monarchy was not a contingency to God.

Existe um limite imposto pela Natureza, pela linguagem humana e pela quantidade de informações disponíveis, para a compreensão do Ser Trino de Deus e de Seus objetivos. Não é possível dar respostas para todos os fatos e perguntas. Mas seja qual for o motivo e o meio pelo qual o Senhor criou ou autorizou a existência de raças não-Caucasianas, eles são repletos de racionalidade e divinos propósitos. Elas não são contingências, porque o caráter de Deus é imutável e eterno. Elas estavam em Sua mente desde a eternidade, Ele nunca Se desviou do propósito de criá-las a dar a elas consequências eternas. Entretanto, tal como o Apóstolo São Paulo foi chamado por Deus tardiamente e Eva foi criada tardiamente, as raças Negróide e Mongolóide vieram tardiamente[5]. Ser tardio, neste caso, não é um demérito. O mais é apenas suposições e hipóteses lançadas ao ar.

There is a limit imposed by Nature, by human language and by amount of released informations, for an proper understanding on the Triune Being of God and His goals. It isn’t possible to give answers to every facts and questions. But, whatever be the motif and the mean thereby God created or authorized the existence of non-Caucasian races, they are filled by divine purposes and rationality. They aren’t contingents, because the God’s character is immutable and eternal. They were in His mind since ever, He never deviated Himself from the purpose to create them and to give them eternal consequences. However, such as the Apostle St. Paul was called by God lately and Eve was created lately, Negroid and Mongoloid races came lately[5]. Being late, in this case, it isn’t a demerit. The beyond is just suppositions and hypotheses thrown into the wind.

O progresso da Humanidade e a indefectibilidade da raça euro-eslava

On the progress of the Manhood and the indefectibility of Euro-Slavic race

Os ativistas pró-brancos não estão exagerando quando dizem que a raça Indo-Européia está sofrendo um genocídio silencioso através da moderna imigração global. Os principais carrascos dessa raça foram: a Grã-Bretanha nas suas guerras coloniais, a guerra civil americana, as guerras da Contra-Reforma, o Comunismo das minorias étnicas da Rússia contra os eslavos brancos, e as guerras do Nazi-Fascismo. Todas essas guerras e revoluções mataram os brancos em escala industrial, aos milhões. Mas a guerra não é o único meio de fazer nações inteiras desaparecerem. A miscigenação também é um meio, como esses ativistas atestam, embora incruento e lento.

The pro-White activists aren’t exaggerating by saying that the Indo-European race is suffering a quiet genocide through of the modern worldwide migration. The cruelest tormentors of this race were: Great Britain and her colonial wars, the American Civil War, the Counter-Reform’s wars, the Communism of the ethnical minorities of Russia against the White Slavs, and the wars of the Nazi-Fascism. All these wars and revolutions killed the Whites in an industrial scale, at millions. But the war isn’t the only mean thereby entire nations disappear. The miscegenation also is a mean, as these activists claim, though bloodless and slower.

A raça branca havia se extinguido na Ásia fora da Rússia. Ela foi expulsa do Egito ou absorvida por eles. Ela não prosperou na América pré-Colombiana. Os poucos que montaram assentamentos no continente, provavelmente os jafetitas oriundos da Sibéria (ex.: os ancestrais do povo Ainu), foram absorvidos pelos camitas. Ela foi minorada na Cítia e na Pártia pelos Mongóis. Milhões de brancos israelitas foram absorvidos pelos caldeus e pelos assírios e depois exterminados pelo Império Romano. Todas essas tragédias aconteceram ao longo da História, muitas vezes de forma pacífica e silenciosa. Portanto, a extinção da raça branca em certos locais é uma simples questão de fato. Esses ativistas tem razão, à parte de suas supostas intenções de dolo racista. Racistas ou não, supremacistas ou não, maliciosos ou não, a possibilidade de extinção da raça branca pela miscigenação é muito fatual e concreta, e possui vários precedentes.

The white race had been extinguished in Asia outside Russia. It was expelled from Egypt or absorbed by him. It didn’t get to prosper in pre-Colombian America. The few who settled there, probably Japhetics originated from Siberia (for example, the ancestors of Ainu people), were absorbed by Hamitics. It was severely reduced in Scythia and Parthia by Mongols. Millions of White Israelites were absorbed by Chaldeans and by the Assyrians, and thenceforth they were exterminated by Roman Empire. All these tragedies happened throughout history. Several times in a pacific way. Therefore, the extinction of the White race in some places is a simple factual issue. These activists are right, in spite of their alleged malicious intentions of racism. Racists or not, supremacists or not, malicious or not, the possibility of the extinction of the White race by miscegenation is very factual and concrete. It has many precedents.

Contudo, entre a possibilidade e a efetividade existe um abismo de diferença. Os cristãos pós-milenistas como eu, possuem o encargo de explicar como se pode dizer que a Humanidade está progredindo, conforme as nossas interpretações teológicas, a despeito de tantas guerras, doenças, heresias e sofrimentos. Porém, ela de fato avançou, basta para constatar isso ver a História como um todo e não em períodos específicos. A raça branca passou por eventos de extinção em massa, como as guerras dos Néfilins e o Dilúvio, e sobreviveu. A despeito dos problemas históricos da raça, ela nunca mais houve uma tragédia similar em tamanha magnitude. A raça branca também abandonou as religiões pagãs que ela praticava continuamente por milhares de anos. Nunca houve uma mudança cultural tão radical de algo tão firmemente enraizado em tão pouco tempo. Foram necessários apenas três séculos, contados a partir a ressurreição do nosso Senhor, para a transformação de uma crença que persistiu por milênios.

However, between the possibility and the effectivity there is an abyss of difference. The Post-millennialists Christians like me, have the onus to explain how it’s possible to say that the humanity is progressing, according to our theological interpretations, notwithstanding all wars, sicknesses, heresies and sufferings. But she has advanced indeed. It’s sufficed to prove it by seeing the History entirely, instead of punctual periods. The white race underwent mass extinction events, as the wars of the Nephilim race and by the Deluge. She survived and despite her historical issues, she never underwent a similar event in magnitude. The white race abandoned the pagan religions she had practiced continuously for millennials. Never there was a cultural change so radical on something so firmly rooted so fast. Just three centuries, counted from resurrection of our Lord, were necessary for the transformation of a belief that had persisted throughout millennials.

O comportamento da raça branca perante a fé que ela recebeu de Cristo, tem sido mais constante do que o proceder de seus ancestrais de parte semítica, os israelitas. Ao contrário das diatribes mentirosas dos neo-nazistas de nosso tempo, os israelitas construíram uma civilização própria, riquíssima e mundialmente famosa durante o reinado davídico. Mas eles nunca foram coerentes e constantes para com o nosso Deus. Uma geração era pia, e a seguida não. E às vezes a apostasia pagã dos israelitas durava séculos, o que fazia o nosso Senhor Santíssimo se irar a ponto de destruí-los com uma imensa e declarada satisfação. O nosso Deus Trino é um Ser rigoroso, Ele não tem piedade em destruir quando os frutos do mal estão maduros e quando o Nome dEle está em causa. Jerusalém, o centro civilizacional de Israel, foi devastada duas vezes a ponto de virar virtualmente um deserto. E quando ela não era completamente desolada, ela padecia a fome e a opressão estrangeira como um castigo pela apostasia. Não há como construir uma civilização quando não há estabilidade institucional.

The behavior of the white race before the faith she received from Christ, has been more constant than the attitudes of her ancestors of Semitic side, to wit, the Israelites. On the contrary of the false diatribes which are spoken by Neo-Nazi of our times, Israelites built their own civilization, a very wealthy one and worldwide famous during the Davidic Kingdom. But they never were coherent and constant for our God. One generation was pious, the following one not. Sometimes the pagan apostasy of the Israelites persisted centuries. It provoked the anger of our Most Holy God, in a way He destroyed them with a huge and manifest satisfaction. The our Triune Lord is a rigorous Being. He has no piety to destroy when the evil fruits are matured and when His name is concerned. Jerusalem, the civilizational center of Israel was destroyed twice of a manner she had turned virtually a desert. When she was not completely desolated, she suffered the hunger and foreign oppression as a chastisement for the apostasy. There is no way to construct a civilization without an institutional stability.

A atitude da raça branca para com o seu Deus melhorou, não porque as heresias e as apostasias sumiram. Mas porque, ao contrário do passado remoto, a religião verdadeira não mais desaparece a ponto do nosso Senhor ter que enviar profetas e videntes com sinais e milagres para que ela seja resgatada de novo e de novo. Hoje ainda há inúmeras heresias e apostasias. Mas a religião verdadeira, a Santa Igreja Ortodoxa, nunca desapareceu. Ela sempre esteve de pé, com a sua ortodoxia brilhando no mundo, como uma porta de saída para os surtos recorrentes de heresias. Os sínodos ortodoxos regulares e os Santos Concílios Ecumênicos deram à religião uma estabilidade inédita na História da Humanidade. Eles efetivamente substituíram os profetas e os videntes.

The attitude of the white race for his God got better. Not because the heresies and the apostasies disappeared, of course they don’t. But in contrast to the remote past, the true religion doesn’t disappear at the point whereby our Lord has to send seers and prophets with signs and wonders to rescue her again and again. Nowadays there is uncountable heresies and apostasies. But the true religion, the Holy Orthodox Church, never disappeared. She always was standing on her feet. Her orthodoxy always was shinning in the world, as an exit’s door against the recurrent outbreaks of heresies. The Orthodox’s regular synods and the Holy Ecumenical Councils gave to the religion an unprecedented stability in the mankind’s history. These means effectively replaced the prophets and the seers.

Até mesmo o caráter das heresias mudou. No passado, o povo de Deus caía, com uma recorrência monótona, num paganismo aberto. A queda constituía uma negação pública tão grave e completa do nosso Deus, que os apóstatas chegavam a oferecer sacrifícios humanos à personagens mitológicos e fálicos. As heresias que a raça branca produz atualmente, com a exceção do efêmero paganismo nazista (porque Hitler foi religiosamente adorado como um cristo por alguns de seus asseclas), são heresias com uma roupagem cristã. O papismo é cristão, o protestantismo é cristão, o evangelicalismo é cristão, etc. Na primavera da Igreja, as heresias cristãs eram mais ofensivas à honra do nossa Santíssima Trindade. Mas a gravidade da ofensa se devia mais ao fato da Igreja estar na infância, quando os dogmas não eram muito claros e consensuais para o povo, do que ao estado espiritual dos hereges. Ainda assim, as heresias eram nominalmente cristãs relativos a dogmas cristológicos que até hoje são de difícil compreensão (ex.: as heresias do modalismo, do monotelismo, do arianismo, etc.).

Even the character of the heresies have changed. In the past, the God’s people fell into an open paganism with a monotonous recurrence. The fall was a public negation so severe and complete of our God that the apostates reached to offer human sacrifices to mythologic and phallic characters. The heresies that the white race now does, with the exception of the ephemeral Nazi paganism (because Hitler was religiously worshiped like a god by some of his minions), are heresies with a Christian costume. The Papism is Christian, the Protestantism is Christian, the Evangelicalism is Christian, etc. At the Church’s spring, the heresies were more offensive to the honor of our Most Holy Trinity. But the gravity of this offenses was due more to the infancy of the Church, when the dogmas were not much clear and consensual to the people, than the spiritual conditions of the heretics. Even so, the heresies were nominally Christians and related to Christological dogmas which until today are hard to understand (ex.: the heresies of the Modalism, Monotheletism, Arianism, etc).

Os nossos dias são dias de decadência ocidental. E por que no Ocidente? Porque o Ocidente é fruto do romanismo e de seu filho bastardo, o protestantismo. O romanismo caiu muito, depois de abandonar a Ortodoxia. Ele tem sofrido uma quantidade espantosa de cismas — múltiplos desdobramentos cismáticos são típicos de movimentos heréticos — e fez da liturgia bizantina uma mera conveniência, uma isca para os uniatas. Esses dois sinais, à parte de qualquer consideração teológica, são testemunhos claros de que Roma se perdeu.

Our days are days of Western decadency. And why in West? Because West is the fruit of Romanism and his bastard child, the Protestantism. The Romanism fell very much, after she had abandoned the Orthodoxy. She has suffered an astounding amount of schisms — multiple schismatic deployments are very symptomatic of heretical movements — and she did of the Byzantine liturgy a mere convenience, a lure to the Unias. These two signs, apart of any theological considerations, are the strongest testimonies on how Rome got lost.

Uma vez que os maus frutos das igrejas ocidentais estejam amadurecidos, a genitora do Ocidente e o seus filhos precisarão perder — como já está acontecendo aceleradamente — a sua influência mundial, para que uma religião sã e ortodoxa possa florescer neste Hemisfério. Isso não pode surpreender o cristão: se tudo o que as igrejas ocidentais conseguem pensar refere-se aos cultos de auto-sugestão hipnótica, aos protestos em prol de paliativos socialistas, à busca avarenta de dinheiro, etc., elas se tornaram absolutamente incapazes de qualquer função civilizadora. Elas caíram da Árvore da Vida e devem ser substituídas por outros frutos mais dignos e livres desse materialismo grosseiro.

Once the bad fruits of Western Churches are matured, the West’s genitor and her children, will need to lose — as it has happened already rapidly — their worldwide influence for the flowering of a healthy and orthodox religion in this Hemisphere. It can not catch the Christian unwarned: if all what Western Churches get to think is about the cults with self hypnotic suggestion, the protests on behalf of palliatives of the socialism, the miser quest for money, etc., they became absolutely incapable of any civilizational function. They fell from the Tree of the Life and must be replaced by other fruits worthier and freer from this gross materialism.

A decadência moral precede a queda e a queda o renascimento. Porém, o quão lenta e dolorosa será essa queda do Ocidente, não se sabe. A história das heresias mostra que elas demoram séculos para desaparecer. A existência atual de algumas Igrejas Orientais excomungadas pelos Concílios Ecumênicos também mostra que algumas heresias não desaparecem nem em mil anos. Há algum um risco do Ocidente cristão desaparecer. Mas é remotíssimo, porque Roma está de pé até hoje, muitíssimo vacilante, totalmente descaracterizada, e insegura de si mesma. Contudo, ainda está de pé, embora não se saiba se ela continuará assim. Por enquanto, a permanência dela é um forte indício de que Deus tem planos muito belos e específicos para ela, planos de uma larga e firme restauração.

The moral decay precedes the fall and the fall, the renascence. But, how slowly and hurtfully will be the fall of the West, it isn’t known. The history of the heresies shows that they took centuries to go away. The actual existence of some Eastern Churches that were excommunicated by the Holy Ecumenical Councils also shows that certain heresies don’t disappear not even in one thousand years. There is some risk of the disappearance of Western Christianity. But it’s very remote, because Rome is still standing up. She is very faltering, totally deformed, and insecure on herself. But, she is standing up, although it’s unknown if she will remain so. For while, her permanency is a strong evidence of that God has beautiful plans, specifically for her. Plans about a large and firm restoration.

Porque o Ocidente está caindo, o progresso científico está estagnado em relação ao rápido e imenso avanço material do século XVII ao XIX. As ciências mundanas estão abarrotadas de mentiras e falsidades, como é típico do herético Ocidente. Entre as mentiras mais famosas e descaradas estão o heliocentrismo, o naturalismo, a relatividade, o darwinismo, o antropocentrismo evolucionista e socialista, etc. Pelo menos a ciência mundana é compartimentada. Ainda que algumas disciplinas caiam em mentiras, outras seguem avançando porque elas não as praticam, como a Medicina e a Engenharia. Elas tem gerado um imenso conforto à raça branca, sem precedentes históricos nos tempos pós-diluvianos. Elas poderiam avançar mais amplamente e mais rápido, na trilha deixada por homens como Nikola Tesla e Michael Faraday, se essas mentiras vergonhosas não tivessem lugar na ciência.

Since West is falling, the scientific progress is stagnated in relation to the fast and immense material advance of the century 17th at the 19th. The secular sciences are filled by lies and falsehoods, it’s typical of the heretical West. Amongst the most famous and shameless lies are: the heliocentricity, the naturalism, the darwinism, the evolutionary and socialist anthropocentrism, the relativity, etc. At least, the secular science is compartmented. Although some disciplines have fallen in lies, others continue to advance because they don’t practice these ideas, for example: the Medicine and the Engineering. They have generated a large comfort for the White race, unprecedented in post-diluvian times. They could advance wider and faster, in the path left by men like Nikola Tesla and Michael Faraday, if these shameless lies had no taken their place in science.

Todas essas coisas mostram que a história da raça branca tem avançado a despeito das crises episódicas. Ela poderia assegurar um avanço maior, se ela voltasse a se amar patrioticamente, se ela proibisse o aborto e o divórcio, se ela criminalizasse a prostituição, o adultério e a pornografia, etc. Essas medidas restabeleceriam a justiça, protegeriam as mulheres da luxúria masculina e aumentariam a natalidade da raça. Entretanto, de todos os avanços que ela experimentou, o progresso material tem sido o mais lento e difícil. Não houve nenhum progresso material importante desde a morte de Noé a Cristo, quando o paganismo grassava. Mas, após a Igreja ter amadurecido no final do primeiro milênio cristão, os avanços floresceram um pouco mais. Eles ainda ocorrem muito lentamente e timidamente, porque a expectativa de vida não aumentou significativamente da Antiguidade para cá. A Tradição prevê que ela multiplicar-se-á em enorme magnitude antes da vinda gloriosa do nosso Senhor. Mas ela só será sentida após a Humanidade abandonar as mentiras e abraçar a verdade ortodoxa. Esse processo deve começar pela raça branca que sempre teve precedência nos oráculos de Deus. Ainda assim, o aumento da expectativa será muito gradual.

All these things show that the history of the White race has advanced notwithstanding the episodic crises. She might endure a better advance, if she turned back to love herself patriotically again, if she prohibited the abortion and the divorce, if she criminalized the prostitution, the adultery and the pornography, etc. These measures could reestablish the justice, protect the women from male luxury and boost the race’s natality. However, among all advances that she has experienced, the material progress has been the hardest and the slowest. There was no relevant material advance since Noah’s death at the Christ’s advent, period whence the paganism was rampant. After the maturity of the Church at the end of first millennium, the advances flourished a little more. They still are occurring slowly and timidly, because the life expectancy doesn’t have increased so significantly from Ancient times till nowadays. The Tradition predicts that it will have a dramatic boost in magnitude before the glorious coming of our Lord. But it will only be felt if the mankind abandons these lies and embraces the orthodox truth. This process shall be begun by the White race, that always had the precedence in the God’s oracles. Even so, the increase of the life expectancy will be very gradual.



Jesus

A história mostra que a raça branca é uma verdadeira sobrevivente. Nada pôde exterminá-la, embora ela tenha sumido em alguns lugares. Porém, ela tem recuperado alguns deles graças às ações do imperialismo europeu. E não poderia ser diferente, porque os oráculos de Deus foram confiados a ela, para que ela ensinasse à sua descendência e assim abençoasse as outras raças e famílias da Terra. Entre ela e Cristo, (que pela Tradição é descrito como um homem loiro e de olhos azuis tal como os nórdicos, o que permite supor que eles seriam semitas[6]), há uma clara identificação racial. Por isso, ela não pode ser derrotada ou destruída, porque Cristo não pode negar a Si mesmo, embora ela sofra dolorosas correções aqui e acolá como qualquer filha de Deus.

The history show that the White race is truly a survivor. Nothing was capable to exterminate her, although she was ripped off from some places. She has retrieved some lost places, due to the deeds of European imperialism. It can not be different, because the oracles of God were trusted to her, wherefore she could teach her offspring and thereby to bless the other races and families upon the Earth. Between her and Christ, (Who is portrayed by the Tradition as a blond and blue-eye man, similar to Nordics, allowing to suppose that they might be Semitics[6]), there is clearly a racial identification. Hence she can not be defeated or destroyed. Christ can not deny Himself. But she suffers one or another painful correction, as God does with any of His daughters.



Maria / Mary

O futuro deverá reverter as conquistas migratórias que os camitas lograram fora da África. Porque a Ásia pertence aos semitas; a Europa, a América e a Oceania pertencem aos jafetitas[7], além de estar previsto que os jafetitas venham morar com os semitas. Quando e como isso será feito, não se sabe. Não há dúvida de que após o Juízo Final, essa distorção demográfica e geopolítica introduzida pelos camitas já estará corrigida. É provável que o recuo camita se dê antes da Vinda do Senhor, porque o Testemunho dos Doze Patriarcas, um livro canonicamente apócrifo e parte da Tradição, profetiza que a semente camita sofrerá uma amarga derrota mundial em vingança a Sem. Essa derrota implicará no fim de todas as guerras e num tempo gozo da Humanidade num período anterior à ressurreição geral dos mortos.

The future shall revert the migratory conquests that Hamitics got outside Africa. Because Asian belongs to Semitics and Europe, America and Oceania belongs to Japhetics[7]. Moreover, it’s predicted that Japhetics will live with Semitics. When and how these things will be made, it’s unknown. There is no doubt that thereafter the Doomsday this demographical and geopolitical distortion which was produced by Hamitics will be fixed already. It’s very likely that the correction come before of the Second Coming of Christ, because the Testament of the Twelve Patriarchs states that the Hamitic’s offspring will suffer in a future a worldwide defeat in revenge to Shem. This defeat will put an end to all wars and will inaugurate an enjoyment’s time for Humanity in a period prior to the general resurrection of the death.

Notas

Footnotes

  1. A Tradição Cristã não reconhece e não admite o conceito de povos nativos, mas ensina o conceito de povos legatários, conforme já discutido nos artigos anteriores. Além do mais, dizer que os camitas são os nativos da América e da Oceania não corresponde à realidade. Existem indícios diversos de uma civilização caucasiana tão ou mais antiga que a camita em ambos os continentes, a América e a Oceania. Evidentemente, por razões políticas e econômicas de certos grupos étnicos de pressão, essas descobertas não são muito propaladas.

