A Minha Visão para o Futebol Brasileiro: um Novo e Exclusivo Brasileirão

Depois da tragédia do Minerazo na Copa do Mundo de 2014, todos os duzentos milhões de técnicos brasileiros passaram a dar sugestões e a demandar mudanças.

Eu também quero dar a minha contribuição. Tal como o Bom Senso Futebol Clube, eu quero mudanças profundas no Campeonato Brasileiro e tenho um caminho que penso ser ótimo para a CBF implementar.

O Campeonato Brasileiro não faz o menor sentido. Ele tem rodadas demais, divisões demais, clubes de menos e não tem dinamismo. Ele é composto por apenas vinte clubes, dura um semestre e meio e não muda a dinâmica de competitividade. A Copa do Mundo tem quase o dobro de times, dura menos de um mês e todos se esgoelam emocionados depois da fase de grupos. Como um Campeonato, como o brasileiro, com tão poucos clubes, pode ser tão longo e repetitivo? Ele é dolorosamente maçante.

Se isso não bastasse, o futebol tupiniquim tem campeonatos decorativos: os estaduais. Contra-intuitivamente, os estaduais não implicam qualquer relação com o Campeonato Brasileiro, exceto a ser causa de desgaste e lesões para os atletas que disputarão o torneio nacional. O porquê da CBF estabelecer as coisas dessa forma, não se sabe.

Além do mais, existem duas formas de um time ser campeão nacional: pela Copa do Brasil e pelo Campeonato Brasileiro. É como se a FIFA inventasse duas Copas do Mundo e declarasse os vitoriosos igualmente campeões mundiais. Oras, se até nos péssimos agouros da Guerra Fria a FIFA mantinha um só time campeão mundial, apesar do mundo estar dividido em dois e à beira da hecatombe nuclear, porque a CBF inventa moda em querer que existam dois nacionais, como se houvessem dois Brasis? Essas são coisas próprias do disparate cultural nacional. Mas a julgar pela tragicômica saga do título nacional do Flamengo pela Copa da União de 1987, ninguém realmente deveria esperar coisa diferente da CBF.

Aliás, até pode-se compreender as malogradas e estranhas atitudes da CBF, se imaginarmos que o suposto objetivo dela seja construir caça-níqueis futebolísticos a todo custo. A avareza apressada e em excesso nunca resulta em eficiência de resultados financeiros. Não é sábio cobiçar tanto a galinha dos ovos de ouro a ponto de matá-la sufocada de tanto espremer-lhe para chocar.

Chega de contra sensos!

Se a CBF subvenciona as duas primeiras divisões do Campeonato Brasileiro, e se as mesmas são compostas por vinte times, porque não uni-las num único brasileirão? A qualidade técnica das equipes da segunda divisão não são tão sofríveis para que se evite a competição com a primeira divisão. Mesmo na Copa do Mundo, existem zebras assumidamente sofríveis que muitas vezes surpreendem.

Eis a minha proposta:

  1. O Campeonato Brasileiro será um campeonato nacional anual, disputado em duas fases e composto por trinta e nove clubes nacionais e um clube estrangeiro convidado. Seriam as duas divisões atuais unidas, menos um clube nacional.
  2. A primeira fase do brasileirão será em disputa de pontos corridos, com um turno e um returno. Ou seja, um adversário de cada clube será enfrentado duas vezes, na condição de mandante da casa ou de visitante. O clube que enfrentará o estrangeiro convidado, o enfrentará como mandante em sua casa uma vez; e, no returno, em local distinto que a CBF considerar estratégico.
  3. A fase de grupos será organizada com oito grupos, compostos por cinco clubes cada. Com a exceção do clube estrangeiro convidado, todos os clubes serão oriundos de boas campanhas em campeonatos estaduais. Cada clube só disputará contra os membros de seu próprio grupo e cada grupo resultará em dois vencedores após o turno e o returno.
  4. A segunda fase do brasileirão é uma fase de eliminatórias de partida única, i.e., sem returno. É composta por oitavas-de-final, por quartas-de-final, por uma semifinal, por uma final, e a derradeira disputa entre o campeão do brasileirão (caso seja um clube nacional) e uma equipe estrangeira. A derradeira disputa chamar-se-á “Jogo de Acesso”.
  5. A vitória no Jogo de Acesso implicará no direito do campeão brasileiro de disputar o campeonato nacional do país de origem do derrotado, somente pelo ano seguinte, como um clube estrangeiro convidado. O clube que decidir por disputar no exterior, no período restrito de uma temporada, não será penalizado pela CBF caso o faça em detrimento do próximo brasileirão.
  6. Os classificados à semifinal terão direito, cada um, a uma vaga no Campeonato Sul-americano do ano seguinte. Os desclassificados nas quartas-de-final disputarão sem alarde um minitorneio de repescagem, a ocorrer logo após o Jogo de Acesso, para as vagas restantes deste mesmo Campeonato Sul-americano.
  7. Em contraste à primeira fase, as sedes das partidas eliminatórias serão decididas pela CBF não levando necessariamente em conta o fato de ser a casa de um ou do outro clube disputante. Mas será considerado fatores estratégicos de expansão das marcas dos clubes por outros Estados, bem como a divulgação do próprio campeonato, por meios como: o estádio mais confortável que pode receber mais pagantes, mesmo estando situado longe das cidades originárias dos disputantes; o estádio que pode servir como chamariz para outros Estados vizinhos investirem mais no futebol local, etc.
  8. Os clubes que estão em disputa no brasileirão, não poderão atuar em torneios paralelos em território nacional, salvo se o campeonato entrar em recesso. Se um jogador de um clube disputante for convocado para um jogo da Seleção Brasileira, o clube desfalcado terá o direito de pedir o adiamento da partida iminente, por invocar o direito a jogar com os recursos que possui, o que não deverá interromper o brasileirão inteiro, na maioria dos casos.
  9. Os clubes não disputarão mais do que uma partida por semana e nenhuma partida terminará após às vinte e duas horas no horário local. Cabe ao Poder Público promulgar leis municipais proibitivas para esse fim, tomando como precedente as leis do “silêncio após às vinte e duas horas” e por invocar o interesse público de se evitar o distúrbio no funcionamento e na manutenção preventiva do transporte público. Cabe ao Congresso Nacional estabelecer um regime trabalhista esportivo que preveja, para a proteção a longo prazo da saúde do atleta, um limite semanal máximo de jogos conforme a modalidade. Contudo a CBF deveria se antecipar desde já, dar o exemplo, e criar ela própria um calendário com horários e folgas razoáveis e pedir para os seus patrocinadores se conformarem com a realidade.
  10. O clube deverá submeter à auditoria pela CBF os seus balancetes financeiros, durante a pré-temporada do brasileirão. Se um balancete demonstra a inexistência de receitas regulares que bastem para honrar compromissos previstos, impostos ou assumidos no período entre o início do brasileirão ao Jogo de Acesso, o clube deve ser desclassificado. E a vaga dele, posta à disposição do clube suplente da Federação Estadual originária.