    The Christian Tradition doesn’t recognize and doesn’t accept the concept of native people, but the concept of legatee, as mentioned in the previous articles. Moreover, saying that Hamitics are American and Oceanian natives isn’t truth. There are many evidences of a white civilization as old as Hamitic or older in both the continents, America and Oceania. For political and economical reasons by some ethnical lobbies, these discoveries aren’t bounced.

  2. Não é sabido como eles ressurgiram. Duas possibilidades são razoáveis: (a) Naamá, a esposa de Cão, era uma híbrida, ela poderia ter carregado a herança genética Néfilim e tê-la transmitido a Canaã; (b) Houve uma intervenção demoníaca que resultou novos gigantes.

    It is unknown how they rose again. Two possibilities are reasonable: (a) Naamah, the wife of Ham, was a hybrid woman. She might have brought the genetic heritage of Nephilims and she might have transmitted it to Canaan; (b) There was a demoniac intervention, resulting new giants.

    Seja qual for o meio pelo qual os Néfilins voltaram após o Dilúvio, o fato é que eles se espalharam pelo mundo inteiro — junto com os demais camitas. Disso, inúmeras nações e povos da Terra dão testemunho através de suas mitologias. Alguns dentre esses novos Néfilins viraram reis e faraós, como o faraó Sesóstris da segunda dinastia Egípcia, o qual Beroso afirma ter sido um gigante. O grande historiador Heródoto testifica ainda de um achado das ossadas de um gigante em Tegea na Grécia, que depois foi identificado por um oráculo a pertencer ao gigante Orestes.

    Whatever the mean whereby Nephilims came back after the Deluge, the fact is they spread into the entire world — together with the rest of Hamitics. Thence uncountable nations upon the Earth give testimony, through their mythologies. Some of these new Nephilims became kings and pharaohs, like Pharaoh Sesostris of the 2nd Egyptian dynasty. Berosus affirms that he was a giant. The great historian Herodotus even testifies about bones found of a giant in Tegea, of which thereafter were identified by an oracle as belonging to Orestes.

    Nação após nação da Antiguidade conseguiu progressivamente guerrear contra eles, cercá-los por toda parte, e exterminá-los. O continente mais tardio a exterminá-los foi o Americano, por ocasião das Grandes Navegações Ibéricas.

    Nations after nations at the Ancient times got progressively to make war against them, to besiege them everywhere, and to exterminate them. The latest continent to do it was the American when the Great Iberian Explorations were performed.

    A história dos Néfilins e o retorno deles explicam o porquê do Senhor Deus determinar o extermínio completo dos cananeus com as mulheres, crianças e até com as plantas e os animais (Dt 7). Os gigantes de Canaã, tal como os Néfilins ante-diluvianos, estavam empreendendo a criação de novas quimeras e envolvendo-se em atos de canibalismo. As Escrituras Sagradas denunciam que os gigantes de Anaque criaram uvas enormes e devoravam os homens (Nm 13). Se eles eram capazes de contaminar as uvas por meio de técnicas desconhecidas, podiam igualmente contaminar os animais e as pessoas. E eles efetivamente procederam essas coisas. Daí a necessidade de destrui-los, junto com tudo o mais que respirava.

    The history of the Nephilims and the return of them explains the why our Lord determined the eradication of Canaanites with their women, children, even their plants and animals (Dt 7). The giants of Canaan were making new chimeras and they were involving themselves with acts the cannibalism. The Sacred Scriptures denounces that the Anakite giants had created huge grapes and they devoured the men (Nm 13). If they were capable to contaminate the grapes using unknown techniques, they could equally contaminate the animals and the people. They actually were doing it. Hence the necessity to destroy them, together with everything else that breathed.

    A violência do Antigo Testamento fica aclarada dessa maneira. Ela só foi autorizada a ser usada contra certos povos cananeus, num certo local, num certo momento da História, e depois de um certo limite de iniquidade generalizada. O Senhor Deus teve por objetivo uma nova higiene racial completa e radical. Ele queria evitar que as condições pré-diluvianas voltassem de maneira que Ele precisasse destruir tudo de novo. Deus transpareceu que a corrupção cananéia era de natureza intrinsecamente biológica, que não podia ser resolvida por uma simples conversão religiosa. Cananeus, sobretudo Néfilins, seguiriam gerando cananeus.

    The violence of the Old Testament is lighted thus. It was only authorized to be used against some Canaanite nations, sited at some places, at a restricted epoch of the History, after overlooked a certain limit of general wickedness. Our Lord had the goal to do a new racial hygiene, complete and radical. He wanted to avoid that the pre-Diluvian conditions came back again in a way whence He would have to destroy everything again. God grasped, apparently, that Canaanite corruption was intrinsically biological, unviable to be resolved by a simple religious changing. Canaanites, especially Nephilims, would continue generating Canaanites.

    Isso a não é um convite à Eugenia. A Eugenia é uma ciência materialista que visa aperfeiçoar a biologia humana impedindo a reprodução de indivíduos que não atingem certos requisitos materiais. A Eugenia não considera se o indivíduo que está abaixo dos requisitos arbitrários é um inocente moral ou uma pessoa altamente espiritual e moral.

    The before mentioned isn’t a invite to Eugenic. Eugenic is a materialist science that seeks to improve the human biology by avoiding the reproductions of the individuals that don’t reach some material requisites. Eugenic doesn’t regard if the individual that is under the arbitrary requisites is guiltless or a high moral and spiritual person.

    O problema dos Néfilins certamente é de cunho biológico. Porque um ser é um ser de sua raça. Contudo, os resultados que eles traziam a partir de sua biologia eram invariavelmente a desgraça e a miséria universal. É na vista das ações dessa raça que devem ser entendidas as intervenções divinas contra ela. Em último caso, foi o pecado, as ações resultantes, que selaram o destino dos Néfilins. O instrumento da mitigação dessas ações foi a eliminação física deles, dos descendentes deles e das quimeras que eles criaram.

    The problem of Nephilims is certainly a biological one. Because a being is a being of his race. But the result they brought from their biology, were invariably the misery and the universal disgrace. It’s at the sight of the deeds of this race that must be understood the divine interventions against her. Above all, it was the sin, the resultant deeds that sealed the misfortune of the Nephilims. The tool of the mitigation of these actions was a physical extermination of them, their descendants and the chimeras they created.

    Em profundo contraste ao trágico determinismo da biologia dos cananeus híbridos, as atitudes viciadas e luxuriantes trazidas pelo paganismo camita, ao menos na Europa, foram paulatinamente resolvidas e eliminadas de uma forma comparativamente mais simples e incruenta, através da adoção de uma nova fé, a cristã. Os pagãos realmente pecaram, às vezes com atitudes individuais mais graves do que as praticadas pelos cananeus. A diferença é que eles não chegaram a corromper a própria Criação.

    In a deep contrast to the tragic determinism of the biology of the hybrid Canaanites, the vicious and luxuriant behaviors brought by Hamitic paganism, at least in Europe, were slowly healed and eliminated in a way comparatively easier and more bloodless, through the adoption of a new Christian faith. Pagans really had sinned, sometimes with individual attitudes more grievous than the practiced by Canaanites. The difference is that they didn’t go forward to contaminate the Creation itself.

    Essas coisas trágicas são um profundo alerta para os homens e as mulheres da ciência que se embrenham na manipulação genética das criaturas de Deus. Existe um limite que os geneticistas não podem traspassar, que é a criação de quimeras vivas, funcionais e reprodutoras. O Estado deve prender, processar e punir com pena capital quem o tente.

    These tragic things are a deep alert to the men and women of the science who work in the genetical manipulation of the God’s creatures. There’s a limit that geneticists can’t overlook, which is the creation of living, functional and reproductive chimeras. The State should put in a jail, sue and punish with capital penalty who tries it.

  3. Os muçulmanos e os hindus acreditam que a raça Negróide surgiu no momento em que Canaã foi amaldiçoado por Noé. Cão e Canaã teriam-se tornado negros, segundo eles.

    Muslims and Hindus believe that Negroid race was born when Canaan was cursed by Noah. Ham and Canaan would have became Negroes, they say.

    A explicação é falha porque não esclarece de onde vem os gigantes palestinos e nem de onde vem os mongolóides. Além dos gigantes, Canaã não gerou nenhum negro e não se tem notícias de um outro filho de Cão que tenha gerado negros além de Cuxe.

    That explanation has flaws because it doesn’t tell from where the Palestine giants come from. it doesn’t explain from where Mongoloids come from. Moreover, Canaan didn’t generate any Negro and it is unknown that other son of Ham have generated Negroes apart of Kush.

  4. Os estúpidos proponentes da estúpida religião civil da Evolução Darwinista estão aturdidos por duas evidências: o evento de extinção em massa K/T e a explosão cambriana, do surgimento repentino de todas as espécies e com as mutações e variações genéticas que vemos hoje. Eles, como tolos cegos e teimosos que são, se recusam a dar crédito ao testemunho humano universal: que houve uma catástrofe (o Dilúvio) e o extermínio resultante quase toda a vida animal e vegetal; que houve uma recuperação da fauna e da flora; e que houve o ressurgimento limitado e efêmero de bestas quiméricas. Essas bestas pós-diluvianas, que não são necessariamente os dinossauros (embora os antigos façam referências a alguns dragões), foram sendo extintas com os gigantes que reapareceram. Todavia, a feiúra horrenda de alguns animais marinhos pode ser um atestado ou um indício de que as quimeras sobreviveram ao Dilúvio. A Tradição diz que os Néfilins também mexeram com a vida marinha.

    The stupid proponents of the stupid civil religion of Darwinism are astonished by two evidences: the event of mass extinction K/T and the Cambrian explosion. The two testifies about of sudden emergence of all species with their mutations and genetical variations that they shows today. They, as blind and stubborn ones they are, refuse to give credit to the universal human testimony: (a) There was a catastrophe (the Deluge) and the consequent extermination of almost all animals and vegetations; (b) There was a fast recuperation of the fauna and the flora; (c) There was the reemergence limited, ephemeral, of chimerical beasts. These beasts — they aren’t necessarily the dinosaurs though the ancients tell about some dragons — were being extinguished with the giants that had appeared. However, the horrible ugliness of some oceanic animals might be a witness or an evidence of that the chimeras survived to the Deluge. The Tradition says that Nephilims had disturbed with the marine life too.

    É o que os registros fosséis e os esqueletos gigantes encontrados atestam. Mas esses supostos acadêmicos ladrões de dinheiro público se julgam macacos. E eles realmente só pensam macacadas, ao invés de verem os fatos com um estudo honesto e sem preconceitos da História.

    It’s what the fossil records and the giants bones that were found testify. But these alleged academic stealers of public money judge themselves to be monkeys. And they really act like monkeys, instead of to see the facts with a honest study the History, throwing away their prejudices.

  5. Segundo o Livro dos Jubileus, a marca de Cain recaiu sobre ele no ano 70 após o início da Criação. Os primeiros Néfilins foram concebidos no ano 1.260 após a Criação. À medida que a cronologia avança, a contagem literal de anos dos Jubileus vai perdendo o sentido. Contudo, recorrendo à contagem da Septuaginta, conclui-se que as raças Negróide e Mongolóide apareceram nalgum momento após o ano 2.260 do início da Criação. Ou seja, as raças não-Caucasianas surgiram muitos séculos depois dos brancos de aparência nórdica.

    According to the Book of the Jubilees, the mark of Cain fell upon him at the year 70 after the beginning of the Creation. The first Nephilims were conceived at the year 1.260 after the beginning of the Creation. Inasmuch as the chronology of the Book goes advancing forth, a literal counting of years of the Jubilees goes losing its sense. However, considering the Septuagint, it’s possible to conclude that Negroid and Mongoloid races appeared in some moment after the year 2.260 of the beginning of the Creation, i.e., the non-Caucasian races rise up many centuries after the whites with a Nordic appearance.

    Um outro indício da precedência cronológica de uma raça branca ancestral é o Apocalipse dos Animais no Livro de Enoque. O Apocalipse é um incrível sumário de toda a história dos semitas, desde os ancestrais Adão e Eva até o futuro (em relação a Enoque) quando houve a Encarnação de Cristo. Os personagens do sumário são retratados simbolicamente como animais de manada. Como exemplo, as pessoas da raça branca ancestral são simbolizadas como touros, bois, vacas, etc. Os gigantes são representados como elefantes, camelos, asnos, etc., conforme cada uma das sub-raças deles. Os anjos renegados são retratados como cavalos, etc., entre outros exemplos.

    Another evidence of the chronologic precedence of an ancestral white race is the Apocalypse of the Animals in the Enoch’s Book. The Apocalypse is a amazing summary of all history of Semitics, since their ancestors Adam and Eve till the future (in relation to Enoch) when the Christ’s Incarnation happened. The characters of the summary are portrayed symbolically like herd’s animals. For example, the people of the ancestral white race are symbolized as oxen, bulls, cows, etc. The giants are symbolized as elephants, camels, donkeys, etc., according to their sub-races. The rogue angels are portrayed like horses, etc.

    O interessante no Apocalipse é que excetuando-se Cain e descendentes dele, todos os animais representando os humanos são bovídeos de pelagem branca. Há os bovídeos pretos. Porém, é muito provável que a cor preta não seja uma referência à raça, mas ao pecado de Cain e às incontinências que ele transmitiu à linhagem dele. Essa observação é porque Abel, como um homem excepcionalmente justo, foi excepcionalmente representado como um touro vermelho. Conclusivamente, a raça branca está representada no Apocalipse como um animal bovídeo, cuja pelagem reflete o caráter transmissível de uma certa manada.

    What is interesting in the Apocalypse is that, except Cain and his descendants, all animals that are representing the humans are bovids of white pelage. There are the black bovids. But it’s very likely that the black color not be a reference to the race, but to the Cain’s sin and the incontinences he had transmitted to his offspring. This observation is due to Abel. Being him exceptionally just, he was exceptionally portrayed as a red bull. Therefore, the white race is portrayed in the Apocalypse as a bovid animal, whose pelage mirrors the transmissible character of a determined herd.

    Somente depois de Noé é que apareceu uma enorme variedade de animais, que foi gerada dos bovídeos sobreviventes. Vários animais não-bovídeos, por isso representando outras raças. A exceção dessa parte da alegoria é a referência a Esaú, um homem branco que foi simbolicamente retratado como um javali preto. Provavelmente devido à sua enorme iniquidade, porque ele casou-se com mulheres hititas (cananéias) e vendeu por nada o seu direito de primogênito para Jacó. A mudança do tipo animal pode significar o fato de Esaú ter negado a sua própria raça ao escolher essas mulheres, já que ele deveria ter escolhido alguém entre a sua família.

    Only after Noah is that there was the emergence of a huge animal variety, that was generated from the bovid survivors. Many non-bovid animals, hence they represent other races. The exception in this part of the metaphor is the reference to Esau, a white man that was symbolically portrayed as a black boar. Probably it’s due to his huge wickedness. He married to the Hittite women (Canaanites) and he sold for nothing his right of firstborn to Jacob. The changing of the animal kind might mean the fact of Esau to have denied his own race by choosing these women, since they should choose one among his own.

    No final da alegoria, o Verbo Encarnado, o Santíssimo Cristo, aparece simbolicamente como um boi com chifres que transforma o rebanho escolhido de ovelhas em bois como Ele. Essa parte da simbologia indica a teose final dos eleitos do nosso Deus.

    At the end of the allegory, the Incarnated Word, the Most Holy Christ, appears symbolically as a ox with horns that transforms the chosen herd in oxen like Him. That part of the metaphor indicates the final theosis of the chosen ones of our God.

  6. Um fato muito curioso do Apocalipse dos Animais de Enoque é que Alexandre, o Grande, é descrito como um carneiro com chifres, em notável concordância com o livro canônico do profeta Daniel. O Livro de Enoque, aliás, permeia toda a Bíblia, tanto quanto os Salmos e os Profetas permeiam o Novo Testamento. Enoque e o Novo Testamento não só concordam em apresentar o Cristo como o Filho do Homem, mas O apresentam como um carneiro.

    A very curious fact of the Apocalypse of the Animals of Enoch is that Alexander, the Great, is described as a lamb with horns, in a notable concordance to the canonical Book of Daniel. The Book of Enoch, by the way, permeates the entire Bible, as much Psalms and the Prophets permeate the New Testament. Enoch and the New Testament don’t only agree to show the Christ as the Son of the Man, but they show Him as a lamb.

    Claramente, a figura do carneiro simboliza um semita. Cristo é um carneiro e Alexandre, o Grande, também. O chifre, pelo simbolismo de Daniel e do Apocalipse de João, identifica uma autoridade régia. Em outras palavras, essa é mais uma prova de que os verdadeiros semitas compartilham a mesma aparência dos brancos nórdicos. É muitíssimo provável, aliás, que os nórdicos e os semitas sejam o mesmo povo.

    Clearly, the figure of the lamb symbolizes a Semitic man. Christ is a lamb and Alexander, the Great, too. The horn, by the symbolism of Daniel and of the Apocalypse of John identifies a regal authority. In other words, that’s one more proof of that the true Semitics share of same faces of the White Nordics. It is likely, by the way, that Nordics and Semitics be the same people.

  7. Noé não citou a América e a Oceania quando dividiu o mundo entre os seus filhos. Elas não faziam parte do mundo conhecido por eles. Mas é fácil estabelecer que a América e a Oceania pertencem aos jafetitas. Cão foi privado de herança na Terra, embora depois tenha recebido a exceção africana. Logo, a América e a Oceania não pertencem a ele e nem aos filhos dele. Aos filhos de Sem, Noé deu o Oriente Médio e a Ásia e o direito semita vigora para sempre. Assim, Noé deu a América e a Oceania para Sem.

    Noah didn’t cite America and Oceania when he divided the world amongst their children. They didn’t were part of the world known by them. But it’s easy to establish that America and Oceania belongs to Japhetics. Ham was deprived of heritage upon the Earth, though thereafter he received the African exception. So, America and Oceania don’t belong to Him and to his children either. For the Shem’s children, Noah gave the Middle East and Asia and the Semitic right is in force forever. Thus, Noah gave America and Oceania and Shem.

    Contudo, Noé disse que Jafé iria se alargar pela Terra e convidou-o a morar com Sem. Logo, é óbvio que ele queria que os jafetitas adquirissem proeminência mundial. Jafé é efetivamente o dono da Europa e igualmente do resto do mundo desconhecido.

    However, Noah said that Japhet would rejoice throughout Earth and he invited Japhet to live with Shem. So, it’s obvious he wanted that Japhetics conquered worldwide prominence. Japhet is effectively the owner of Europe and equally of the unknown world.

Figuras

Pictures

  1. A imagem representa precisamente as rotas migratórias que os sineus e os outros grupos camitas tomaram desde a África, a herdade que Noé lhes deu e donde eles vieram, até os confins da América do Sul. Os caminhos traçados são a conclusão da pesquisa de migração humana para grupos pan-mogolóides do Instituto Nacional de Genética do Japão.

    The image represents precisely the migratory rotes that Sinites and the other Hamitic groups took since Africa, the homestead that Noah gave them and from here they came, at the limits of South America. The paths traced are the conclusion of a research of human migration for pan-Mongoloid groups of National Institute for Genetics of Japan.

    Embora a pesquisa apresente um resultado notavelmente coerente com os dados trazidos pela Tradição, as datas e os períodos de migração de grupos camitas sugeridos por ela, estão dolorosamente equivocados. Eles baseiam-se na estúpida religião civil da Evolução Darwinista e no desconhecimento da trágica história da civilização ante-diluviana e da cronologia fornecida pela santa Septuaginta. Fonte da figura 1: The Kyushu University Museum.

    Although the research shows a result notably coherent with the data brought by the Tradition, the data and the periods of migration of Hamitic groups suggested by her are painfully wrong. They are based on the stupid civil religion of Darwinism and on the ignorance of the tragic history of the ante-diluvian civilization and of the chronology provided by the holy Septuagint. Source of the picture 1: The Kyushu University Museum.

  2. O testemunho egípcio da existência de Néfilins. Os antigos acreditavam que foram os gigantes os construtores de grandes estruturas de pedra (como as pirâmides) ao redor do mundo. Fonte da figura 2: Sociedad y Cultura.

    The Egyptian testimony of the existence of Nephilims. The ancients believed that were the giants the actual builders of great structures of stone (like the pyramids) around the world. Source of the picture 2: Sociedad y Cultura.

Uma Breve História das Raças (3)   /   A Short History of the Races (3)

Leia o artigo anterior.

Read the previous article.

O semita chinês

The Chinese Semitic

Foi demonstrado que os brancos semitas migraram da Índia para o Afeganistão para tomar posse da herança legada. No entanto, tudo indica que esse evento migratório não foi isolado. A mitologia hindu parece indicar que os semitas vieram à Índia oriundos da China. Eles teriam atravessado as Cordilheiras do Himalaia.

It was demonstrated that White Semitics migrated to India by Afghanistan, in order to take their legated heritage. But, everything else indicates that this migratory incident wasn’t isolated. Hindu mythology seems to indicate that Semitics came to India from China. They might have crossed Himalayan mountain rages.

É patente que devemos preferir a nossa Religião santa e infalível à mitologia hindu. Não pode haver nenhuma sombra de dúvida quanto a isso. Dessa feita, quando os hindus dizem que a embarcação de Manu (o nome hindu para Noé, embora se refira Sem) encalhou no Himalaia, devemos interpretar o conto como uma corrupção introduzida, por motivos especialmente patrióticos[1], à verdadeira Tradição. A Tradição afirma que a Arca de Noé (e não de Sem como os hindus deixam a entender) encalhou na Armênia donde os semitas partiram para a Ásia. Essa é a verdade dos fatos.

It’s blatant that we must prefer our holy and infallible religion instead of Hindu mythology. In relation to this, can’t exist any piece of doubt. So, if Hindus say that the ship of Manu (as Hindus call Noah, though the name also means “Shem”) stranded on Himalaya, we must interpret their tale as a corruption of the true Tradition. They corrupted it, amongst many motifs, for patriotic purposes[1]. The Tradition affirms that the Ark of Noah (not of Shem as Hindus suggests) stranded in Armenia. From Armenia, Semitics went away to Asia. That’s the simple truth from the facts.

A despeito disso, o testemunho hindu mostra algo sobre a China antes dos chineses. Os hindus testificam a respeito de uma China branca, antes dos sineus a terem ilicitamente invadido[2] e contribuido para que a raça desaparecesse. Eles falam, de forma implícita, a respeito de uma China donde os ancestrais dos Vedas arianos vieram.

In spite of that, Hindu testimony tells about a China before Chinamen. A White China, before the illegitimate invasion of Sinites[2], whose result contributed to the extinction of the original race. Hindus tell implicitly about a China whence the ancestors of Aryan Vedas had their origin.

Devemos ter em mente que a Humanidade nessa época primeva de migração falava uma só língua. A moderna cartografia com os seus rígidos limites nacionais, que não podem ser ultrapassados por estrangeiros sob pena de guerra, é uma convenção muitíssimo recente. Dado o contexto, não é de pasmar que os semitas de uma mesma raça, branca, migrem livremente para cá e acolá para manter o contato com os parentes, para estabelecer intercâmbios ou para lograr uma terra melhor. Seja qual for o motivo, os semitas foram para a Índia em duas ondas migratórias: da Armênia via Afeganistão e da China via Himalaia. A migração da Armênia ocorreu nos primórdios dos tempos pós-diluvianos. A migração (ou intercâmbio) da China ocorreu quando já haviam cidades assentadas neste país.

We must keep in our minds that the mankind spoke only one language at the epoch. The modern cartography, with its rigid national limits whereof can’t be broken except as an act of war, is a very much recent convention. Given the context, it isn’t surprising that Semitics of a same race, White, had migrated from and to everywhere. They might have done it for visiting their parents, for establishing trades, for getting a better land, etc. Whatever the reason, Semitics went to India in two migratory waves: from Armenia through Afghanistan and from China through Himalaya. The first wave happened in the beginning of the post-Deluge times. The second, that might have been either a migration or an interchange, happened when there were founded cities in China.

A China perdida

The lost China

Os semitas da China viveram muito tempo, o suficiente para deixar sobejamente os seus aparatos, a sua cultura e as evidências de uma casta elitista reinante sobre os sineus. Contudo, eles desapareceram. É possível que essa tragédia tenha acontecido por violência, por migração em massa ou pacificamente pela miscigenação racial.


Semitics of China lived a long time, enough for leaving widely their artifacts, their culture and proofs about an elitist caste that reigned over Sinites. However, they disappeared. It’s likely that this tragedy have happened by violence, by mass migration or quietly by racial miscegenation.

A mitologia chinesa indica que Noé, conhecido como Fu Xi, governou a China por um curto tempo (em relação à sua incrível expectativa de vida). Em seguida, ele passou o seu governo a Sem (Shennong). (É interessante notar que a cronologia chinesa[3] pós-diluviana é relativamente concordante com a santa Bíblia no que diz respeito à expectativa de vida e os períodos possíveis de governo que Sem e Noé exerceram sobre a China[4]).

Chinese mythology indicates that Noah, called Fu Xi, reigned over China by a short time (in relation to his amazing life expectancy). Then, he gave his government to Shem (Shennong). (Chinese mythology is relatively concordant with the holy Bible regarding the life expectancy and the possible periods of government that Shem and Noah practiced over China[4]).

O sucessor de Sem, o Imperador Amarelo, logo veio a se defrontar com uma guerra em larga escala com a tribo huaxia. É dela donde a etnia chinesa Han descende. Os huaxias, sem nenhuma partícula de dúvida, foram os sineus invasores migrantes da África. Lentamente, com o passar dos séculos, os semitas foram sendo empurrados pelos inimigos em direção norte e ao oeste chinês. Os semitas resistiram ferozmente e lograram reviravoltas espetaculares. (Na realidade, eles mantiveram o senhorio da China por milênios). Os semitas se fixaram na região de Xiongnu (por isso a presença de múmias caucasianas na região) até serem subjugados definitivamente pela dinastia Qin na primavera da era cristã. A partir da submissão branca à dinastia Qin, o desaparecimento dos semitas remanescentes na China se deu, muito provavelmente, de uma forma pacífica e silenciosa através da miscigenação racial.

The successor of Shem, the Yellow Emperor, rapidly came to confront a large scale war against Huaxia tribe from where Han ethnic descends. There is no particle of doubt that Huaxia men were Sinite invaders who had come from Africa. Slowly, inasmuch as the centuries were passing away, Semitics were being pushed, by the enemy’s hands, to West and to North of China. They resisted ferociously and they even had gotten many impressive victories. (Indeed, Semitics were the landlords of China throughout millennials). They were settled by the circumstances at the area of Xiongnu, hence there are Caucasian mummies there). Eventually they were subjected to Qin dynasty, in the beginning of the Christian age. Thenceforth, by the White submission to Qin Dynasty, they were quietly disappearing through the racial miscegenation.

A tragédia da extinção semítica na China certamente foi precipitada pelas guerras civis que os semitas lutaram entre si. Os próprios semitas expulsaram os seus irmãos yuezhi da China. Os yuezhi, depois de expulsos, fundaram o Império Kushan. A liderança Kushan também era racialmente branca.


The tragedy of Semitic extinction from China certainly was accelerated by the wars that Semitics fought amongst themselves. Semitics by their own hands expelled their Yuezhi brothers from China. Yuezhi men, after expelled, founded Kushan Empire. The leadership of Kushan was racially White.

A conexão sino-indiana dos hicsos

The Sino Indian connection of Hyksos

Os hicsos foram homens brancos, semitas, que haviam invadido o Egito quando Abraão peregrinava em Canaã. Eles não invadiram o Egito meramente por invadir como insinuam alguns cegos e incompetentes entre os egiptólogos. Os hicsos foram ao Egito e se assentaram em Avaris para recuperar (e não roubar) a legítima porção egípcia que eles, como semitas, possuíam. Foi a ascendência dos hicsos a vitimada pelos camitas e não o contrário. Eles lutaram uma guerra de reparação e não por motivos de fúteis de vaidade imperial.


The Hyksos were Caucasian Semitics at the epoch whereof Abraham wandered in Canaan. They didn’t invaded to take down the Egypt such as some blind and incompetent scholars are accustomed to say amongst the Egyptologists. The Hyksos went towards Egypt and settled themselves in Avaris to recover (not to rob) their legitimate portion of the Eastern Egypt. It were the ascendants of Hyksos who were stolen by Hamitics such as before said. The war was a reparation, not an imperialistic attack from the nothing.

Existe uma relação óbvia e provada de intercâmbio entre todos os semitas da Ásia. As armas de ferro inéditas usadas pelos hicsos na invasão ao Egito, foram as mesmas que subjugaram a etnia Ham na China e os dravidianos na Índia. Não há provas incontestáveis de que o suposto Império semita da Acádia não seja o Império Babilônico de Nimrode. Contudo, se o Império da Acádia é um outro Império diferente dos caldeus, certamente os semitas conquistaram os camitas da Babilônia por meio dessas mesmas armas.


There are a obvious and proved relation of interchange among Semitics of Asia. The new iron weapons that were used by Hyksos in their invasion of Egypt were the same used by Semitics to defeat Han ethnic in China and Dravidians in India. There are no proofs that the alleged Akkadian Empire not be other but Babylonian Empire which was ruled by Nimrod. Nevertheless, if Akkadian Empire isn’t Babylonian Empire, certainly Semitics overthrew Babylonian Hamitics using the same weapons.

Uma outra prova desse intercâmbio semítico por solidariedade racial é a existência global da escrita não-pictórica. O sânscrito dos Vedas, que contribuiu para as línguas grega e latina dos jafetitas, deve muito ao siríaco predecessor do velho hebraico dos hicsos. Conclusivamente, há uma base comum entre o siríaco, o hebraico e o sânscrito. A escrita da China branca é claramente não-pictórica, enquanto que a versão da China camita é pictórica. Uma vez que os hindus dizem descender dos arianos oriundos do Himalaia, disso se pode deduzir que o sânscrito é uma língua póstuma, semítica, da China branca.


Another proof of this Semitic interchange by racial solidarity is the worldwide existence of the non-pictorial language. Sanskrit of Vedas, which contributed to Greek and Latin of Japhetics, is indebted very much to Syriac. Syriac language is the precursor of Old Hebraic spoken by Hyksos. Conclusively, there’s a common basis to Hebraic, Syriac and Sanskrit. The writing of White China is clearly non-pictorial, meanwhile the version of Hamitic China is pictorial. Since Hindus affirm to be descendants of Aryans of Himalaya, we can conclude that Sanskrit is a posthumous language, Semitic, of White China.

A história dos hicsos é significativa. O Senhor Deus revelou numa profecia a história secular que os hicsos haveriam de passar a partir do momento em que eles entraram no Egito com Abraão[5] até a saída miraculosa através de Moisés. Na ocasião do Êxodo, eles já eram referidos como Israel[6]. O Senhor havia dito que os hicsos habitariam no Egito como estrangeiros[7] e (eventualmente) seriam escravizados.


The history of Hyksos is significant. The Lord Almighty reveled in a prophecy, the long history that Hyksos would undergo, since their entrance in the Egypt with Abraham[5] untill their miraculous escape by Moses. At the epoch of the Exodus, they were already called “Israel”[6]. The Holy God had said that Hyksos would dwell Egypt as aliens [7] and, eventually, they would be slaved.

O intercâmbio de armamentos citado acima, revela que os hicsos eram formados por grupos semíticos de várias regiões do mundo, desde a Acádia à China. Esses grupos eram todos de uma só raça, branca, e possuíam uma base linguística comum[8].


The interchange of weaponry before said, shows that Hyksos were composed by Semitic groups from many regions of the world, since Akkadian Empire to China. These groups were one same race, white, and they had a common basis of language[8].

Apesar da vitória hicsa em Avaris, os hicsos só vieram a governar o Egito a partir da 17º dinastia egípcia, vários séculos depois.


In spite of Hykso’s victory in Avaris, Hyksos came only to rule over Egypt starting from 17th Egyptian dynasty, several centuries after.

A 17º dinastia foi fundada pelo rei hicso Saitis, sob o qual José veio ao Egito como um escravo (Gn 39-41). José foi posteriormente libertado e honrado pelo Faraó. Foi por meio de Saitis que José arranjou uma esposa “egípcia”[9], mas que na verdade era uma mulher da raça branca, hicsa, como o hicso José. Os hicsos reinaram sobre o Egito por várias gerações até o Faraó Kamose traiçoeiramente travar um guerra contra eles. Várias décadas depois de Kamose, Moisés (que foi um oficial egípcio conhecido pelo nome de Senmut) tirou os hicsos do Egito.


The 17th dynasty was founded by Hykso Pharaoh Saitis, under who Joseph was brought enslaved to Egypt (Gn 39-41). Posteriorly he was freed and honored by Pharaoh. It was by Saitis that Joseph took an “Egyptian”[9] by wife. Indeed, she was not Egyptian by race. She was Caucasian Semitic, a Hykso, like Joseph. Hyksos ruled over Egypt many generations until the Pharaoh Kamose treacherously to fight a war against them. Many decades after Kamose, Moses (who was called Senmut) took out Hyksos from Egypt.

A tragédia e o triunfo de Sem

The tragedy and the triumph of Sem

Há diversas outras tecnologias e instituições públicas (como o comércio e a burocracia governamental) que foram fundadas pelos semitas e se espalharam pelo mundo. À medida que os semitas diminuíram em número por todo o globo, o outro ramo da raça branca (os jafetitas) foi pegando o legado criativo dos semitas para continuá-lo até os dias de hoje. A raça branca como um todo tem essa capacidade admirável de ser criativa e adaptativa. Não é um dom exclusivo, mas ela se destaca. Esse talento traz tanto o bem quanto o mal.


There’re many other technologies and public institutions (like the commerce and the governmental bureaucracy) which were founded by Semitics and whereof were spread around world. Inasmuch as Semitics were diminishing everywhere in number, the other branch of the white race (Japhetics) were taking the creative legacy of Semitics for continuing it till nowadays. The white race as a whole has this amazing capacity to be creative and adaptative. It isn’t exclusive of her. But she is clearly highlighted to do it. This gift is as much for good as for evil.

A ironia é que os avanços e os retrocessos trazidos pela raça branca sempre se voltam contra ela por mãos inimigas ou traiçoeiras. O exemplo hicso é emblemático, porque eles foram escravizados no Egito pelas mesmas táticas militares que eles haviam usado para conquistar o país. Eles haviam ensinado aos camitas como os armamentos deveriam ser usados. Além do mais, a miscigenação racial põe a raça branca em desvantagem, devido ao caráter recessivo de seus genes. Esses são os motivos de tantos semitas asiáticos terem desaparecido da História, lamentavelmente.


The irony is that the advances and regressions brought by the white race always turned themselves against her by treacherous or enemy hands. Hyksos’ example is very emblematic of these facts. They were enslaved in Egypt by the same tactics and weapons that they used to conquer the country. Because they had taught to Hamitics how the weaponry should be used. Moreover, the racial miscegenation also puts the white race in disadvantage, due to the recessive patterns of her genes. For these motifs, sadly, so many Asian Semitics disappeared from History.

Tamanha calamidade que atingiu a família de Sem é desconcertante. Quase todos os povos do mundo estão assentados nos lugares errados, ou sem assentamento nenhum. A exceção é Jafé[10]. As fortalezas jafetitas continuam em pé mais ou menos nos locais esperados, a despeito de certos deicidas terem feito de tudo para derrubá-las ao longo da História. E ainda hoje, eles tentam destruir Jafé por meios insidiosos, com um fanatismo impressionante e inexorável. Mas, no lugar de Sem, para quase todos os lugares para os quais se olhe, está Cão. Para piorar, Cão, com a exceção efêmera do periodo colonial europeu, continua mantendo o seu legítimo legado africano.


Such great calamity that has reached Shem’s family is very embarrassing. Almost all nations of the world are settled either at the wrong places or with no proper settlements. The exception is Japhet[10]. Japhetic fortresses stand up more or less at the places where is waited that they be, in spite of the efforts of some deicides for taking down them throughout the History. Even today, they don’t give up and they’re trying to destroy Japhet by other insidious means with an impressive and relentless fanaticism. However, regardless the direction that’s seen, at the place that belongs to Shem, with few exceptions, Ham is settled. To make the things worser, Ham has kept his legitimate African legacy till now, in spite of the ephemeral success of European colonialism.

Diante de todas essas coisas, é muito compreensível o porquê de Cristo ter escolhido nascer semita. Deus se apieda do fiel mais fraco e Ele sabe o quanto os semitas perderam. O Santíssimo Deus Trino jamais esqueceu o amor preferencial de Noé para com Sem. Ele permitiu que Sem perdesse a Ásia. Mas, por amor a Sem e a Noé, o Deus Filho, em Si mesmo, deu o Universo inteiro a Sem.

Considering these things, it’s very comprehensible the motif by why Christ was born Semitic. God has piety of the weakest believer and He knows how much Semitics have lost. The Most Holy Triune God never forgot the preferential love of Noah for Shem. He allowed that Shem lost Asia. But, for love of Shem and Noah, God, the Son, in Himself, gave the whole Universe to Shem.

No futuro, antes ou depois do Juízo Final, aos filhos de Sem serão devolvidos a Ásia e o Oriente Médio. A divisão que Noé determinou aos seus filhos foi estabelecida de uma vez para sempre. A privação de Sem é apenas temporal, embora longo. Apesar disso, em Cristo, Sem, que perdeu quase tudo, ganhou tudo.

In the future, before the Doomsday or in its aftermath, to Shem’s children will be payed back with Asia and with Middle Eastern. Earth’s division, which was determined by Noah, was established once forever. Shem’s deprivation is ephemeral, though very long. In spite of this, in Christ, Shem, who lost almost everything, won everything.

Notas


Footnotes

  1. Adaptar histórias e estórias por motivação patriótica é comum. Os chineses retratam os seus primeiros Imperadores, que são brancos e semitas, com uma face mongólica. Os asuras, que são semi-deuses originários do hinduísmo e por isso detentores de uma face mulata, são retratados como mongólicos quando exportados para o budismo. Buda, tradicionalmente retratado como um mongólico, na verdade, foi um homem branco (semita), de olhos azuis. Entre outros exemplos, etc.


    Adapting histories and tales for nationalistic reasons is common. Chinamen portray their first emperors (they’re white and Semitic) with a Mongolic face. Asuras (who are demigods originated from Hinduism and hence they should be Mulattos) are portrayed like Mongolic men, when they are exported to Buddhism. Buddha, who is traditionally portrayed like a Chinaman, indeed was a white man, Semitic, with blue-eyes. Among other examples, etc.

  2. Uma das provas das quais mostram que os homens de raça mongólica são de herança camita, é a linguagem. O famoso jesuíta e um dos pioneiros em Egiptologia, Atanásio Kircher, provou que o sistema pictórico de escrita chinesa é virtualmente o mesmo da egípcia.


    One among the proofs whereof show that the men of Mongolic race are from Hamitic lineage, is the language. The famous Jesuit and one of the pioneers in Egyptology, Athanasius Kircher, demonstrated that the pictorial system of Chinese writing is equivalent to Egyptian.

  3. A cronologia chinesa ante-diluviana é falha. A quantidade de anos que os reis imperaram nessa era, tal como ela conta, é absurdamente exagerada. A seqüência de reis que ela indica contradiz a Tradição e é incompatível com a própria expectativa de vida que a cronologia chinesa estabeleceu depois do Dilúvio. A cronologia caldéia e egípcia também padecem desses mesmos problemas. Nesse caso, só a Tradição cristã apresenta dados coerentes e confiáveis.


    Chinese chronology is flawed regarding to the ante-Deluge times. The amount of years that the kings reigned at that age, such as it counts, is absurdly exaggerated. The sequence of kings that it indicates, contradicts the Tradition and it is incompatible to the life expectancy that Chinese chronology established after the Deluge. Chaldean and Egyptian chronology also suffer these same problems. In that case, only Christian Tradition shows coherent and faithful data.

    A cronologia chinesa apresenta um rei que governou pouquíssimo tempo em relação aos demais reis ante-diluvianos da época. Esse rei foi o Imperador Youchao. Ele é, provavelmente, o Patriarca Enoque que foi cedo arrebatado aos céus, com poucas dezenas de anos de vida.


    Chinese chronology presents a king that reigned very few years in relation to others at the ante-Deluge times. This king was the Emperor Youchao. He’s probably the Patriarch Enoch. Enoch was very early rapt to heavens, with few decades of life.

  4. A Tradição estabelece que pouco tempo depois do Dilúvio, os Nefilins, que catalisaram o castigo divino do Dilúvio e morreram por isso, tornaram a fustigar a humanidade na condição de demônios. Em reação, Noé conseguiu de Deus que nove décimos dos demônios fossem presos até o Último Dia. A décima parte restante foi liberada para fustigar os homens com doenças. Deus queria que os demônios livres servissem como açoites aos ímpios.


    The Tradition establishes that few time later after the Deluge, Nephilins, who precipitated the divine chastisement of the Deluge and they died for that reason, came back to fustigate the mankind. But then, as demons. In reaction to that, Noah achieved from God the prison of nine-tenths of these demons until the Last Day. The rest remained free because God wanted that they punished the wicked men with sicknesses.

    Quanto às doenças causadas pelos demônios, Noé procurou tratá-las com ervas, fundando dessa forma a Herbologia e a Medicina Tradicional da China. Sem recebeu do pai essa ciência e prosseguiu aperfeiçoando-a. A mitologia chinesa e a Tradição cristã concordam nesse ponto. A mitologia, porém, acrescenta que Sem morreu envenenado por um de seus experimentos.


    About the sicknesses brought by these demons, Noah sought to treat them with herbs. In this way, Noah created the Herbology and Chinese Traditional Medicine. Shem received from his father this science and he continued perfecting her. Chinese mythology adds that Shem died poisoned by one of his experiments.

    Esse relato chinês é interessante porque Sem viveu apenas seis séculos. Noé viveu nove. O motivo do porquê Sem viver significativamente menos que o pai pode ter sido esse.

    Chinese tale is important because Shem lived six centuries. Noah lived nine. The reason thereby Shem died early might be this.

  5. Quando os hicsos abriram as hostilidades contra os egípcios, Abraão partiu com eles por ser igualmente semita asiático e, assim, um hicso. A Bíblia até registra um incidente entre ele, a sua esposa Sara e o Faraó da época (Gn 12). O ódio natural causado pela guerra, explica o porquê de Abraão, sendo um inimigo semita, ter temido a morte nas mãos do Faraó. A invasão hicsa e a migração de Abraão aconteceram paralelamente por volta do ano de 2.069 A.C.

    When the Hyksos began the hostilities against Egypt, Abraham went with them, since he’s a Asian Semitic and, hence, he’s a Hykso. The Bible even registers a incident between Abraham, his wife Sarah and the Pharaoh at the epoch. The natural hatred raised up by the Hyksos’ war, explains the reason by the what Abraham was afraid about his possible murder, he as an Semitic enemy, on the hands of the Pharaoh. Hykso invasion and Abraham migration happened in parallel circa 2069 B.C.

    Os 430 anos determinados por Deus para que o Seu povo saísse do Egito (Gn 15:13, Ex 12:40), começaram a contar a partir da entrada de Abraão com os hicsos naquele país. O Êxodo ocorreu por volta do ano 1.639 A.C. Deus anunciou o futuro dos hicsos a Abraão em 2.039 A.C., quando ele havia saído do Egito para voltar a Canaã (Gn 13). Deus, na ocasião, contou 400 anos restantes para o Êxodo.

    The 430 years predestined by God for His people to flee from Egypt, began to count since Abraham’s entrance in Egypt with Hyksos (Gn 15:13, Ex 12:40). The Exodus happened circa 1639 B.C. God announced Hyksos’ future to Abraham at 2039 B.C, when he had left Egypt to go back to Canaan (Gn 13). At the occasion, God had counted 400 years to the Exodus.