Quanto à organização dos grupos na primeira fase:

  1. O Campeonato Brasileiro será oferecido com um primeiro conjunto de vinte e sete vagas, distribuídas unitariamente entre cada Federação Estadual do Brasil, independente de qualquer outro fator. Elas serão preenchidas por campeões de cada campeonato estadual de primeira divisão.
  2. O segundo conjunto é a vaga destinada ao clube estrangeiro convidado, reservada à CBF a escolha. Não havendo interessados ou aptos, a vaga será oferecida com o terceiro conjunto.
  3. O terceiro e último conjunto é composto por doze vagas restantes que serão distribuídas proporcionalmente entre as Federações Estaduais, conforme a quantidade atual de estádios de futebol certificados para Mundiais (de clubes ou de Seleções nacionais) que estão sob as suas jurisdições. Por exemplo: a Federação Paulista tem o Allianz Parque e o Itaquerão como estádios padrão FIFA. A Federação Mineira tem o Mineirão; a Brasiliense, o Mané Garrincha; e a Federação Gaúcha, o Grêmio Arena e o Beira-Rio. Isso é uma enorme e evidente contribuição estrutural ao futebol. Elas tem inquestionavelmente o direito a mais vagas no brasileirão do que as demais Federações.

    Considerando só este exemplo e ignorando por ora os demais fatores, os gaúchos e os paulistas teriam, cada um, o direito à quatro vagas adicionais no brasileirão e os demais, duas. Se uma Federação quer equilibrar o número de vagas para si e para os seus concorrentes, deve contribuir para a construção ou a manutenção de estádios padrão FIFA em seu Estado. Por isso também a fase eliminatória do brasileirão tal como proposta: além de evitar elefantes-brancos e dar mais dinamismo ao campeonato, é para despertar o interesse de Estados retardatários em infraestrutura, para que evoluam e se tornem mais atraentes para o futebol como um todo.

Algumas divagações a mais

A minha visão do brasileirão dá o sentido de ser aos estaduais, tornando-os novamente a base do futebol tupiniquim e valorizando as Federações Estaduais. Eles são incorporados numa hierarquia competitiva, como eliminatórias para os nacionais. Com um brasileirão mais curto, é possível encaixar férias e pré-temporadas, ambos pleitos mui justos do Bom Senso Futebol Clube. Contudo, o Bom Senso ainda não inventou uma boa solução para os estaduais e quer criar uma quinta(!) divisão para o brasileirão. Isso não é necessário e nem desejável.

A questão das subdivisões deve ser deixada às Federações Estaduais para que resolvam. Quanto menor um problema, mais fácil resolvê-lo. Não deveria a CBF se preocupar com isso, tal como a FIFA procede serenamente ao se recusar a adicionar mais complexidade ao Mundial.

Ao invés de estaduais série A, B e congêneres, eu particularmente acredito que basta que hajam eliminatórias regionais e metropolitanas para um estadual de grande porte, como o paulistão. Por conseguinte, sendo o estadual a eliminatória do brasileirão, não é necessário uma subdivisão para o brasileirão.