  6. Flávio Josefo diz que os hicsos são os hebreus. Ele não é sem razão quando diz isso. Como exemplo, os americanos. Todos costumeiramente chamam os americanos de americanos. Mas os americanos (brancos) são britânicos, porque descendentes de migrantes do Império Britânico. E os britânicos, embora sejam conhecidos por britânicos, são europeus. Da mesma forma, Josefo. Os israelitas são filhos dos hicsos. Portanto, tal como os americanos brancos são legitimamente europeus e britânicos, os israelitas são hicsos.

    Flavius Josephus says that Hebrews are Hyksos. He has reason by saying that. For example, all say that Americans are Americans. But white Americans are British, because they descend from migrants of British Empire. Britons, though they’re called British, are Europeans. In the same way, Josephus. Israelites are sons of Hyksos. Therefore, such as white Americans are legitimate Europeans and Britons, Israelites are Hyksos.

  7. Os egípcios nunca consideraram os semitas do lado oriental do Egito como seus, a despeito da expansão do Império sob Osíris. A expansão forçosamente integraria os semitas aos camitas egípcios. Esse padrão de integração semita ocorreu na China com os sineus e na Índia com os dravidianos.

    The Egyptians never considered Semitics of Eastern side of Egypt as their ones, in spite of Egyptian expansion under Osiris. The expansion forcibly would integrate Semitics to Egyptian Hamitics. This pattern of Semitic integration occurred in China with Sinites and India with Dravidians.

    Uma explicação razoável do porquê os semitas não terem sido assimilados, é a possibilidade de uma repentina deportação forçada. Uma expansão dramática e violenta do Egito em direção à Ásia, teria forçado os semitas egípcios a recuar para o território semítico que viria a ser do Império Acadiano. Abraão e Jó teriam vivido na condição de descendentes de exilados em Ur (como os árabes na Palestina), dentro da Acádia. No tempo de Abraão, os exilados semitas, de posse de novas tecnologias militares, invadiram o Egito e remanesceram lá até Moisés os levar para a Palestina.

    One reasonable explanation about why Semitics didn’t have been integrated, is the possibility of an abrupt and forced deportation. A dramatic and violent expansion of Egypt might have forced Semitic to retreat to the territories of then future Akkadian Empire. Abraham and Job would have lived as descendants of refugees in Ur (like Arabs in Palestine), inside Akkadia. At the time of Abraham, Semitic refugees, having new military technologies, invaded Egypt and they remained there until Moses took them out to Palestine.

    Em outras palavras, os semitas não se assimilaram aos camitas do Egito oriental, ao contrário do ocorrido pacificamente em outras áreas da Ásia, porque a maioria deles estava exilada fora da influência faraônica. Daí que se pode dizer que os hicsos voltaram e não que invadiram o Egito.

    In other words, Semitics don’t assimilate themselves with Hamitics of Eastern Egypt, on the contrary to that occurred at other areas of Asia, because the most of them was exilled outside of Pharaoh’s influence. Hence it’s acceptable to say that Hyksos came back and not that they invaded Egypt.

    O recuo semita para a Caldéia teria sido forçada pelo Faraó Sesóscris da segunda dinastia egípcia.

    The Semitic receding to Babylon might been forced by Pharaoh Sesostris of the 2nd Egyptian dynasty.

  8. Os historiadores árabes dizem que o siríaco é a língua universal que a Humanidade falava desde Adão.

    The historian Arabs say that Syriac is the universal language which was spoken by mankind since Adam.

  9. O nome da esposa de José era Asenate, a filha de Potifar, um alto sacerdote egípcio de Heliópolis, uma cidade da província hicsa de Gessém. Ela é descrita pela Tradição como sendo alta, branca e linda como Sara, Rebeca e Raquel. Ela era virgem e a sua beleza foi famosa por entre o Egito e foi cortejada por vários reis, entre eles o rei de Moabe. Ela tinha confiança de que se casaria com o filho de Saitis, mas apaixonou-se visceralmente pela imensa beleza de José. José resistiu, porque era um homem casto e porque Asenate era uma idólatra. Mas, em prantos pela rejeição de José, e com a ajuda de anjos, Asenate se converteu ao Deus de Israel. Dessa forma ela ganhou a afeição marital de seu amor.

    The Joseph’s wife was Asenath, the daughter of Potiphar, a high egyptian priest of Heliopolis, a city inside the Hykso province of Gesem. She is portrayed as tall, white, as handsome as Sarah, Rebekah and Rachel. She was virgin. Her beauty was famous in entire Egypt and was wooed by many kings, among them, a Moabite king. She hoped to marry to the son of Saitis, but she fell viscerally in love for Joseph. Joseph resisted her, because he was a chaste man and Asenath was an idolater. But, crying loud due to the rejection of Joseph, with the help of angels, Asenath converted herself to the God of Israel. Thereby she gained the marital love of her desired Joseph.

    O fato dela ser descrita como tendo um fenotipo hicso e procedente de província hicsa, prova que ela era da raça branca, de ramo semita. Asenate, assim como Tamar, Rute e outras mulheres da ascendência de Cristo conservam a mesma coerência genealógica que é um requisito crítico para o Messias. Tal como foi para Noé.

    As she is described as having a Hykso phenotype and since she was from a Hykso province, it’s proved that she was of the white race, of Semitic branch. Asenath, like Tamar, Ruth and other women of the Christ’s ascendancy keep the same genealogical coherency. It’s a critical requisite for the Messiah as much it was for Noah.

  10. Os jafetitas comprovadamente continuam nos lugares legados a eles, a despeito dos europeus terem apagado de suas nações os nomes dos filhos de Jafé. Os nomes eram memoriais a Noé, Jafé ou ao filhos de Jafé que fundaram essas as respectivas nações européias. Flávio Josefo testifica que foram os gregos que, infelizmente, começaram a apagar esses memoriais.

    Japhetics demonstrably remain at the places which were bequeathed to them. That’s verifiable in spite of Europeans had erased from their nations the names of Japhet’s sons. The names were memorials to Noah, Japhet or Japhet’s sons who had founded the correspondent European nations. Flavius Josephus testifies that were Greeks who, unhappily, began to erase these memorials.

Figuras


Figures

  1. A Beleza de Loulan. Representação artística da famosa múmia (semita) Loulan, encontrada com uma outra centena de cadáveres caucasianos nas montanhas Tian Shan no noroeste da China. Tian Shan está a apenas dois pares de meses a pé do rio Amarelo, donde os chineses dizem que o país começou. Embora pareça muito, a distância é trivial para quem vive migrando, como exemplificado pela história bíblica do Êxodo e pelas campanhas militares antes do advento dos transportes motorizados.

    The Loulan’s beauty. It’s an artistic representation of the famous Semitic mummy Loulan. She was found with another hundred of Caucasian corpses at the mountain Tian Shan. It sits in Northwestern China, two peers of months by foot from Yellow river. It’s in at the margins of Yellow river that China began, according to Chinamen. Though the distance seems to be so much, it is trivial to whom lives migrating. The examples of the Exodus and of the military campaigns before the motored vehicles prove it.

    Loulan possui cabelos ruivos. Curiosamente, essa cor capilar era um traço racial que o filho de Isaque, o semita Esaú, também possuía. Em excesso, inclusive. Fonte da figura 1: Merdente Leyla.

    Loulan is red haired. Curiously, that capillary color was the same racial trait that Esau possessed. In excess, incidentally. Source of the picture 1: Merdente Leyla.

  2. Múmia caucasiana (semita) encontrada no deserto de Taklamakan no noroeste da China. Fonte da figura 2: Digital Journal.

    Caucasian mummy (also Semitic) that was encountered at Taklamakan’s desert in Northwestern China. Source of the picture 3: Digital Journal.

  3. Moeda do Império (Semita) Kushan. A moeda tem a face de um homem caucasóide, com uma escrita parcialmente não-pictórica. A escrita indica uma identidade racial distinta da chinesa e ao mesmo tempo uma natural e limitada absorção da cultura chinesa na língua indo-européia de Kushan. Fonte da figura 3: Columbia University.
  4. Coin of Kushan (Semitic) Empire. The coin has a face of Caucasian man, with a writing partially non-Pictorial. The writing indicates a racial identity which is distinct from Chinese and, at the same time, a natural and limited absorption of Chinese culture in Indo-European language spoken by Kushans. Source of the picture 3. Columbia University.

  5. Pictograma egípcio a respeito dos hicsos. Por honestidade, devemos lembrar que um pictograma egípcio que retrate um homem com uma certa cor de pele, não diz necessariamente respeito à raça de quem está retratado. Um mesmo faraó pode ser retratado igualmente em cor branca, marrom, preta, vermelha, etc. A cor da pele na escrita egípcia quase sempre significa um aspecto cultual e religioso que está ligado ao contexto do pictograma. Por exemplo, preto significa o culto da fertilidade, etc. Todavia, um pictograma que apresenta consistentemente os hicsos como brancos, é uma curiosidade diante de tudo o que já foi exposto.

    Egyptian pictogram regarding to Hyksos. For the sake of the honesty, we must remember that an Egyptian pictogram which shows a man with a certain color of the skin, isn’t necessarily saying something about his race. A single Pharaoh may be equally portrayed in white color, brown, black, red, etc. The color of the skin almost ever means a cultual aspect of whom is portrayed, under the context of the pictogram. For example, the black means the cult for the fertility, etc. However, if a pictogram portrays Hyksos as whites, that’s a curiosity forth from all what was exposed.

    O Faraó Kamose refere-se aos hicsos como “asiáticos”. A designação não é uma referência à raça mongolóide. Ela é uma referência ao fato dos hicsos virem da Mesopotâmia. Fonte da figura 4: War on the Horizon.

    Pharaoh Kamose refers to Hyksos as “Asians”. He isn’t referring to Mongolic race. It’s a reference to the fact of which Hyksos came from Mesopotamia. Source of the picture 4: War on the Horizon.

  6. Os egiptólogos, em sua cegueira obstinada e fraudulenta, dizem que Senmut é a pessoa que segura o bebê. Obviamente, eles negam que Senmut seja Moisés e acrescentam estupidamente que o bebê era a Faraó Hatshepsut. Ocorre que o bebê é masculino, segundo os pictogramas. Eles, como alienados que são, ignoram essa informação.

    Egyptologists, in their blind and fraudulent stubbornness, dare to say that Senmut is the person who is holding the baby. Obviously, they deny that Senmut is Moses. They add stupidly that the “he” was Pharaoh Hatshepsut. But the baby is male, according to pictograms. they, since they are alienated, ignore this information.

    A verdade dos fatos é que o bebê é Senmut (Moisés). A pessoa que
    o segura é Hatshepsut, a mesma mulher que resgatou Moisés do rio Nilo e o adotou como seu filho. Moisés foi resgatado do Nilo no logo início do reinado de Tutmoses I, pai de Hatshepsut.

    The simple truth of the facts is that the baby is Senmut (Moses). The person who is holding him, is Hatshepsut. Hatshepsut is the same woman who had rescued Moses from Nilo river. He was rescued at the very beginning of the kingship of Tutmoses I, the father of Hatshepsut.

    Flávio Josefo diz que os sacerdotes egípcios sabiam que Moisés era um hebreu, filho de escravos hebreus. Eles não queriam que os hicsos voltassem ao poder no Egito, por isso odiavam Moisés. Quando Tutmoses II morreu, Moisés era o sucessor legítimo. Ele declinou o trono. Moisés temia ser assassinado pelos sacerdotes (eles haviam realmente tentado matá-lo) e sabia que o Senhor tinha algo melhor para ele.

    Flavius Josephus tells that Egyptian priests knew that Moses was Hebrew, son of Hebrew slaves. They didn’t want that Hyksos came back again to the charge of Egypt. Due to that, they hated Moses. When Tutmoses II died, Moses was his legitimate successor. He declined the throne. Moses was afraid to be killed by the priests (they really tried to kill him) and he knew that God Almighty had some better to him.

    Hatshepsut, porquanto não havia outro herdeiro, tomou o cetro para si. Ela foi sucedida por Tutmoses III. Tutmoses III odiava a ambos, Hatshepsut e Moisés. Ele tentou com grande esmero apagar as referências oficiais a Hatshepsut, porque ela era uma mulher que se atreveu a ser Faraó e porque ela amava maternalmente a Moisés. Foi no reinado de Tutmoses III que Moisés fugiu para Midiã.

    Hatshepsut, since there was no other heir, took up the crown for herself. She was succeeded by Tutmoses III. Tutmoses III hated both, Hatshepsut and Moses. He tried with great effort to erase the official registers about Hatshepsut, because she was a woman who durst to assume Egyptian throne and she loved maternally Moses. It was under Tutmoses III that Moses fled to Midian.

    É importante salientar que o rol de reis citados acima não concorda com a cronologia oficiosa dos egiptólogos. A cronologia que eles estabeleceram torna impossível saber a real data do Êxodo. A razão disso é a egiptologia tradicional ser cega e burra como uma porta. Ela estabeleceu uma cronologia que erra por dois séculos para menos, em relação ao real. Porém, a cronologia correta pode ser facilmente calculada a partir de dados trazidos por Eusébio de Cesaréia e pela LXX. Fonte da figura 5: Study Blue.

    It’s important to highlight that the list of kings before said, doesn’t agree with the officious chronology of Egyptologists. Their chronology becomes impossible to know the actual date of the Exodus. The reason of the why is that Egyptology is blind and stupid like a door. It established a chronology that makes a mistake by two centuries below from the real. However, the correct chronology can be easily obtained from the data brought by Eusebius Caesarea and Septuagint. Source of the picture 5: Labe Shops.

Uma Breve História das Raças   /   A Short History of the Races (2)

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As estórias como História



The tales as History

Muito do que se conhece dos primeiros séculos da humanidade após o Dilúvio, vem de Beroso, o caldeu. Beroso não é a única fonte histórica desse período e tampouco a mais confiável. Há o Livro dos Jubileus, algumas escassas informações de Flávio Josefo, e as Crônicas de Eusébio de Cesaréia, etc. Essas fontes são muitíssimo mais confiáveis, porquanto participantes de nossa Religião infalível e abonadoras de nossa santa Septuaginta. Mas Beroso é o mais detalhista de todos, sem mencionar que ele revela a impressionante historicidade por trás da fumaça de mentiras do paganismo.


Many about of what is known (on the first centuries after the Deluge) by though Berosus, the Chaldean. He isn’t the unique source from that period, neither the most reliable. There’re other sources more reliable. There’re the Book of the Jubilees, the Chronicon of Eusebius, some few information from Flavius Josephus, etc. These sources are more reliable, because their are contained in our infalible Religion and they support the holy Septuagint. Nevertheless, Berosus is the most detailed amongst them. He also unveils the admirable historicity behind the smoke of lies of the paganism.

As vicissitudes de Sem


The setbacks of Sem

A herança que Sem recebeu de Noé era simplesmente imensa. Quase a Ásia inteira, sem mencionar o Oriente Médio. O que se pode concluir seguramente de Beroso e dos demais, é que os semitas perderam quase tudo. Está claríssimo como o Sol, muito mais atualmente embora existam cinco mil anos entre nós e Noé, que alguma desgraça se abateu sobre os semitas. Eles foram privados de herança quase que completamente. Pontuar isso é estupefaciente. Porém, o fato é que o Império Hitita não ter sido hitita. Ele deveria ter sido semita. O Império Babilônico não deveria ter sido caldeu. Ele deveria ter sido semita. A China não deveria ser chinesa. Ela deveria ser semita. A Índia não deveria ter sido indiana. Ela deveria ter sido semita, etc.


The heritage which was received by Shem was simply enormous. It was almost the entire Asia, including the Middle Eastern. It possible to conclude, from Berosus and from the others, that Semitics lost almost everything. It’s very shining like the Sun, much more nowadays in spite of exist five thousand years between us and Noah, the blatant fact that some disgrace happened to Shem’s people. They were completely deprived from their legitimate heritage. Pointing out it, is stupefying. The Hittite Empire shouldn’t have been Hittite. He should have been Semitic. The Babylon Empire shouldn’t have been Chaldean, but Semitic. The China shouldn’t have been Chinese, but Semitic. Also for the India. He should have been Semitic, etc.

A Palestina cananéia não deveria ser cananéia. Ela deveria ter sido puramente semita. Há décadas os semitas perderam a Palestina de novo, ainda hoje a triste situação remanesce, ao contrário do que acreditam os traidores sionistas entre nós cristãos. Eles são traidores porque em nome de uma heresia sangrenta, ele celebram alegremente os crimes sionistas que são cometidos contra os árabes que vivem na Palestina há séculos. Entre as vítimas, há muitos cristãos palestinos. Não existe nada que justifique isso. Quaisquer que sejam as violências (reais ou imaginárias) que os europeus lançaram contra os judeus (e os judeus também violentaram os europeus ao longo dos séculos, especialmente durante certos regimes revolucionários, com resultados mais graves que os suplícios concretos ou supostos que eles experimentaram), os palestinos não tem culpa disso. Os palestinos nada tem a ver com as rixas milenares entre os europeus e os judeus.


The Canaanite Palestine shouldn’t have been Canaanite. He should have been Semitic. Even nowadays Palestine remains non-Semitic, although the treacherous Zionists amongst us Christians affirm the contrary. They’re traitors because, towards a bloody heresy, they celebrate with great joy all Zionist crimes which are committed against Palestinians who dwell in the country throughout the centuries. Amongst the victims, there’re many Christian Arabs. There are nothing to justify it. Whatever be the violences (real or imaginary) thrown up upon Jews by European hands (and Jews also violated Europeans throughout the centuries, specially during some revolutionary regimes, whose results were even more grievous than the concrete or alleged torments suffered by them), Palestinians don’t have any guilt for that. The millennial brawl between Europeans and Jewish has nothing to do with Arabs.

O semita indiano

The Indian Semitic

A mitologia e a história da Índia põem luz na história da Ásia semita antes dos asiáticos. Em tempos remotos, a Índia havia sido dominada por uma casta ariana, que viria a ser os Vedas. Os arianos védicos foram os criadores do hinduísmo. A religião hindu foi concebida a partir de uma versão corrompida da verdadeira tradição oral estabelecida por Noé[1].

The mythology and the history of India put a light on Semitic Asia before the Asians. In ancient times, India was dominated by a Aryan caste who would become the Vedas. The Aryan Vedics were the creators of the Hinduism.
The Hindu religion was conceived from a corrupted version of the true oral Tradition established by Noah[1]
.

A questão racial dos védicos é interessante, porque os indianos são um povo esmagadoramente mestiço. Os Vedas históricos, porém, são brancos de fenotipo europeu. Os historiadores seculares, imersos em incompetência e preconceitos, tendem a supor que os ascendentes dos védicos são invasores nômades que tomaram a Índia dos mestiços dravidianos. Até mesmo Hitler foi levado por essa idéia, porquanto deu-lhe uma função de propaganda de auto-glorificação racial.

The racial issue on the Vedics is interesting because the overwhelming majority of the Indians is compounded by Mestizos. The historical Vedics are Whites with European phenotype, however. The secular historians, under their incompetence and prejudices, accustom to suppose that the Vedic ascendants are Nomadic invaders who took India from the Dravidian Mestizos. Even Hitler was deceived by that idea, thence, he used it for propaganda of racial self glorification.

Os historiadores nazistas criaram uma teoria complexa. Eles diziam que os ascendentes dos Vedas teriam sido nórdicos nômades que invadiram o Norte da Índia dravidiana, a partir da Mesopotâmia. A teoria é uma meia-verdade. É verdade que os ascendentes dos védicos, brancos e semitas, migraram para a Índia[2]. Mas não é verdade que eles sejam nórdicos (escandinavos), embora tenham o fenotipo aparentemente nórdico de nosso adorado Senhor. Eles vieram diretamente da Armênia. A migração dos ascendentes dos Vedas ocorreu antes dos não-semitas. Portanto, os dravidianos são os reais invasores. Os nômades, aqueles que geraram os dravidianos, foram os cuxitas originários da África.


The Nazi historians created a complex theory. They said that the Vedas’s ascendants were Nordic nomadics who invaded the North of India through Mesopotamia. The theory is a half truth. It’s truth that the Vedics, Whites and Semitics, had migrated to India [2]. But they weren’t (Scandinavian) Nordics, notwithstanding they possess a Nordic appearance likewise to our Lord worshipped. They come directly from Armenia. The migration of the Vedas occurred before the non-Semitics. Hence the Dravidians are the true invaders. The Nomadics, those who truly generated the Dravidians, were the Cushites who were originated from Africa.

Os cuxitas migraram para a Índia, partindo do Egito em direção ao Afeganistão[3], via Palestina. Do Afeganistão, eles prosseguiram a migração para Índia através de um complexo fluvial que atravessa a região terrivelmente montanhosa do Afeganistão. O complexo possui uma saída para as planícies do Paquistão, um caminho mais fácil para a Índia. Na Índia, eles se estabeleceram ao sul e acabaram reduzidos a uma casta pobre.


Cushites migrated to Asia going out from Egypt towards Afghanistan[3] via Palestine. From Afghanistan, they continued to walk towards India through a fluvial circuit that crosses the country which is very mountainous. The circuit provides an exit to Pakistan and an easier pathway to Indian Northwest. In India, they settled themselves at the South where they was reduced to a poor caste.

Seguramente, a migração semítica à Índia, precedente da cuxita, seguiu um trajeto similar ao caminhado pelos cuxitas[4]. Porque existia o reino Sindi (Indus em latim) no Paquistão que faz fronteira justamente com o noroeste da Índia. O rio Cabul na Antigüidade foi nomeado em referência aos sindis como “rio Indus”. Flávio Josefo faz referência a um povo semítico que habitava às margens do Indus, originários da Armênia.


Certainly, Semitic migration to India, which is precedent to Cushite migration, followed a similar pathway than Cushites had walked[4]. Because there was the Sindh kingdom (“Indus” in Latin) that was exactly sited at the frontiers of the Indian Northwest. Indus river (nowadays Kabul river) was named as a reference to Sindh. Even Flavius Josephus states that there was a Semitic people who inhabited at the margins of the Indus. They were originated from Armenia.

Decerto houve uma miscigenação racial entre os cuxitas e os sindis, quando os cuxitas invadiram a Ásia. Todavia, os sindis eram brancos como os Vedas. Por isso é provável que os védicos sejam filhos dos sindis.


There was a racial miscegenation between Cushites and Sindhites when Cushites invaded Asia, there is no doubt in relation to this fact. However, Sindhites were as much Whites as Vedas. It’s very likely that the Vedics are the sons of Sindh.

Notas


Footnotes

  1. O hinduísmo é uma religião monoteísta com uma hierarquia de deuses menores sujeitos a um ser supremo, impessoal. Ela tem como raiz a história do dilúvio, à qual os hindus introduziram as suas fantasias.

    Hinduism is a monotheistic religion that possesses a group of minor gods subjected to a Supreme Being. The Supreme is an impersonal god. Hinduism has as her root a history of the Deluge to what she has added her fantasies .

    Na estória hindu do Dilúvio, pode-se perceber claramente que Noé está relacionado a Manu, e Deus a Visnu. Visnu apareceu como um peixe a Manu, pedindo-lhe proteção. Manu agiu de boa-vontade para com Visnu e cuidou dele, pelo que Visnu retribuiu prometendo-lhe salvar do Dilúvio. Alguns relatos hindus dizem que Manu foi o único sobrevivente e outros que ele sobreviveu com mais sete sábios.

    In the Hindu history of the Deluge, it can be clearly perceived that Noah is related to Manu, and God to Vishnu. Vishnu appeared like a fish to Manu and he begged to Manu for his protection. Manu acted in good will for Vishnu and he took care of Vishnu. Vishnu payed Manu promising to save him from the Deluge. Some Hindu tales say that Manu was the unique survivor and other tales tell that he survived with more seven sages.

    Um relato mais antigo dos hindus, fala de um homem de nome Satiavarman, também sobrevivente de um dilúvio e que tinha três filhos: Sem, Sam e Jyapeti. Sam corresponde exatamente a Cão, porquanto também desonrou o seu pai. O relato hindu de Satiavarman e o relato bíblico de Noé em relação à impostura de Cão são concordantes. A única diferença entre ambos é que Satiavarman amaldiçoou Sam e Noé amaldiçoou Canaã, ao invés de Cão. Ademais, os cabalistas hindus acreditavam que a maldição dita por Satiavarman fez como que Sam se tornasse negro. Eles deram a Sam um nome em caxemiri para transparecer essa crença: Ham-Anay.

    An older tale tells about a man whose name is Styavarman, who also survived from the Deluge. He has three sons: Shem, Sham and Jyapeti. Sham corresponds exactly to Ham, since he dishonored his father too. The Hindu tale of Styavarman and the biblical history of Noah in relation to imposture of Ham are in concordance. The sole difference between both is Satyavarman to have cursed Sham (Ham) and Noah cursed Canaan rather Ham. Moreover, some Hindu Kabbalists believed that the curse thrown by Satyavarman did Sham to become Negro. They gave to Sham a name em Kashemiri to reinforce that belief: Ham-Anay.

    Porque o hinduísmo é uma estória a partir de uma corrupção da verdade, os seus personagens se apresentam misturados quando comparados à nossa Religião. O nosso Senhor Deus pode ser relacionado a Visnu, a Brama, a Shiva, etc., dependendo do incidente relatado e do atributo divino em causa. Noé pode ser relacionado a Manu, a Visnu, a Satiavarman, etc. Cão pode ser relacionado a Nabamedista, a Sam, a Vena, etc.

    Inasmuch as Hinduism is a tale from a corruption of the truth, his characters presents themselves mixed if they’re compared to our Religion. Our Lord God might be related to Visnu, Brahma, Shiva, etc. It will depend of the incident which is told or of the divine attribute which is involved. Noah might be related to Manu, Vishnu, Satyavarman, etc. Ham might be related to Nabhamedistha, Sham, Vena, etc.

    Vena é um personagem interessante porque ele era, segundo as estórias hindus, um rei ímpio que causou muitas dores à humanidade. Quando ele foi assassinado, o seu corpo concebeu um rei justo e mundialmente poderoso, Pritu. Essa estória certamente remete ao imperador Osíris, filho de Cão, que interveio contra a iniquidade de Cão e dos camitas, pacificou o mundo.

    Vena is an interesting character because he was, according to Hindu’s tales, a wicked king who had caused many pains to humanity. When he was killed, his body generated a good and worldwide powerful king, Prithu. It’s certainly reporting to the Emperor Osiris, son of Ham. Osiris intervened against the wickedness of Ham and of Hamitics and pacified the world.

    Nessa confusão, é importante notar que embora Noé se relacione mais apropriadamente a Manu, o nome Manu é a forma sânscrita para Sem. Isso não deve nos surpreender porque prova o quanto a Índia, que nasceu branca e semita, está relacionada a Sem. O nome Manu mostra que os hindus foram se esquecendo aos poucos de Noé, vindo a subtitui-lo por Sem. Sem, como o fundador da Índia, está mais próximo à psiquê hindu.

    In this confusion is important to note that though Noah is related more properly to Manu, the name “Manu” is a Sanskrit form to Shem. It shouldn’t to surprise us, because it’s a proof about how much India, that was born White and Semitic, is related to Shem. The name “Manu” shows that Hindus were forgetting Noah and replacing him by Shem, to whom they were more linked as Patriarch in psychological terms.

    Da mesma forma, Fu Xi (Noé para os chineses). Ele foi considerado um deus distante e o seu culto foi preterido em favor de Shennong (Sem).

    In same way Fu Xi (Noah for Chinamen). He was regarded as a distant god. His cult was postponed towards Shennong (Shem).

  2. A Tradição diz que os semitas já se moviam para o leste desde cedo, muito antes das migrações camitas para a Ásia. Sem estabeleceu a primeira cidade semítica ao redor da Arca (na Armênia) muito ao nordeste das herdades de Cão. O semitas foram fundando cidades, entre elas a Ur caldéia, à medida que rumaram em direção ao Paquistão.

    The Tradition says that Semitics were already moving out to East earlier, very before Cushite migration to Asia. Shem established the first Semitic city around the Ark (in Armenia) very far away to Northeast from the heritage of Ham. Semitics were founding cities, among them the Chaldean Ur, inasmuch as they were walking towards Pakistan.

    Nesse ínterim, Cão estava na África (Ocidente) com os seus filhos, porque havia rumado para lá de pronto, desgostoso e amargurado, porquanto o seu pai havia amaldiçoado Canaã. Sem, por outro lado, sempre esteve ao lado do pai, posto que era o favorito dele.

    Whilst that, Ham was settled in Africa with his children. He moved out to Africa (West) immediately, disgustful and bitterly, because his father cursed his son Canaan. By the other hand, Shem always was with his father, since Noah regarded as his favorite.

  3. O Afeganistão, que fica ao noroeste da Índia, está cheio de referências geográficas aos cuxitas. Em sânscrito, uma língua védica, Gandahar (Kandahar) significa “os descendentes cainitas de Adão”. Os cainitas são ascendentes dos camitas. O Afeganistão era conhecido na Antiguidade como Hindu Cuxe, a Etiópia asiática.

    Afghanistan, that is sited at the Northwest of India, is full of geographic references to Cushites. In Sanskrit, a Vedic language, Gandahar (Kandahar) means “Cainite descendants of Adam”. The Cainites are ascendants of Hamitics. Afganistan was known in Ancient Age as Hindu Kush (Cushite Ethiopia).

  4. O trajeto dos cuxitas à Ásia é milenariamente preferido por diversos povos. Ele foi usado por Alexandre, o Grande, em suas campanhas militares. É provável que o Faraó Sesóscris, da segunda dinastia egípcia (muitíssimo antes de Alexandre), tenha seguido o mesmo caminho para invadir as terras semíticas da Ásia.

    The pathway of Cushites is millennially preferred by many nations. It was used by Alexander the Great in his militar campaigns. It’s likely that Pharaoh Sesostris, of the second Egyptian dynasty (very much before Alexander), had used the same pathway to invaded Semitic lands of Asia.

    O Faraó Sesóscris foi um criminoso camita que iniciou uma expansão militar contra os semitas e os jafetitas. Ele foi até Rio Ganges no leste e até o Danúbio no oeste. Esse réprobo invadiu as terras alheias aos camitas quando Sem ainda estava vivo. A agressão ocorreu cinco séculos antes de Nimrode e a confusão de Babel. As vitorias militares de Sesóscris foram, entretanto, efêmeras.

    The Pharaoh Sesostris was a Hamitic criminal who started a military agression against Semitics and Japhetics. He went to Ganges river at East and to Danube at West. This reprobate had invaded the alien lands when Shem was alive yet. His aggression occurred five centuries before Nimrod and the confusion of languages at Babel. The military victories of Sesostris was ephemeral, however.

    É muito provável que ele tenha dado causa à invasão cuxita e sinaíta contra a Ásia de Sem. Ele pode ter feito uso de cuxitas e sineus como os seus soldados.

    It’s very likely that he have given a cause to Cushite and Sinite invasion against Asia of Shem. He might have used of Cushites and Sinites as his soldiers.

Figuras

Figures

  1. Manu e os sete sábios conduzidos por Visnu durante o dilúvio universal. Manu, neste ícone, é indiscutivelmente Noé. Os setes sábios são uma representação corrompida da família de Noé, que também embarcou na Arca. Os sobreviventes foram quatro casais. Fonte da figura 1: Divine Abobe News.

    Manu and the seven sages being conducted by Vishnu during the universal deluge. Manu, in this icon, is indisputably Noah. The seven sages are a corrupted representation of the family of Noah, that also is inside the Ark. The survivors were four couples. Source of the figure 1: Divine Abobe News.

  2. Adi Shanakaracharya, um descendente dos arianos védicos. Fonte da figura 2: Wikimedia.

    Adi Shanakaracharya, a descendant of the Vedic Aryans. Source of the figure 2: Wikimedia.

  3. Rei-sacerdote sindi de Morenjo-daro. Fonte da figura 3: Wikipedia.

    A king-priest from Mohenjo-Daro, Sindh. Source of the figure 3: Wikipedia.

Uma Breve História das Raças   /   A Short History of the Races (1)

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Os mistérios da História são mistérios para quem não quer enxergar


The mysteries of the History are mysteries to whom refuses to see

Porque todos nós que tivemos a infelicidade de sermos hipnotizados pelas mentiras diabólicas e viciadas do copernicanismo, do darwinismo e do comunismo talmúdico, não temos o direito de recriminar quem ainda se encontra inocentemente zumbificado por esses males. Contudo, o fato terrível e desgraçado de nosso tempo, é que os historiadores seculares e os evolucionistas são um bando de cegos, surdos e burros. E mentirosos. Do pior tipo: do qual, devido à própria ingenuidade arrogante e voluntária, jubila por ser um mentiroso e por convencer os incautos da sua mentira.


Each one of us was once unhappy due to be hypnotized by the diabolic lies of the Copernicanism, of the Darwinism and of the Talmudic Communism. No one has the right to recriminate who innocently remains zombified by them. However, indeed, disgracefully and terribly, the secular historicists and the evolutionists are a group of blind, deaf and foolish men. They’re a huge liars too. Liars of the worst type: the one who feels proud of himself to be voluntarily an unwary liar and to make foolish the unwary others who he convinces.

A mais terrível irônia é que todas as informações que esses cegos precisam para compreender a História, está debaixo dos narizes sujos e fanáticos deles. Elas sempre estiveram disponíveis há séculos. Especialmente a eles, que risivelmente se auto-intitulam “especialistas” e “eruditos”. Mas que pelo proceder deles, merecem ser presos, internados em hospitais psiquiátricos e forçados a devolver com usura todas as verbas acadêmicas que receberam. Quem em sã e plena consciência pode aceitar a idéia de que o Homem veio de um maldito macaco mutante? Quem pode honestamente aceitar a idéia de que a Terra não está imóvel no Universo, quando todos os nossos sentidos, todas as nossas tecnologias, mostram ou se baseiam numa Terra imóvel? Eles são loucos e são responsáveis pela lavagem cerebral de gerações inteiras de inocentes!


The most terrible irony is that all the historical informations which these foolish ones need to comprehend the History, is justly below from their dirty and fanatical noses. These informations has always been freely disposed, specially to them, that laughably call themselves “specialists” and “scholars”. By their proceedings, they deserve to be jailed, thrown inside the psychiatric hospitals and forced to pay back with usury every cent that they received as public finances for academic researches. In a healthy mental condition, who is the one that would say to be a mutant monkey accursed? Who is the one that would accept the idea that the Earth crazily runs away in the Cosmos, if all our biologic senses show, if all our technologies are based on, the earthy immobility? These hoaxers and stealers of public money, who’re dressed like academics, are responsible for the brainwashing of uncountable generations of innocents.

A única coisa que nós cristãos precisamos para compreender a História, é uma postura humilde e confiante em nosso Santíssimo Deus. Nele não há mácula e não há rugas. Ele não pode mentir. A Religião que ele legou a nós cristãos é puríssima. O que os documentos dos padres e dos leigos membros da Tradição cristã ensinam, com exceções raríssimas aqui ou acolá, são dignos de confiança.


The only thing that we, Christians, need to comprehend the History is a humble behavior and confidence in our Most Holy Lord. In Him, there are no wrinkles neither taints. He can’t lie. The Religion which was legated to us is very pure. The documents that were written by the fathers and lays who are members of the Tradition, are with one or another exception, very accurate.

Temos que abordar com respeito as estórias de nossos ancestrais. Amar ao próximo, é sobretudo amar a nossa raça. O “próximo” é quem tem o nosso sangue, a começar pelos nossos mais próximos: os nossos próprios familiares. Honrar os nossos pais, inclui também o dever de honrar os nossos ancestrais. Ditas essas coisas, podemos honestamente admitir que o paganismo com o qual muitos de nossos ancestrais fornicaram, é um ultraje infinito ao nosso Deus Trino e Santo. Ele é o Criador de todas as coisas. Obviamente, o Criador merece ser amado, obedecido e honrado muito mais prioritariamente do que quaisquer de Suas criaturas. Mas podemos e devemos estar contritos em profunda comoção pelo destino funesto e eterno de muitos deles, embora temos a opção de orar por eles, como os Macabeus fizeram. Entretanto, mesmo no paganismo deles, há elementos de verdade que podemos achar com diligência. Temos que seguir o exemplo dos santos e historiadores cristãos, como Eusébio de Cesaréia, Irineu de Lion, etc. Eles estudaram (com uma admirável paciência!) as estórias deles, com o fim de filtrar a verdade no meio da mentira e da fantasia. O filtro é a Tradição cristã.


We have to hand up respectful the tales of our ancestors. The commandment to love our neighbor is, essentially, a commandment to love our race. Always with priority, ever firstly, in relation to the others. (Only a national by blood could hold a land inside the country, to be neighbor of another national at the ancient times). The duty to love begins with those who’re closest from us: our relatives. (The relatives were forced to live together in the same tribal territory at the ancient times, for that reason, they always symbolize the closest neighbors to love regardless the epoch whence someone lives or if it exists migration). The commandment to honor our parents includes to honor our ancestors too. Considering these principles, we can honestly say that the paganism therein our ancestors fornicated themselves, was a infinite outrage to the our Holy Lord. The Solely and True God is the Creator of the whole Universe. Obviously, the Creator deserves to be loved, obeyed and honored much more above than any other amongst His creatures. But we can be sad and affected by the eternal and baneful destiny of many of our ancestors, although we have the option and the duty to pray for them, such as the Maccabeans did. However even inside their paganism, there are particles of truth that we can find with diligence. We have to follow the examples of our holy and heroic historicist Christians, like Eusebius of Caesarea, Irenaeus of Lyon, etc. They studied (with a huge and generous patience!) the tales of our ancestors, percolating the truth amongst the lies and the fantasies. The filter is the Christian Tradition.

Se, porventura, algum maluco e idiota dizer que não podemos confiar nos nossos santos historiadores mais do que nele próprio, porque eles teriam uma agenda política e religiosa a defender, deixemos que ele engula as suas palavras e se engasgue com as suas próprias ilusões! Ele é maluco porque está há milênios de distância das fontes antigas, agora perdidas. Se os nossos historiadores antigos não são dignos confiança, muito menos confiável é ele que vive entre nós. Todavia, nós somos cristãos. Não levantar falso testemunho é um preceito mandatório da nossa Religião. O que é mais um motivo para agirmos de boa fé para com os nossos. Esse preceito não é necessariamente mandatório para esses supostos especialistas. São eles que realmente possuem uma agenda muito concreta e pessoal a defender: cargos, verbas, reputações, etc.


Ii someone who is stupid or crazy says that we shouldn’t trust in our heroic historicist Christians, because they would have an alleged agenda to defend, let him to eat and to choke by his words and delusions! He is stupid, because he is from millenniums of distance from the original historic sources, many of them now lost. If our historians don’t deserve to be trusted, he deserves very much less, since he lives nowadays. However, we’re Christians. The precept to not speak falsely is a Christian mandatory precept. That’s one more reason to trust in those amongst us. The precept isn’t necessarily mandatory in the standpoint of these alleged scholars. They really have a very concrete and personal agenda to defend: their offices, their financings, their reputations, etc.

As informações históricas estão disponíveis a um palmo de nossa fronte. Embaralhadas, similares a um quebra-cabeças que inclui algumas peças falsas. Entretanto, elas estão disponíveis.


These historic informations are freely disposable in front of our faces. They are mixed, like puzzles whence some false parts are included. However, they are disposable.

A divisão do mundo

The division of the Earth

Noé se irou com Cão a ponto de querer vingar-se dele em seu filho Canaã. Ao menos, essa é uma hipótese plausível e lógica do motivo da maldição de Canaã.

Noah was furious against Ham, at the point to revenge of him in his son Canaan. At least, that hypothesis is plausible and logical about the reason of the Canaan’s curse.

A condenação de Cão faria com que ele perdesse os seus direitos de herança. Mas, o amor paterno prevaleceu, e Noé perdoou a impostura de Cão. Cão ganhou a porção da Terra que lhe caiu por sorteio.

The condemnation of Ham could do him to lose his heritage’s rights. But, the paternal love prevailed, and Noah forgave the imposture of Ham. Ham gained the land portion which fell to him by sortition.

Segundo a Tradição, a divisão do mundo conhecido por Noé, foi feita da seguinte forma, por sorteio:

According to the Tradition, the division of the world that was known by Noah, was done in the following way, by sortition:

  1. Abaixo do paralelo 60 na Ásia (a referência é plausível), a partir do lado oriental do Rio Nilo, os territórios: a Turquia, o Oriente Médio, o Império Mongol, a Tailândia, a Índia, o Laos e o Cambodja. Eles foram dados à descendência de Sem.

    Below to the 60th parallel in Asia (the reference is plausible), from the Eastern side of the Nile River, the following territories: Turkey, the Middle Eastern, the Mongol Empire, Thailand, India, Laos and Cambodia. These territories was given to Semitics.

  2. A África, a partir da área ocidental do Nilo, foi dada à descendência de Cão.

    The African continent, from the Western side of Nile River, was given to Hamitics.

  3. A Europa e a Ásia acima do paralelo 60 (a referência é plausível) foram dadas aos filhos de Jafé.

    Europe and Asia above of the 60th parallel (the reference is plausible) were given to Japhetics.

Imprecações que predizem o futuro

Imprecations which predict the future

A condenação de Cão não foi uma autorização para o crime de escravidão (o que não é o mesmo que servidão) contra os descendentes dele. Ela não foi uma mágica que transformou Cão ou Canaã em negros, segundo o que imaginaram alguns. Ela não foi sequer uma profecia consciente. Mas não há dúvidas de que ela foi um presságio do sofrimento que viria nos séculos seguintes. A condenação de Cão pressagiou certas tendências raciais de comportamento que afetariam muitos entre os camitas e afligiriam a humanidade como um todo. Não foram as palavras de Noé que criaram magicamente essas tendências, já que elas se sucederam ao comportamento imanente de Cão. Mas elas as denunciaram.

The condemnation of Ham wasn’t a permission to the crime of slavery (it isn’t the same than the patronage) against his descendants. It also wasn’t a magic which transformed Ham or Canaan into Negroes, according to someones. It wasn’t even a prophecy that was said consciously. But, undoubtedly, it was a presage about the suffering which would come in the following centuries. The condemnation of Ham presaged some racial tendencies of behavior which would affect many amongst Hamitics. These trends would affect the whole mankind as well. The imprecations of Noah weren’t the magic causes of these trends. The condemnation had happened thereafter of Ham’s behavior. But the imprecations denounced them.

Todos os filhos de Noé foram pioneiros em várias artes e ciências. Eles trouxeram esses conhecimentos da civilização pré-diluviana. A tradição religiosa chinesa até atesta que Sem (ele é chamado de Shennong) foi o pioneiro fitologia e foi um ferramenteiro agrônomo. Noé foi o pioneiro da Cosmologia e da Matemática. Todos eles foram construtores de cidades. Mas os filhos de Cão, além desses talentos, também foram pioneiros em coisas inconvenientes. Foram eles que iniciaram as guerras, as tiranias, o culto aos mortos e o politeísmo. As iniqüidades dos camitas se espalharam como pragas por entre os demais filhos de Noé. Os camitas estavam repetindo em menor grau vários dos eventos que acabaram por levar a humanidade ao Dilúvio. Na era pré-diluviana, a corrupção generalizada havia sido iniciada pelos cainitas e multiplicada pelos nefilins. Foram a queda moral e racial do povo de Deus (os setetitas) perante os cainitas e a ameaça de extinção da humanidade pelos nefilins que precipitaram o Dilúvio. Agora era a vez dos camitas de corromper o povo de Deus: os jafetitas e os semitas.

Every Noah’s child was pioneer in many sciences and arts. They brought their knowings from the pre-Dilluvian civilization. The Chinese religious tradition even testifies that Shem (he is called Shennong) was the pioneer of the herbology and was an agronomic toolmaker. Noah was the pioneer of the Cosmology and of the Mathematic. Everyone amongst them were builders of cities. But the Hamitics were pioneers in abominable things as well. They began the wars, the tyrannies, the cult of the dead and the polytheism. The iniquities of the Hamitics were spread themselves like plagues amongst the Japhetics and Semitics. The Hamitics were repeating, in minor degree, the same events which had conducted the humanity to the Deluge. At the pre-Delluvian age, the generalized corruption had begun with the Cainites. It was hugely multiplied by the Nephilins. The Deluge was precipitated upon the Earth due to the moral and the racial fall of Sethites before the Cainites and the Nephilins. The Nephilins were extinguishing the mankind as well. Now, the Hamitics were those who were corrupting the God’s people: Semitics and Japhetics.

O primeiro apóstata pós-diluviano foi Cão. Ele foi um feiticeiro e foi chamado de Zoroastro pelos caldeus. Ele e os filhos dele não se contentaram com a África que receberam pela benevolência de Noé[1]. Eles invadiram as terras de Sem e as terras de Jafé. Eles empreenderam essa impiedade, embora sequer tivessem (tecnicamente) o direito de exigir a África de Noé. Os cuxitas conquistaram com sucesso a porção semita do Egito. Os cananeus avançaram pela Palestina e conquistaram-na, e em seguida a Turquia, ambas pertencentes a Sem. Os sineus passaram dentre os cananeus e invadiram a Ásia.

The first post-Dilluvian apostate was Ham. He was a magus, called Zoroaster by the Chaldeans. He and his songs weren’t satisfied themselves with the Africa. (Although they didn’t even have the right to demand the Africa from Noah[1]). They went to the war against his Japhetic and Semitic brothers, in spite of the Noah’s goodwill to them. The Cushites conquered successfully the Semitic portion of Egypt. The Canaanites invaded Palestine and Turkey. The Sinites crossed both of these Semitic territories between their Canaanite brothers in order to invade Asia.

Como Sem caiu, Jafé ficou vulnerável. Os camitas egípcios e palestinos avançaram para roubar a Europa de Jafé. Eles estavam na Turquia e invadiram a Península do Egeu donde prosseguiram para a Europa Central[2]. Eles só foram expelidos das terras de Jafé aos poucos[3], com o passar dos séculos. Antes que os jafetitas aprendessem a arte da guerra e ganhassem a iniciativa, o Império mundial que os camitas construíram, precisou entrar em colapso na confusão sobrenatural de línguas em Babel. O colapso de Cão foi o alvorecer da liberdade de Jafé. “Jafé” significa “liberdade”, aliás.

As Shem had fallen, Japhet was vulnerable. The Egyptian and the Palestinian Hamitics went to take the whole Europe from Japhet. They were in Turkey and moved towards Aegean Peninsula from whence they could go forwards to Central Europe[2]. They were only expelled from Japhet very slowly, inasmuch as the centuries were passing. It was needed to occur the sobrenatural fall of the global Empire that the Hamitics had built, through the confusion of the languages in Babel, to allow that Japhetics could breath. Since that the freedom finally came to Japhet, Japhetics could learn the art of the war to defend themselves against their Hamitic usurpers and to take back their heritage[3]. The collapse of Ham was the spring of the freedom to Japhet. The name of Japhet means “freedom”, incidentally.

Desde os dias de Cristo até hoje, o domínio militar passou aos jafetitas. Sem, por outro lado, jamais se recuperou, com poucas e efêmeras exceções históricas na antiga Palestina e no Egito com por meio dos hicsos. Mas ele perdeu a Ásia completamente, seja por amalgamação com os camitas ou por violência direta.

From the days of Christ till now, the militar initiative has passed to Japhet. On the other hand, Shem never recovered himself from the Hamitic violence. Shem had few moments of victory in Palestine thereby the Ancient Israel and by the Hyksos. But he lost Asia completely, due to the racial miscegenation with Hamitics and due to the direct violence.

Muitas dessas coisas ocorreram quando Noé ainda estava vivo. Enquanto ele viajava pelo mundo conhecido para ajudar os seus filhos a estabelecer diversas monarquias entre as nações e para compartilhar conhecimentos científicos e teológicos, os camitas iniciaram as hostilidades. Eles sequer tiveram a decência de esperar Noé morrer para não matá-lo de desgosto!

Many of these things had occurred when Noah was alive. While he traveled upon the Earth known by him, with the intent to help his children to establish legalistic monarchies and to share scientific and theological knowing, Hamitics opened the hostilities. They didn’t even had the decency to wait Noah to die for not kill him by distaste!

Noé viveu por três séculos após o Dilúvio. Certamente, as conflagrações devem ter traspassado ainda mais o coração paterno dele em relação a Cão. Cão foi banido da presença de Noé. Jafé e Sem, principalmente Sem porquanto localizava-se fronteiriço às terras de Cão, estavam sofrendo horrores nas mãos do próprio irmão. Noé, como pai, sabia que Cão era tão perverso e maligno quanto Cain. E tão perverso e maligno quanto Cão era Canaã, já que foi ele quem primeiro abriu as hostilidades contra os seus irmãos semitas. Cuxe e Sin apenas imitaram o irmão deles, Canaã. Esse fato revela um pouco do caráter criminoso e traiçoeiro de Canaã. E também joga uma luz na atitude de Noé de amaldiçoá-lo ao invés de Cão.


Noah lived three centuries after the Deluge. Certainly, the Hamitic wars had hurt his paternal heart much more in relation to Ham. Ham was banished from his father forever. Japhet and Shem, mainly Shem because he was neighbor to Hamitic lands, were suffering hugely on the hands of their own brother. Noah, as father, knew that his son was malignant. Ham was as perverse as Cain. As perverse as Ham was Canaan. Because it was he who took the initiative and began the wars against his Semitic brothers. Cush and Sin just imitated Canaan. This unveils the criminal and treacherous character of Canaan and puts a light on the act of Noah to curse him instead of Ham.

Seis séculos após a morte de Noé, os camitas chegaram ao ápice do sucesso militar e político ao redor da Terra conhecida. Nimrode[4], cuxita, fundou o Primeiro Império Babilônico, o primeiro império universal da História, exigindo ser adorado como um deus. Nimrode veio ao domínio mundial depois de destruir os últimos resistentes, que eram da parte dos jafetitas. Ele foi chamado de Saturno pelos caldeus. Foi a partir do saturnismo que a idolatria se institucionalizou pelo mundo. Flávio Josefo atesta que Nimrode jurou ódio figadal ao Deus de Noé. Ele obrigou os seus súditos a construir a famosa Torre de Babel[5] com o objetivo de desafiar Deus a provocar um novo Dilúvio. Era uma espécie blasfema de aposta. Nimrode desafiou o Senhor nosso Deus a fazer com que as águas superassem a Torre. Ele tentou mostrar aos compinchas dele, que o Senhor não era forte o bastante para expulsar os camitas das terras que eles haviam roubado de seus irmãos jafetitas e semitas. Ele realmente tinha fantasias acerca de chegar aos céus para (literalmente) esbofetear o nosso Deus e se vingar dos criminosos cainitas, parentes de Nimrode, que Ele executou no Dilúvio. Nimrode era completamente maluco. Pode-se dizer que ele foi o primeiro herege marcionita e satanista da História. Deus derrubou a Torre imediatamente e fez desaparecer o Império Camita. Os semitas e os jafetitas foram liberados da opressão camita.

Six centuries after the death of Noah, Hamitics achieved the apex of the militar and political success around the known Earth. Nimrod[4], a Cushite, founded the First Babylonian Empire, the first global empire of the History, demanding to be worshipped like a god. He got the power after he had overthrown the last resistance from Japhetics. He was called “Saturn” by the Chaldeans. It was through Saturnism that the idolatry and the polytheism had become institutionalized throughout the Earth. Flavius Josephus testifies that Nimrod had sworn to hate our Most Holy God bitterly. Nimrod obliged his subjects to build the famous Tower of Babel[5]. He wanted to provoke God to inundate the Earth again, to see if God was capable to surpass his Tower. Nimrod wanted to play a blasphemous game. He wanted to show to his minions that God wasn’t powerful to expel the Hamitics from the lands of Japhetics and of Semitics. He really fantasized about to go up to the heavens thereby the Tower, to beat God in His face (literally). Nimrod was completely crazy. He intended to revenge the judgment done by God against the Cainite criminals in the Deluge. The Cainites were, obviously, ascendants of Nimrod. It can be said that he was the first heretic Satanist very much before the Marcionism. God did to vanish the Hamitic Empire a few later and took down the Tower immediately. Japhetics and Semitics were finally freed from the Hamitic oppression.

Com o passar dos séculos, porquanto os jafetitas e os semitas aprenderam a violência e o politeísmo[6] dos camitas, todos multiplicaram o mal e o pecado de toda sorte. Ninguém mais esteve livre para se arrogar santo e justo em relação ao outro.


As the centuries were passing, because Japhetics and Semitics learned the violence and the polytheism[6] from the Hamitics, everyone multiplied the evil. No one could show himself more just and holy than the others.

Notas


Footnotes

  1. Noé foi benevolente com Cão e deu-lhe a África. Todavia, a condenação de Cão continua válida. Ele e a descendência dele não tem o direito de possuir outro território além da exceção africana, aberta por Noé.
  2. Noah was merciful to Ham and gave him the Africa. However, the Ham’s condemnation is in effect. He and his descendants didn’t receive the right to possess another territory beyond the African exception which was opened by Noah.

  3. As tribos camitas, sob Cão, haviam se espalhado com violência na Europa jafetita. Eles migraram via Palestina, Turquia e Bulgaria para a Europa Central. Como em qualquer anarquia, após usurparem as terras alheias e de estabelecerem uma ordem social selvagem, os camitas entraram em guerra civis uns contra os outros.

    The Hamitic tribes, under Ham, had wickedly spread themselves with violence amongst Japhetic Europe. They migrated from Egypt via Palestine, Turkey and Bulgaria to Central Europe. Likewise to any anarchy, after they usurped the alien lands and after they established a wild social order, the Hamitics fought ones against the others.

    O então caçula de Cão, o rei Osíris do Egito e o seu filho Hércules (também chamado de Horus pelos egípcios), intervieram nas guerras tribais dos camitas. É interessante perceber que assim como Cão (conhecido por Cronos pelos gregos), Hércules e Osíris eram pessoas reais, históricas, de carne e osso. Depois que eles faleceram, os seus nomes foram usados como personagens em mitologias fantasiosas.

    The youngest of Ham at the epoch, the Osiris of Egypt and his son Hercules (who is called Horus by Egyptians) intervened in the Hamitic tribal wars. It’s interesting to point out that, like Ham (or Cronus according to Greeks), Hercules and Osiris were real people, in flesh and bones. Thereafter their death, they were illicitly deified through mythologic fantasies.

    Um dos mitos cujo pano de fundo apresenta a história real das guerras tribais dos camitas é o mito de Cronos devorando os seus filhos. Cão, no caso Cronos, não só lutou contra os jafetitas e os semitas. Mas lutou contra (devorou) os seus próprios filhos.

    One of the myths which shows the real history of the Hamitic tribes in war, is the myth of Cronus devouring his children. Ham (Cronus) didn’t fight only against Japhet or Shem. He fought against (he devoured) his own children.

    Na intervenção, Osíris invadiu a Espanha através do Estreito de Gibraltar e em seguida a França e a Alemanha. A Europa Central e as penínsulas Greco-Romanas caíram sob Hércules.

    During the intervention, Osiris invaded Spain through Gibraltar Straight and move forwards to France and Germany. The Central Europe and the Greco-Roman Peninsulas fell before Hercules.

    No contexto das guerras civis camitas, Tifão (conhecido por Set pelos egípcios) pôs termo à vida de Osíris, o seu próprio irmão. Pela pacificação temporária que Osíris trouxe ao mundo, ele foi adorado como um deus pelos antigos.

    In the context of the Hamitic civil wars, Typhon (Seth to Egyptians) put a end to the life of Osiris, his own brother. Due to the temporary pacifications that Osiris brought to the world, he was worshipped as a god by the ancients.

  4. Essa é uma das primeiríssimas vitórias de Jafé contra Cão. Durante o domínio camita da Europa central, Dardano, descendente de Hércules, fundou Tróia. Pelo amor de nosso Senhor a Jafé, a Tróia camita veio a ser destruída tempos depois pelos gregos. Dessa forma, os filhos de Jafé retomaram a sua herança no Egeu.

    The one of the firsts victories of Japhet against Ham. During the Hamitic rule upon the Central Europe, Dardanus, descendant of Hercules, built Troy. By the sake of our Lord to Japhet, the Hamitic Troy was destroyed in the following years, by the Greeks. In this way, Japhetics took back their heritage in the Aegean.

    Depois da guerra de Tróia, os filhos de Jafé foram num crescendo de sucessos internacionais. Os persas camitas, os fenícios na Espanha, os cananeus na Palestina, os egípcios, etc., ninguém foi páreo para a raça européia. Os jafetitas realmente viraram a mesa contra Cão, a despeito dos séculos de demora.

    After Trojan war, Japhetics were accumulating international successes, one after other, against Ham. The Hamitic Persians, the Hamitic Phoenicians in Spain, the Canaanite Palestinians, the Egyptians, etc., no one was capable to stop the European race. The Japhetics really had turned the game against Ham, in spite of the centuries of suspense.

  5. Embora cuxita, é altamente provável que Nimrode tenha sido branco. Nem todos os cuxitas são negros. O fenômeno biológico da geração de negros e brancos é exclusivamente cuxita.

    Although Nimrod be Cushite, is very likely that he had been White. There are White and Black Cushites. The biological phenomena of the Black and White generation is exclusively Cushite.

    Uns dizem que Nimrode é o próprio Imperador Nino, que é um homem branco. Outros dizem que Nino é filho de Nimrode. Nimrode casou-se com Semiramis. Qualquer que seja o caso, ela casou com ambos: Nimrode e Nino. Se Nino não é Nimrode, então ele casou com a própria mãe, como procederam alguns reis egípcios. Semiramis é retratada como uma amazona e por isso se conclui que ela é branca.

    Someones say that Nimrod is the Emperor Ninus. Ninus is White. Other say that Nimrod is the father of Ninus. Nimrod married to Semiramis. In any way, she was wife of both: Nimrod and Ninus. If Ninus isn’t Nimrod, then Ninus married with his own mother, such as some Egyptian kings proceeded. Semiramis is portrayed like a Amazon, implying that she also was White.

    Se Nino é filho de Nimrode, e esse parece ser o caso, então é sabido que os semitas adoraram Nimrode representado como Baal, ao invés de representado como Saturno. Porque Baal é o pai de Nino.

    If Ninus is son of Nimrod, it seems to be the case, then it’s known that Semitics worshipped Nimrod as Baal instead of Saturn. Because Baal is the father of Ninus.

  6. Poucos séculos depois da morte de Noé, o mundo inteiro caiu sob o jugo camita. A cidade de Babel (também chamada de Sinar) foi a capital de um Império mundial. Esse é o motivo do qual a Bíblia sempre usar Babel como um símbolo profético de imperialismo pagão. A Babel de Nimrode tornou-se um centro mundial de adoração pagã, já que a idolatria foi uma invenção dos camitas. A prova disso são os nomes dos deuses mais famosos do mundo: Netuno, Horus, Juno, Zeus, Hélio, Ísis, Osíris, Hércules, Saturno, Júpiter, Cronos, etc. Todos esses nomes advém de pessoas camitas de carne e osso, ligadas às dinastias pré-hicsos do Egito. Elas foram ilicitamente deificadas post-mortem. A coincidência camita impressiona, porque esses nomes foram espalhados e cultuados por raças diferentes.

    A few centuries after the death of Noah, the whole world fell on Hamitic hands. The city of Babel, also known by Shinar, was the capital of a worldwide Empire. That’s the reason thereof the Bible to use constantly Babel as a symbol of pagan imperialism, since that the idolatry was invented by Hamitics. The proof is the names of the most famous gods and goddesses of the world: Neptune, Horus, Zeus, Helios, Isis, Osiris, Hercules, Saturn, Chronus, etc. All these names are related to Hamitic persons who were illicitly deified “post mortem”. The Hamitic coincidence is very impressive because these names were spread and worshipped by different races and cultures around the Earth.

    Porque as nações já estavam estabelecidas na época do Primeiro Império Babilônico, o culto pagão global que Nimrode queria fundar, imporia a migração em massa de populações oriundas de todas as terras habitadas. O destino migratório era a cidade de Sinar. Isso aconteceu de fato, antes da confusão das línguas.

    Since the nations were already established at the epoch of the First Babylonian Empire the pagan cult which Nimrod wished to found, would impose the worldwide mass migration to Shinar. That happened indeed, before the tongues’s confusion.

    A localização exata de Sinar é desconhecida. Sabe-se que ela está próxima à Nínive dentro do Iraque. Sinar foi pilhada diversas vezes ao longo dos séculos, conforme Josefo. Por isso é difícil encontrar algo que comprove indiscutivelmente a sua localização. Ele até acrescenta que os tijolos da Torre, primeiramente preservados como memoriais, foram depois utilizados pelos reis babilônicos em suas construções.

    The exact site of Shinar is unknown till nowadays. The unique known thing about her, is that she is close to Nineveh inside Iraq. She was looted many times throughout the centuries, according to Josephus. Due to that is very hard to determine his exact localization. He even states that the bricks of the Tower, first preserved as a memorial, were thereafter used by some Chaldean kings in their constructions.

    Os jafetitas e os semitas, depois que chegaram a Sinar, foram impedidos de sair de lá. Nimrode queria desafiar a Deus com a Torre e necessitava de escravos para construí-la. Ademais, mesmo que a Torre não fosse um objetivo prioritário, ele queria manter os seus súditos próximos a si, para que o adorassem.

    The Japhetics and Semitics, after their arrival in Shinar, were barred to go outside there. Nimrod wanted to defy God with his Tower, so, he needed slaves to build it. Moreover, if the Tower wasn’t the primary objective, he wanted to keep them close to him in order to be worshipped.

    Sabe-se, no entanto, que depois do incidente, a religião babelista como uma religião mundialmente organizada (de uma só língua e mitologia comuns) colapsou. Com o colapso de Babel, o próprio Império caiu.

    It is known that following the tongues’s confusion, the religion of Babel as an organized worldwide religion (of an unique language and common mythology) collapsed. With the collapse the Babel, the own Empire fell.

    A Torre foi derrubada por um terrível fenômeno meteorológico, vindo da parte de Deus. A idolatria, porém, persistiu quando os grupos nacionais de idólatras retornaram cada um às suas casas. Com o tempo e com o isolamento, cada nação foi criando uma mitologia própria, expandida da original camita. Cristo, o nosso Santo e Divino Senhor, reverteu essa situação para Jafé e para alguns entre Sem. Infelizmente, porém, até Cristo, a humanidade viveu nas trevas da apostasia por 2.300 anos no mínimo. Foram dois milênios de potenciais cognitivos completamente perdidos.

    The Tower was taken down by a powerful meteorologic phenomena which was originated from God. The idolatry, however, remained. The national groups, now divided by distinct tongues, went back to their homes and persisted in the idolatry. Inasmuch as the time were passing, with the isolation amongst the nations, each nation was creating his own mythology which was derived from the original Hamitic one. Christ, our Divine and Holy Lord, has reverted that situation amongst Japhetics and some Semitics. But, till Christ, the mankind was blinded by the darkness of the paganism during at least by 2.300 years. It was two full millenniums lost in terms of scientific advance.

  7. Réa é um exemplo emblemático da prática jafetita e semita de absorção do paganismo camita. Segundo Beroso, Réa é a irmã de Cão. Ele a tomou por esposa, embora Réa fosse casada com o rei Amon, um camita, contra o qual Cão veio a guerrear.

    Rhea is an emblematic example of the Japhetic and Semitic practice of absorption of the Hamitic paganism. According to Berosus, Rhea is the sister of Ham. He married to with, although Rhea was married with the Hammon king, other Hamitic, against to whom Ham engaged himself in battle.

    Curiosamente, Réa é retratada como uma deusa na mitologia grega. Os gregos, obviamente, são filhos de Jafé e não de Cão. Cão e Réa geraram Osíris, o imperador que subjugou o mundo jafetita aos camitas. O sobrenome de Osíris, aliás, é Júpiter. Júpiter é o deus dos deuses romanos.

    Curiously, Rhea us portrayed as a goddess in Greek mythology. The Greeks, obviously, are Japhetic and not Hamitic. Hamitic and Rhea generated Osiris, the emperor who subjected the Japhetic world to Hamitics. Incidentally, Osiris’s surname is Jupiter. Jupiter is the god of Romans.

    O papel de Réa na mitologia grega é a de progenitora dos deuses do Olimpo. (Olimpo é um outro sobrenome que foi adotado por Osíris, em homenagem ao seu tutor). Sabendo que Osíris é Júpiter para os romanos pagãos e é filho de Cão, o que se conclui é que Réa e Cão são os progenitores dos (principais) deuses greco-romanos. Em outras palavras, os jafetitas foram enredados num culto à personalidade abjeto aos camitas, na forma de paganismo. Eles não só foram (provisoriamente) derrotados em termos materiais e militares, mas se deixaram destruir em espírito. Eles se humilharam na adoração de deuses que foram pessoas reais, humanas, e que sequer eram da mesma raça que a deles. A humilhação era dupla porque eles estavam venerando os próprios opressores.

    The paper of Rhea in Greek mythology is of progenitor of the Olympus’s gods. (Olympus is another surname taken by Osiris in homage to his tutor). Being Osiris and Jupiter the same person, and him the son of Ham, what can be concluded is that Rhea and Ham are the progenitors of the main Greco-Romans gods. In other words, Japhetics were tangled in a vile personality’s cult towards Hamitics in a form of paganism. The Japhetic weren’t only defeated militarily (for a while). Their spirit were destroyed by a foreign cult to their race. They humiliated themselves by worshiping real persons, humans, that aren’t even of the race of theirs. The humiliation was double because they were worshipping their own oppressors.

Figuras


Figures

  1. O território dos semitas por direito de herança, exclusive parte do território russo. Fonte da figura 1: Columbia University.

    The territory which belongs to Shem, by right of heritage. It excludes a part of the Russian territory. Source of the figure 1: Columbia University.

  2. Shen Nong Shi (Sem), retratado com uma aparência idosa. Ele morreu com 600 anos, 150 anos após a morte de seu pai Noé. Ele é o Patriarca dos “chineses” semitas e dos demais semitas, asiáticos e médio-orientais. É necessário reparar que ele tem traços claramente caucasianos. Porque Sem, obviamente, é um homem branco! Tal como Cristo, um descendente semita. O nosso Senhor é um homem branco, loiro e tem olhos azuis. Ele, o Senhor, tem uma aparência nórdica, não porque Ele é nórdico. Mas porque os jafetitas nórdicos e os semitas puros são irmãos e compartilham uma genética comum.

    Shen Nong Shi (Shem) is portrayed as an old appearance. He died at 600 years old, one and a half century after the death of Noah. He is the Patriarch of Semitic “Chinamen” and the other Asian and Middle Eastern Semitics. It’s interesting to point out that he has Caucasian traits very clearly. It’s because Shem is a white man, not a Mongoloid man! Like Christ, his descendant. Our Lord Christ is a White man, blond and he has blue eyes. He, the Lord, has a Nordic appearance, not because he is Nordic. But because Northern Japhetic and pure Semitics are brothers with a common genetic stockpile.

    Essa é uma estonteante evidência de que os chineses, afinal, não são os chineses originais. Porquanto eles não semitas. Eles não são brancos. Os chineses são africanos! Fonte da figura 2: Wikipedia.

  3. O território hitita tomado dos semitas. Reparar que o caminho natural da invasão camita à Turquia e à Ásia é através do nordeste do Egito via Palestina. A invasão à Europa, através de Istambul. Fonte da figura 3: Wikipedia.

    The Hittite territory which was taken from Semitics. It should point out that the natural pathway to Hamitic invasion to Turkey and to the Asia is through Egyptian Northeast via Palestine. To Europe, via Istanbul.

Cristo Era Judeu? Não! / Was Christ Jewish? No!

Os judeus não são israelitas étnicos. Eles são uma mistura de idumeus semitas e turcos cazares, cujos descendentes emigraram para a Europa, enquanto outros dentre eles mantiveram-se na Criméia. Eles são gentios como nós, os árabes e os europeus. Porém, talmudistas.

The Jews aren’t ethnic Israelites. They are a mix of Semitic Edomites and Khazar Turkish, whose descendants emigrated to the Europe, whilst others among them kept themselves in Crimea. They’re gentiles like us, the Arabs and the Europeans. However, they are talmudists.

Israel sob o Império Romano foi dividido em três nações: a Galiléia, a Samaria e a Judéia. O nosso Senhor Jesus Cristo veio para os Seus irmãos de raça, ou seja, os israelitas raciais que habitavam naquelas nações: alguns samaritanos, alguns galileus e alguns judeianos. Ele não veio para os idumeus e nem para os judeianos genéricos, ambos os quais são referidos no grego bíblico como Ioudaios. É muito importante que isso fique claro. Os judeianos (Ioudaios) foram os israelitas da tribo de Judá (e não de Judéia) somados aos idumeus conquistados e assimilados por João Hircano, sendo forçados por ele a converterem-se à tradição oral dos israelitas. Como exemplo, o rei Herodes, o Grande, era um idumeu que, por força do Império Romano, usurpou o trono de Israel.


Under the Roman Empire, Israel was divided in three nations: Galilee, Samaria and Judea. The our Lord Jesus Christ came to His racial brothers. That’s, the racial Israelites who dwelt in those three nations: some Galileans, some Samaritans, some Judeans. He neither came to Edomites nor to generic Judeans both of what are mentioned by the Biblical Greek as Ioudaios. It’s very important to leave it clear. The Judeans (Ioudaios) were the Israelites of Judah’s tribe (not of Judea) added to the Edomites conquered and assimilated by John Hyrcanus. They were forced by him to convert themselves to the oral tradition of Israelites. For example, the King Herod, the Great, was an Edomite who usurped the throne of Israel through Rome.

É importante notar que Herodes gerou uma miscigenação racial entre ele e a filha do sumo sacerdote de Israel, uma mulher de incrível beleza, Mariamne I. Certamente esse exemplo deixou uma profunda impressão no partido sacerdotal dos herodianos entre os saduceus, que reputavam Herodes como o Messias. Sem nenhuma dúvida os herodianos seguiriam o seu mestre na amalgamação de levitas e idumeus. Dessa forma, a mandatória pureza da linhagem levítica, entre a elite sacerdotal responsável pelo Templo de Jerusalém e pelo Sinédrio, estava gradualmente definhando antes mesmo de Cristo nascer. Esses fatos explicam como uma nova elite sacerdotal, parte israelita, parte iduméia, nasceu. Essa elite mestiça eram os saduceus que se opuseram ao nosso Senhor Jesus. Os essênios, os saduceus originais, deixaram uma vasta obra apocalíptica de oposição aos novos saduceus. Parte dessa literatura essênia sobreviveu nas cavernas do Qumran. Os essênios julgavam-se aptos para oficiar no Templo de Jerusalém pela pureza racial que conservaram desde o cativeiro babilônico.


It’s important to note that Herod initiated the racial amalgamation between he and the daughter of the high priest of Israel. She was Mariamne I, a woman who possessed an amazing beauty. Certainly, this example had left a deep impression on the priestly party of the Herodians amongst the Sadducees. The Herodians regarded Herod as the Messiah, with no doubt they would follow their master in the miscegenation between Levites and Edomites. In this way, the mandatory purity of Levitical lineage among the elite of Israelite priesthood who was responsible by the Temple of Jerusalem and by the Sanhedrim, was gradually languishing before Christ to rise. These facts explain the appearance of the new priestly elite, in part Israelite, in part Edomite. The new elite was the Mestizo Sadducees who opposed themselves openly against the Lord. The Essenes, who were the original Sadducees, left a vast apocalyptic literature against the new Sadducees. Part of this literature survived in the caves of Qumran. The Essenes considered themselves able to officiate in the Temple of Jerusalem by the racial purity that they brought since the Babylonian captivity.

Não é irrealista supor que José Caifás, o sumo sacerdote que julgou criminosamente[1] o nosso Deus, Cristo Jesus, tenha sido um idumeu mestiço.


It isn’t out from the reality to suppose that Joseph Caiaphas, the high priest who foully[1] judged the our God, Jesus Christ, had been a Mestizo Edomite.

De qualquer forma, os idumeus, os judaítas e os benjaminitas moravam juntos na Judéia, e este é o motivo pelo qual eles eram indistintamente referidos como judeianos. Porquanto a Iduméia ficava ao Sul da Judéia, os idumeus convertidos à tradição oral dos israelitas, habitaram principalmente a Judéia. Desses fatos, é cristalino o contexto em que a Bíblia testifica que Jerusalém tremeu com Herodes quando ambos souberam que o Messias nascera (Mateus 2). Porque eles temiam que o verdadeiro Rei de Israel reclamasse o Seu trono dos idumeus incrustados na elite da cidade. Já era tempo do Messias aparecer, conforme as Semanas Proféticas de Daniel. Muitos em Israel estavam em compasso de espera e muitos candidatos apareciam em vários lugares. Herodes reagiu ao nascimento do Deus encarnado matando vários bebês israelitas em Belém. Ao fazer isso, ele claramente antecipou as tendências deicidas dos idumeus.


In any way, the Edomites, the Judahites and the Bejaminites dwelt together in Judea. This is the reason by the what they were indistinctly referred as Judeans. Inasmuch as the Edom (Idumea) stayed at the south of Judea, the Edomites who were converted to the oral tradition of Israelites dwelt mainly the Judea. By these facts is crystalline the context in what the Bible says that Jerusalem and Herod had trembled when they knew that Christ was born (Mt 2). Because they were afraid that the legitimate King of Israel came to reclaim the throne from the Edomite usurpers who were incrusted in the elite of the city. It was time to the Messiah to rise up, according to the Prophetic Weeks of Daniel. Many in Israel were waiting for the Messiah and men appeared as possible candidates everywhere. Herod reacted to the birthing of the Incarnated God killing all Israelites babies in Bethlehem. As he did it, he anticipated the deicide tendencies of the Edomites.

Sobre o termo Ioudaios



On the term Ioudaios

Para um exemplo de como a palavra judeiano é genérica, nós podemos citar o Apóstolo São Paulo. Ele afirma ser um Ioudaios (Gl 2:15). Mas, acrescenta ser da tribo de Benjamin (Rm 11:1). Ou seja, São Paulo é um Judeiano (e não Judaíta) porque ele viveu na Judéia; e um benjaminita porque é o seu sangue. É significativo que Cristo nunca afirmou ser um Ioudaios e essa é a razão. Ele não era. Ele não viveu na Judéia. Ele e sua família eram Nazarenos, porque habitavam em Nazaré, Galiléia (Mt 2:23). Contudo, eles são Judaítas pelo sangue.


For an example of how the word “Judean” is elastic, we can cite the St. Paul, the Apostle. He affirms to be an Ioudaios (Gl 2:15). But he also says to be of the Benjamin’s tribe (Rm 11:1). That’s St. Paul is a Judean (not Judahite) because he lived in Judea. And he is Benjaminite because Benjamin is his blood. It’s very significant that Christ never had referred Himself as a Judean. He wasn’t. He didn’t live in Judea. He and His family were Nazarenes, because they dwelt in Nazareth, Galilee (Mt 2:33). However they are Judahites by blood.

Na realidade, a palavra Judeiano é tão elástica que ela significa até mesmo o estrangeiro religioso que transita na Judéia (Atos 2:5).


Indeed, the word “Judean”is so generic that it means even the religious foreign who is in transit in Judea (At 2:5).

São Paulo diz que nós somos Ioudaios espirituais (Rm 2:28-29). Mas nós devemos entender isso como uma mentonímia para “israelitas”, o verdadeiro povo eleito. O israelita foi conhecido assim, num amálgama de povos, no tempo neo-testamentário. Similar, em termos, à ofensa dita contra os brasileiros na América, os quais são referidos indistintamente com os hispânicos como “cucarachas”. É um exemplo de nomeação cultural que frequentemente muda com o tempo, mas foi conservado na Bíblia. Assim, o Ioudaios espiritual não significa “judeu”, palavra que surgiu no século XVIII e inclui alguns europeus orientais. E, tampouco, “idumeu”, descendente de cananeu.


St. Paul says that we are spiritual Ioudaios (Rm 2:28-29). But we should understand his words as a metonymy to “Israelites”, the true elected people. Under an amalgama of nations, the Israelite was known as an Ioudaios. Similarly to the form as the Americans call the Hispanics in their country: “cucarachas”. The offensive word is an example of metonymy which is thrown upon the immigrants in America. These cultural nominations, like “Ioudaios” to Israelites, frequently change throughout the time. But the Pauline metonymy was conserved in the Bible. Thus, the spiritual Ioudaios doesn’t mean Jew. The word “Jew” appeared only in the 18th century. It neither means Edomite who is descendant of Canaanite.

Pôncio Pilatos foi irônico com nosso Senhor. Ele ordenou a seus soldados que escrevessem sobre a cruz de Cristo “Jesus de Nazaré, Rei da Judéia”. Como se ele dissesse: “D. João VI de Lisboa, Imperador do Brasil”. Para Pilatos, era ilógico que os inimigos de Cristo afirmassem ser Ele um rei usurpador para a Judéia (Ioudaia), sendo Ele um galileu. Era mais lógico que os Seus detratores alegassem que Cristo queria ser o rei da Galiléia. Pilatos percebeu o comportamento insidioso dos inimigos de Cristo.


Pontius Pilate was ironical with the our Lord. He demanded to his soldiers that they wrote on the crux of Christ: “Jesus of Nazareth, King of Judea”. As if he was saying: “John VI of Lisbon, Emperor of Brazil”. To Pilate was illogical that the Christ’s enemies affirmed that He was claiming to be the King of Judea (Ioudaia), although He was a Galilean. It was more logic if His detractors claimed that He was wanting to be the King of Galilee. Pilate perceived the insidious behavior of the Christ’s enemies.

A era de Edom


The age of Edom

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A Estranha Onipresença de Israel nos Atentados de 11 de Setembro (1)

Quando se trata do regime sionista de Israel, é incrível como a vida pode ser muito mais estranha do que a ficção. Existem fatos muito intrigantes trazendo Israel aos eventos trágicos do World Trade Center, que não são mencionados ou estudados pela mídia ocidental controlada pelos sionistas. Eles insistem em testemunhar a estranha presença de Israel em cada evento importante que precedeu e acompanhou os atentados de 11 de Setembro.

Coincidências bizarras? Decerto, se há coisas que não existem na área criminal, como diriam os policiais, são as coincidências.

Oito anos antes do 11 de Setembro

O World Trade Center foi vítima de um atentado terrorista, em Fevereiro de 1993. Um caminhão-bomba explodiu na garagem da Torre Norte. A análise da explosão foi conduzida pela Tridata Corporation, uma subsidiária da System Planning Corporation (SPC). A SPC é especialista em tecnologia de navegação aviônica de alta precisão e de controle remoto de aeronaves, inclusive para manobras de aproximação e pouso. Esses dispositivos podem ser facilmente montados em Boeings, por exemplo, do tipo que atingiu as Torres Gêmeas. A SPC foi presidida por Dov Shlomo Zakheim, um rabino israelense.

A Tridata conduziu a sua investigação recebendo em mãos os dados sensíveis da Torre Norte do World Trade Center: a planta do prédio, as informações estruturais, etc. Ela publicou um relatório conclusivo pouco depois do atentado de 1993.

Zakheim também fez gestões junto à presidência de Reagan para que Israel recebesse uma centena de caças F-16 e ajuda financeira para cobrir o rombo orçamentário que os oficiais corruptos de Israel provocaram à própria militaria.

Dois anos antes do 11 de Setembro

Em 1999, a Huntleigh USA Corporation foi adquirida pela ICTS International. A ICTS é uma multinacional israelense especializada em segurança aeroportuária, e está sediada na Holanda. Ela, a ICTS, foi fundada por membros da Agência de Inteligência Interna de Israel (Shin Bet) e por agentes de segurança da companhia aérea israelense El Al.

A Huntleigh é gestora de segurança do Aeroporto Internacional de Boston e do Aeroporto Internacional Newark Liberty. Três dos quatro vôos utilizados no atentado partiram desses dois aeroportos.

A El Al, embora seja supostamente uma companhia aérea civil, foi usada pelo governo israelense como uma transportadora de urânio e de componentes químicos de gases neurotóxicos para armas de destruição em massa. Isso ficou terrivelmente comprovado no acidente do vôo cargueiro de número 1862 da empresa, ocorrido na Holanda em 1992. O governo holandês a princípio negou que havia qualquer carga militar no vôo, mas poucos anos depois do acidente, foi obrigado a admitir o fato perante as milhares de vítimas de doenças crônicas que tiveram contato com os destroços do avião.

No ano de 1999, o FBI, a CIA e a NSA manifestaram preocupações a respeito da corporações israelenses Comverse e Amdocs terem os registros telefônicos vazados para fins de espionagem por parte do governo de Israel. Elas são de longe as duas principais provedoras de serviços de telefonia nos EUA e possuem contratos sensíveis com o governo americano. Eventualmente, depois dos atentados terroristas de 2001, a Comverse, através de sua subsidiária Verint, foi contratada pela NSA para vigiar as comunicações de toda a América.

Um ano antes do 11 de Setembro

Em Janeiro de 2000, a imigração da India prendeu 11 muçulmanos no Aeroporto de Calcutá, que tinham planos para sequestrar um avião, segundo informações da inteligência indiana. Eles estavam para embarcar e foram impedidos a tempo.

Eles foram detidos porque estavam trajados como militantes afegãos. Inclusive estavam com barbas longas. A India estava traumatizada devido a um sequestro que acontecera recentemente ao incidente de Calcutá, e vendo que os detidos mostraram um comportamento altamente suspeito, a imigração não deixou-os embarcar.

Descobriu-se horas depois que os “islamitas” eram, na verdade, israelenses.

Os 11 israelenses fantasiados de afegãos, o mesmo traje dos seguidores de Bin Laden, foram então liberados para pegar o vôo para Bangladesh, o destino onde eles queriam chegar. Alegaram eles que queriam fazer um tour religioso num grande evento islâmico do movimento Tablighi Jamaat. Houve, porém, uma reviravolta e eles foram presos novamente, logo em seguida após a primeira liberação. O governo de Bangladesh revogou-lhes abruptamente o visto, sob a suspeita deles quererem matar um líder islâmico do movimento. Eles foram deportados para Israel.

Cinco meses antes do 11 de Setembro

Zakheim foi nomeado pelo presidente Bush para ocupar o cargo de Subsecretário de Defesa, em Março de 2001. Como tal, ele era responsável pela Controladoria do Pentágono, um órgão de prevenção à improbidade administrativa e fraude contábil. Durante a sua gestão, uma auditoria descobriu um rombo de quase 2,5 trilhões de dólares, do qual Zakheim foi incapaz de explicar. Além disso, descobriu-se que faltavam ao inventário do Pentágono dezenas de tanques, aeronaves e mísseis.

Os resultados da auditoria foram publicamente revelados por Donald Rumsfeld, no dia anterior aos ataques ao World Trade Center.

Uma outra coincidência estranha neste período é o fato do Pentágono e da Boeing iniciarem estudos conjuntos para a USAF substituir os antigos aviões-tanque 707 por modelos modificados do Boeing 767. O 767 foi justamente um dos dois modelos utilizados como mísseis nos atentados. O outro foi o Boeing 757. Ambos possuem uma configuração aviônica muito similar um do outro.

A coincidência é estranha porque se um terrorista quisesse instalar um aparelho de navegação de alta precisão num avião, com o intuito de ajudar o piloto a atingir um alvo, similar ao aparelho desenvolvido pela SPC, estando este criminoso supostamente infiltrado num alto escalão do Pentágono, ele poderia roubar os desenhos de aviônica da Boeing, das oferecidas ao projeto de aviões-tanque da USAF, para estudar como instalá-lo num 767 civil. A coisa mais trivial de um trabalho de espionagem, é o roubo de desenhos esquemáticos, relatórios e outros papéis de interesse. Na realidade, esse terrorista poderia até mesmo usar-se de um protótipo de 767 inadvertidamente fornecido pela Boeing à USAF para conduzir os seus testes clandestinos.

A bizarria de coincidências não termina aí. Em 11 de Setembro, o vôo 77 da American Airlines atingiu o Departamento de Defesa no Pentágono, onde estava localizado o Alto Staff das Forças Armadas. No mesmo local, coincidentemente, funcionava a Controladoria.

Dois meses antes do 11 de Setembro

Em Julho de 2001, o complexo do World Trade Center foi privatizado e pela primeira vez em sua história a propriedade mudou de dono. O presidente da organização sionista United Jewish Appeal (UJA), o bilionário Larry Silverstein, foi quem adquiriu a concessão por 99 anos. Ele fechou a transação com a Autoridade Portuária de Nova Iorque, cujo presidente era Lewis Einsenberg. Einsenberg era um antigo membro da UJA.

Além de ser ligado a Einsenberg, Silverstein também possui relações intrincadas com o governo de Israel. Ele é o amigo pessoal de Benjamin Netanyahu. Os contatos de Silverstein também incluem Ehud Barak e o ex-premiê Ariel Sharon.

Na aquisição do World Trade Center, o complexo foi assegurado pelo valor de face de 3,55 bilhões de dólares. Depois dos atentados, Silverstein requereu judicialmente das seguradoras o dobro do valor de face, por uma cláusula contratual muito conveniente, que permite a interpretação do ataque dos dois aviões ao complexo como sinistros completamente distintos um do outro. A decisão judicial deu-lhe 4,55 bilhões de dólares e ainda cabe recurso. Ele lucrou quase 30% somente com a indenização securitária. Com a construção do One World Trade Center no local da tragédia, Silverstein foi ainda agraciado com a isenção de impostos no valor de US$ 8 bilhões de dólares. Em outras palavras, o investimento de Silverstein não implicou nenhum risco e foi altamente lucrativo. Tamanho lucro jamais viria tão rápido, se não fossem os atentados.

Uma parte dos fundos da isenção está sob a gestão do prefeito nova-iorquino e judeu Michael Bloomberg, que foi o interlocutor político de Silverstein junto ao Congresso americano para a conquista do benefício. O projeto do One World Trade Center é de Daniel Libeskind, também judeu.

O primeiro ato de Silverstein no comando do World Trade Center foi colocar a empresa Securacom como gestora de segurança do complexo. A Securacom foi responsável pela segurança do Aeroporto Internacional de Dulles e da empresa aérea United Airlines, duas empresas que foram usadas nos atentados. Foi de Dulles onde uma das quatro aeronaves partiu para o ataque terrorista.

Um mês antes do 11 de Setembro

A inteligência alemã reportou um plano terrorista a ser executado contra os EUA em 10 ou 11 de Setembro de 2001. Os terroristas eram árabes, segundo os alemães, e eles estavam parcialmente baseados na Alemanha. Israel estava consciente do plano, mas desejava que ele ocorresse, conforme reportado. Os alemães recolheram as informações do ataque a partir da vigilância de grupos extremistas árabes e de comunicações interceptadas da Embaixada de Israel na Alemanha.

O embaixador alemão Wolfgang Ischinger pessoalmente notificou o presidente Bush da descoberta, no início de Agosto de 2001. Ele agradeceu, pontuou que já sabia (vagamente) do plano, e pediu sigilo. Poucos dias depois, a Rússia transmitiu à Embaixada Americana em Moscou um alerta semelhante. Também o fez a França e vários outros países, desde o Itália ao Paquistão. O governo americano nega que tenha recebido qualquer alerta relevante ou detalhado.

É importante salientar que a inteligência alemã verificou que esses grupos extremistas árabes estavam infiltrados por agentes do Mossad. Esse, aliás, é o modus operandi do Mossad em vários incidentes, como o incidente indiano no começo do ano de 2000. A conduta do Mossad era omissa em relação ao desenvolvimento do plano de ataque, segundo o relatório, quando não cúmplice.

Claro que, em se tratando de informações sensíveis à segurança nacional e às relações internacionais, a Alemanha jamais confirmou esses relatos.

Na realidade, a evidência é que o Mossad atuou como um agente de desinformação nesse cruzamento de informações sigilosas. Porque o próprio Mossad informou à CIA e ao FBI, no final de Agosto de 2001, que haviam 200 terroristas árabes atuando dentro dos EUA, prontos para a execução de um ataque em larga escala. De fato, verificou-se que haviam 200 subversivos na América. Mas todos eles eram judeus israelenses trabalhando para o Mossad. Nunca houve na história dos EUA, nem mesmo na Guerra Fria, uma rede tão grande de espiões atuando em seu próprio território. Observe que a rede espiã é de um suposto aliado da América, bajulado e aclamado por sionistas fanáticos entre os supostos cristãos!

Uma semana antes do 11 de Setembro: iniciam-se as especulações financeiras na bolsa

Uma única subsidiária americana do Deutsche Bank adquiriu nada menos do que 95% das cotas de investimento put option da United Airlines, na bolsa de Chicago, no final da primeira semana de Setembro de 2001. O put option é uma modalidade de investimento onde o investidor logra ganhos de usura, se o preço das ações da empresa investida caírem. É uma modalidade onde se aposta contra a empresa investida, no caso, a United. Obviamente, tal disparate financeiro só é possível no Capitalismo imoral, vil, iníquo, criminoso, imundo, injusto e perverso, sob o qual vivemos. Mas enfim… o investimento é juridicamente legal.

Na reabertura da bolsa de valores após os atentados, a United sofreu uma desvalorização acionária de 43%. Ou seja, a subsidiária do banco alemão e os investidores das cotas auferiram um lucro enorme. E isso não aconteceu somente contra a United. O mesmo padrão de investimento repentino, massivo e inusual de put option se repetiu a outras empresas de grande porte que também perderam passivos na tragédia

A subsidiária em questão é o banco Alex Brown. O interessante desse fato é que, convenientemente, o diretor executivo da CIA durante os atentados, um filho de judeus poloneses de nome Alvin Bernard Krongard, também foi o presidente da subsidiária. Krongard, nomeado para a diretoria da CIA em Março de 2001, tem contatos com o alto escalão do governo de Israel, com políticos como Shimon Peres, com quem se reuniu durante a sua gestão no banco. Entre os interesses do banco com Israel, estavam as relações financeiras com empresas de alta tecnologia, como a Scitex, que é ligada à militaria e a Orckit Communications, ligada às telecomunicações. A Orckit foi fundada por militares da inteligência israelense, obedecendo a um padrão recorrente e perturbador onde as empresas de Israel parecem ter uma dupla função, civil e militar, embora se apresentem como empreendimentos comerciais.

O fato é que o diretor executivo da CIA (que hoje é nominado vice-diretor adjunto) tem por competência definir as prioridades da agência, e reunir as informações importantes coletadas por ela. Em outras palavras, um diretor executivo, como um agente-duplo poderia descartar as informações que prejudiquem a sua missão clandestina e tirar a CIA de um foco legítimo, de modo a despitá-la em favor de outrem. Sendo, basicamente, a função do diretor executivo da CIA a mineração dos dados produzidos pela agência, não há nada melhor para auxiliá-lo do que ter a sua disposição os recursos computacionais necessários. Uma coisa que Krongard fez como diretor, foi trazer esses recursos à CIA. Desnecessário dizer que o fornecedor era uma joint-venture israelense.

A questão é muito mais crítica do que parece. Pois várias nações avisaram os EUA de um ataque iminente, até mesmo o Afeganistão, cuja liderança fora acusada de conluio com Bin Laden. Algumas foram genéricas. Outras foram muito específicas. E, entretanto, o governo americano nega até hoje ter recebido alguma informação útil ou clara a respeito. Quando o governo diz tal coisa, ele está dizendo que a CIA não recebeu qualquer informação aproveitável. E quando a CIA diz que não recebeu informação útil, ela está dizendo que a diretoria executiva não verificou nenhuma informação útil. Em outras palavras, houve uma falha específica na diretoria executiva, que acabou por cegar a agência inteira e a todos os destinatários dos sumários informativos que ela redigia. A CIA foi ostensivamente despistada. Sim, a CIA também foi uma vítima nessa tragédia. Por mais surpreendente que isso seja. Resta saber por meio de quem e, como visto, não é muito difícil supor quem foi.

Uma semana antes do 11 de Setembro: o sumiço de uma companhia marítima

A Zim Integrated Shipping Services, uma empresa israelense, tinha um escritório na Torre Norte do World Trade Center que ocupava o 16º e o 17º andar. O escritório mudou-se do complexo poucos dias antes do atentado, levando consigo 200 empregados, para Norfolk, na Virgínia Oriental. Aliás, Norfolk fica a três horas de carro, em Arlington, onde está sediada a SPC, também na Virgínia Oriental. O que perfaz mais uma coincidência no rol de bizarrias sionistas.

A Zim mudou-se a despeito do contrato de aluguel vedá-la, o que lhe causou uma multa de 50 mil dólares. Ela era uma corporação estatal à época dos atentados. Ou seja, uma companhia extremamente sensível para Israel.

No dia dos atentados, o porta-voz da Zim, Dan Nadler, comemorou a sorte.

Um outro fato bastante curioso envolvendo a Zim e o governo de Israel, é a história surpreendente de um navio da companhia levando armas para o Irã a partir do porto alemão de Hamburgo. Sob a bandeira do Panamá.

Se isso não faz sentido, não se preocupe. Se até a maioria dos supostos semitas judeus do mundo são, na realidade, descendentes mestiços de uma tribo mongólica do Império da Kazária, não é de se pasmar que em Israel nada seja o que parece. No entanto, como imputar às nações crimes que elas não cometeram é uma estratégia recorrente de Israel, esse caso da Zim poderia fornecer uma “prova” do quão determinado está o malvado Irã em se armar contra o pobre e inocente Israel. Se o caso não tivesse vindo a público.

Dois dias antes do 11 de Setembro

O então premiê de Israel, Ariel Sharon, cancelou uma visita a Washington para o dia 11 de Setembro de 2011. Isso foi salientado muito firmemente por Ahmad Kataro, o Grão-Mufti de Damasco dez dias após os atentados.

Duas horas antes do primeiro impacto nas Torres Gêmeas

Dois funcionários lotados na sede de Tel Aviv da israelense Odigo, uma provedora de serviços de mensagens do tipo ICQ, receberam avisos genéricos de um ataque terrorista. O fato é extremamente importante, porque a Odigo não pôde afirmar se a mensagem foi replicada em sua rede ou mesmo se ela foi a única do gênero. A Odigo tinha uma sede próxima ao World Trade Center.

Vinte e cinco minutos antes do primeiro impacto nas Torres Gêmeas

Talvez a mais dramática prova de que os atentados terroristas de 11 de Setembro são obra de um Estado hostil é a data e a hora em que a tragédia ocorreu. Porque os alvos foram atacados justamente do dia 11 de Setembro de 2001 e não antes ou depois? Porque na parte da manhã e não à tarde, quando ele estava mais cheio, ou à noite?

A resposta é tão simples quanto surpreendente. Porque os “sequestradores” das aeronaves de alguma forma sabiam que o NORAD, o órgão militar norte-americano responsável pela defesa aérea, estaria distraído, conduzindo um exercício militar amplo, justamente naquela data e horário. Se um Estado deseja derrotar um outro à traição, a mais conhecida técnica para fazê-lo, tão antiga quanto o ataque do Cavalo de Tróia, é pegar o inimigo quando ele está distraído com alguma coisa.

A tragédia americana começou vinte e cinco minutos antes do primeiro impacto nas Torres Gêmeas, quando, embora notificado pela agência de aviação civil dos EUA (FAA), o NORAD se mostrou totalmente incapaz de interceptar as aeronaves “sequestradas”.

Em todo caso, de 4.000 vítimas israelenses em potencial aguardadas para os atentados, apenas um único israelense morreu. Isso mesmo, um. Apenas UM morreu. Milagre? Se fosse só isso, talvez. Mas some-se o “milagre” da Zim, da Odigo, da Alex Brown, de Sharon, de Silverstein, etc. Quando a fé é demais…

Muito Além da Guerra de Gaza – Parte VII

Leia o artigo anterior.

O futuro de um Israel e uma Palestina unidos

Os que são contra a união de Israel e da Palestina em um só Estado democrático de leis iguais para todos, dizem que haveria um banho de sangue se a idéia fosse implementada. Eles afirmam tamanha enormidade, porque assumem inconfessavelmente que os muçulmanos são animais terroristas que devem ser mantidos no mesmo cerco que os palestinos de Gaza e da Cisjordânia. É por isso, entre outras coisas, que o sionismo é racismo.

Mas o fato é que antes do sionismo, os árabes, os judeus e os cristãos viviam pacificamente em todo o Império Otomano. Ademais, quem iniciou o terrorismo foram Lênin, Trotsky e Jabotinsky, todos judeus com uma sanha revolucionária. No caso árabe, foram as contingências políticas imediatas e concorrentes à Primeira Guerra Mundial e os fatos que a sucederam, que abalaram a relação pacífica dos árabes muçulmanos e os seus vizinhos. O moderno terrorismo muçulmano foi a única alternativa militar e assimétrica que se pôs ao fim da Guerra dos Seis Dias, quando os palestinos perceberam que o expansionismo sionista não podia ser detido pelas potências árabes.

Nos nossos dias, o sionismo e a escravidão abjeta ao qual se submeteram os EUA sob o jugo sionista, são os principais motivos das tensões raciais e religiosas que envolvem os muçulmanos no mundo todo. O sionismo e essa escravidão precisam acabar, nem que isso custe o poderio e a influência americana no mundo. Após essa etapa, os muçulmanos, como qualquer outro povo, se acomodarão e viverão as mesmas vicissitudes, rotinas e os problemas comuns aos outros países.

O que acontecerá de ruim quando Israel e a Palestina se unirem, serão os motins religiosos, à semelhança do que ocorria entre os irlandeses protestantes e católicos. Mas não haverá uma guerra civil — se os árabes ou os judeus não estiverem isoladamente armados contra o outro. Esse é o ponto. Uma vez que os dois povos estejam juntos, ou ambos se desarmam contra o direito à auto-defesa, ou ambos se armam. Hoje, os árabes israelenses estão isentos de servir ao Exército que, aliás, se a IDF não os isentasse e os obrigasse a lutar contra os seus irmãos palestinos, Israel estaria cometendo um outro crime de guerra. Em havendo a união, ambos, os árabes e os judeus, devem servir ao Exército e se armar. Os massacres geralmente são cometidos contra gentes que não possuem meios de se defender. Paralelo a esses eventos, os israelenses judeus que não possuem uma ligação emocional forte com a Palestina, emigrarão de volta para os seus países de origem. O mais, a Natureza lentamente corrigirá a artificialidade demográfica causada pelo Sionsimo na Palestina.

Um problema mundial

As ações de Trotsky, Ben Gurion, Jabotinsky, Lênin e outros, mostram que o povo judeu compartilha do infortúnio comum à todos os povos: uma grande parte do povo judeu é silenciosa e trabalhadora, porquanto só quer viver a vida e comungar das leis dos países. Porém, a outra parte é dividida em facções radicais, tal como acontece a outros povos. Nesta pequena parte do povo judeu, existem as facções comunistas, as religiosas, os financistas, os sionistas, os ativistas das mais diversas causas, etc. Existe até mesmo um grupo de pornógrafos pioneiros no Ocidente. Dentro dessas facções, há uma minoria elitista que possui dinheiro ou influência política suficientes para manipular o curso das nações.

O que motiva essa elite a agir de forma tão agressiva para com as outras nações, é uma auto-concepção de propósito messiânico. Havendo os israelitas rejeitado o verdadeiro Messias Jesus, e ensinado essa rejeição aos judeus, eles não viram a sua escatologia original ser cumprida. Como qualquer escatologia ruim e fracassada, ela recebeu modificações. Hoje, os judeus em geral, não acreditam num Messias pessoal. Eles consideram ser, eles próprios num todo, o Messias. Especialmente essa elite.

Uma vez que alguém supõe ser o Messias, evidentemente, o seu ego enorme o compelirá a agir de acordo. O mundo gentílico deverá ser conformado à sua imagem, para que esse alguém o pastoreie. O problema é as ovelhas quererem um pastor. Geralmente, elas pensam que não precisam de um ou elas acreditam já terem um: Jesus, Alá, Buda, etc. Querer pastorear (pelo engano ou pela força) as ovelhas que não querem um outro pastor, é clamar por um conflito.

Um outro problema ocorre quando as ovelhas se tornam tão destacadas e abastadas, que elas parecem negar o papel daquele que acha que é o Messias. Porque um Messias é profetizado a ser honrado por todas as nações dos gentios, as quais entregarão em uníssono as suas riquezas aos pés dele. Se isso não acontece, porque as ovelhas estão felizes e auto-confiantes em si mesmas, o ego desajustado daquele que pensa ser o Messias, é ferido. Um ego ferido causa inveja. E uma ação possível que a inveja motiva, é derrubar as ovelhas pela sabotagem ou pela violência. Uma ovelha caída e humilhada pode clamar por um pastor e isso dará ao suposto Messias a oportunidade de cumprir o seu propósito.

É com essa escatologia falha em mente que se deve compreender as ações dessas facções. Os comunistas acham que o seu papel é confiscar as riquezas das nações para geri-las e distribuir a justiça material a todos numa era utópica e messiânica. Eles também militam abertamente contra a moralidade cristã. Os sionistas pensam que a plenitude messiânica do povo judeu só pode ser cumprida num suposto lar natural: a Palestina. Os pornógrafos são a manifestação mais radical da inveja das facções judaicas na superioridade da moralidade cristã. Essa moralidade superior precisa ser humilhada e jogada ao chão, para dar lugar a uma outra. O mesmo pode ser dito em relação ao papel moralmente subversivo dos vários ativistas judeus, entre outros exemplos. Todas essas atitudes sectárias escondem, com consciência ou não, um ímpeto de liderar os gentios, mesmo que para isso seja necessário destruir os obstáculos. Para atingir tal objetivo de dominância, essa elite é capaz de congregar membros de facções diferentes em alianças aparentemente contraditórias: como a facção financista dando suporte monetário aos comunistas, ou os comunistas internacionalistas em apoio a um sionismo nacionalista, etc.

Hoje são os árabes palestinos que sofrem nas mãos dos sionistas. Mas o sofrimento árabe é apenas uma faceta entre várias de uma refrega geral. Antes do sofrimento árabe, foram os cristãos que sofreram nas mãos dos visionários comunistas. Nos primeiros anos do sovietismo, quando uma elite judaica logrou se instalar nos órgãos de segurança bolchevique, milhões de cristãos foram martirizados e viram as suas igrejas destruídas e profanadas. Ao mesmo tempo, os bolcheviques pouparam as sinagogas e criminalizaram com a pena de morte o anti-semitismo.

Se os cristãos sofriam no Leste Europeu e no Ocidente Espanhol, e os árabes sofrem no Oriente Médio, ao Ocidente é imposto uma subversão moral. Freud, judeu, teorizou a revolução sexual, pelo que foi seguido pelos pornógrafos e outros discípulos. Einstein, judeu, mudou a física historicamente experimental e concreta, para uma meramente abstrata e ficcionária — para não dizer irracional. Muitos ativistas, muitos dos quais foram precedidos por pioneiros judeus, combatem os símbolos tradicionais das nações e impedem que elas mantenham-se homogêneas, com eram historicamente, por meio de um vigoroso movimento pela imigração irrestrita. Não existe nada mais divisivo para um Estado e para o povo que o fundou, do que um país onde grupos de pessoas residentes não possuem uma língua e uma história comuns. A confusão divinamente ordenada em Babel foi para dividir e separar os povos e não para uni-los. Nisso, enquanto às nações ocidentais é negado o direito prescrito pelo kinismo, de modo que sejam divididas e enfraquecidas, o Israel sionista é livre para praticar um racismo aberto. E se a sabotagem moral não basta, uma facção financista se conduz de crise econômica em crise econômica, de modo a tomar uma fantástica quantidade de dinheiro dos governos para salvar os bancos irresponsáveis e o “direito” à usura.

GEMARA. “Os nossos rabinos ensinaram: ‘o homem’ — exclusive um menor. ‘Que comete adultério com a esposa de outro homem’ — exclusive um menor. ‘Seu próximo’ — exclusive a esposa de um não-judeu. ‘Eles serão postos para morrer’ — por estrangulamento”. (Talmud Sanhedrin 52b)

“… Se o homem coabita com a esposa de um menor, ele não é responsável [do crime de adultério], porque o casamento de um menor não é válido”. (Halakhah)

“[o rabino afirmou-me] não ser incomum entre os judeus [poloneses] um pai escolher uma esposa jovem [de 13 ou 14 anos] ao seu filho, [a qual] pode acontecer dela ser agradável a si mesmo e [com quem o pai] pode viver em termos de relação incestuosa durante o período da minoridade do filho. (Os Judeus na Polônia, Ebenezer Henderson)

Um ciclo macabro de levantes e fracassos

No entanto, a história é cruel para com essa elite atrevida. A facção comunista logrou instalar um regime soviético. Mas anos depois de Stálin assumir o poder, ele que foi escolhido para ser um títere, ordenou uma purga sangrenta que devorou os primeiros revolucionários e cobrou a vida de milhares de judeus inocentes. Na Segunda Guerra, outrossim, os mesmos comissários políticos de Stálin, muitos deles judeus e responsáveis pela coordenação do Holodomor contra os ucranianos cristãos, foram destinados a um semelhante fim letal pelas tropas nazistas.

Muitas vezes na história uma facção financista logrou pilhar a riqueza de nações cristãs e européias e até mesmo escravizar gentes entre os europeus — a escravidão dos brancos realmente precedeu a escravidão dos negros no Ocidente. Mas essas elites foram reiteradamente derrotadas. E, com a derrota delas, muitos judeus inocentes foram expulsos dessas mesmas nações, postos em guetos, ou banidos da vida pública.

Coisas semelhantes ocorreram com os israelitas que rejeitaram a Cristo, dos quais os judeus aprenderam essa postura. Eles instigaram os imperadores a perseguir os cristãos. E eles próprios os perseguiram. Mas, décadas depois, eles foram seguidamente abatidos em vários lugares do Império Romano, e posteriormente extintos.

Esses eventos funestos ensinam que essa elite planeja, tenta e às vezes concebe com sucesso os seus planos subversivos ou violentos. Mas ela, que se arroga o direito de falar por todo o povo judeu sem receber outorga, acaba sempre por falhar a longo prazo. Décadas depois de conceber os seus projetos, ela é abatida e o mundo desaba sobre a cabeça de muitos judeus inocentes. Infelizmente, num conflito, é impossível que a chuva não caia igualmente sobre os inocentes e os culpados. Ademais, os eventos também ensinam que a perseguição judaica aos cristãos e aos demais gentios (muçulmanos, pagãos, etc.), sempre precede o anti-semitismo generalizado e a perseguição aos judeus. O anti-semitismo nunca vem do ar. Aliás, o medo instintivo da retaliação ou de chamar atenção, explica o costume dos membros das facções judaicas de adotar nomes-fantasia ou de frequentemente omitir os sobrenomes.

O nosso santíssimo Senhor Jesus vinga o sangue cristão em nossa vida terrenal, sempre que a iniquidade atinge um patamar que Ele considera excessivo. Ele não mudou o Seu comportamento em relação às Suas intervenções violentas no Antigo Testamento.

Novas quedas?

O sovietismo caiu e o Cristianismo ortodoxo está forte e crescente. A menos que Israel imponha um regime totalitário e duradouro de apartheid dentro suas fronteiras, a tendência atual é ele cair para ser substituído por um Estado muçulmano.

Em relação ao Ocidente, não há perspectiva de melhora por enquanto, e infelizmente a pornografia será um formidável desafio para a sua erradicação, porquanto ela pode ser mais viciante que o álcool e tão destrutiva quanto a metanfetamina. No entanto, a bebida ponderada e sóbria do álcool é legítima, enquanto que a fornicação não é. Mas a América está caindo. E com ela é possível que comecem a desabar muitos dos produtos ruins que ela concebeu: a pornografia, o laicismo, o individualismo, o militarismo pós-guerra fria, o evangelicalismo, etc. Será necessário esperar mais alguns anos para termos um possível mosaico.

Escolhendo melhor os amigos

Nós cristãos, que temos de escolher os nossos aliados não-cristãos, estamos diante de uma questão muito mais simples do que os opositores aguerridos dos islâmicos querem admitir. Quem deveria ser preferido como um aliado potencial? Aquele que, como nós e os muçulmanos, canta glórias à Virgem Maria e louva o nosso Senhor como um Profeta? — ainda que os muçulmanos não O adorem como Deus, infelizmente — Ou aquele que, como os judeus, diz que a nossa Mãe santíssima é uma prostituta e que o nosso Senhor está queimando no inferno envolto numa sopa de sêmen fervente?

É muitíssimo evidente que os muçulmanos merecem a nossa preferência, sem mencionar a obsessão sexual das blasfêmias talmúdicas. O que não quer dizer que devemos apoiar os movimentos europeus de imigração irrestrita e incondicional, dos quais os árabes são um dos principais beneficiários no Velho Continente. O kinismo, o direito de um homem viver entre os seus parentes e formar uma nação parental, tanto vale para os árabes no Oriente Médio e na Palestina, quanto para os nipônicos na Ásia e os europeus na Europa. Essa é a verdadeira e benigna diversidade humana: aquela que respeita os limites habitacionais impostos por Deus às nações dos homens.

Os cristãos sionistas, para o bem da alma deles, deveriam ser mais criteriosos na hora de escolher quais aliados eles querem abraçar.