Como algumas Federações fazem jus a mais vagas do que outras em função da estrutura disponível, algumas estarão em condição de empreenderem dois campeonatos estaduais distribuídos em dois turnos semestrais, o que cumpriria o pleito do Bom Senso de ocupar os atletas durante o ano inteiro. Obviamente, os clubes classificados num primeiro turno não podem disputar o seguinte, mas devem se concentrar no brasileirão do ano seguinte. Como o segundo turno seria incompleto, o título de campeão e os direitos de imagem pertenceriam ao vencedor do primeiro turno. O segundo turno seria apenas um torneio de repescagem para as vagas restantes do próximo brasileirão, que ademais concorreria com o brasileirão corrente por atenção.

A idéia de uma derradeira partida (pode ser disputada em cada feriado de Natal), de um Jogo de Acesso ao exterior, de um time nacional campeão do brasileirão contra um time estrangeiro (uma seleção ou um clube estrangeiro campeão) seria uma inovação emocionante. Por exemplo, um Palmeiras campeão brasileiro poderia desafiar e enfrentar a seleção da França em sua casa, no Allianz Parque, no feriado de Natal. Se ele for derrotado, deverá disputar o estadual paulista do ano seguinte, normalmente, como os demais clubes. Se ele vencer, terá o direito de ingressar (além do Sul-americano) no campeonato francês por uma única temporada e apresentar o seu futebol à França e à Europa. Claro, a data do campeonato sul-americano teria que ser compatibilizada, mesmo porque hoje um clube deve decidir se investe os seus recursos nos campeonatos nacionais ou na libertadores. O ideal é que competições internacionais ocorram em férias ou pré-temporadas nacionais.

Isso seria uma forma extremamente empolgante de intercâmbio internacional entre clubes e uma ferramenta natural de marketing e de coleta de recursos. Por causa do princípio diplomático de reciprocidade internacional, o brasileirão também deve prover uma vaga para um clube estrangeiro competir no campeonato nacional.

Trazendo as famílias de volta aos estádios

A solução que os clubes tem adotado para diminuir a violência dos estádios é colocar o preço dos ingressos na estratosfera, com a esperança de que isso desencoraje alguns aventureiros. Mas não desencoraja os baderneiros ricos. A solução ideal é desencorajar os baderneiros ricos e pobres igualmente.

Partindo do princípio de que um homem tende a não fazer um papelão na frente da família, exceto se estiver intoxicado ou se for costumeiramente um mau caráter, o ideal é induzir as condições para que o torcedor vá com a sua família para o estádio. A forma mais fácil de atingir esse fim é estabelecer uma distinção de preços de ingresso, um para as pessoas solitárias ou acompanhadas de amigos e outro para os acompanhados de parentes identificáveis por documentos de identidade ou de certidão de casamento e união estável. O objetivo do clube é dar preferência aos parentes, especialmente os de primeiro grau.

Cabe ao Poder Público estabelecer um regime de tributação que garanta essa distinção e criar instrumentos de fiscalização e auditoria para a sua fiel execução. Mas o clube pode se antecipar, a título de promoção. Aos torcedores que levam seus parentes para comprar ingressos, comprovando o parentesco por meio de documentos, cobrar-se-ão deles e de seus parentes apenas um décimo do preço que é cobrado ao solitário ou àquele que é acompanhado de amigos. Evidentemente, no dia do jogo, o torcedor beneficiado só poderá entrar no estádio acompanhado dos mesmos parentes indicados na compra de seu ingresso. Dessa forma não se prejudicarão só os menos afortunados.

Para compensar a maior inibição das famílias em relação às torcidas organizadas, o clube pode instalar baterias de samba nas arquibancadas (considerado que o torcedor não deveria poder levar objetos estranhos ao estádio), para que toquem se a dinâmica do jogo permite ― tal como era feito no Mundial de 1982.

Pelo futebol-arte

O futebol é composto por uma parte tática e coletiva e por uma outra parte técnica e individual, cujo desenvolvimento é similar a uma luta marcial coreografada e treinada. O que se chama de futebol-arte é o bom jogo tático aliado à iniciativa coreografada individual, por meio de um bom domínio de bola.

O futebol brasileiro sempre foi bipolar. Houveram períodos em que a técnica foi preferida sobre a tática, tal como Telê Santana ensinava. Atualmente é a tática que é a preferida sobre a técnica, herança deixada por Lazaroni depois de sua triste passagem pela canarinho. O ideal seria um técnico que trouxesse equilíbrio às duas faces do futebol, ou ainda melhor: que a CBF inove, contratando não um, mas dois técnicos (sob a presidência de um técnico de tática) — um responsável pelo treinamento de condução coreografada no contexto de um esquema tático; e o outro responsável pela definição de múltiplas táticas a serem expostas num jogo.

Um jogo de futebol tem que ser jogado num contexto de múltiplas táticas com condução coreografada de bola, senão os americanos terão razão ao dizerem que esse esporte é muito maçante.

O Maracanazo mostrou que o futebol brasileiro, que sempre tendeu a desprezar a tática, também perdeu a sua técnica distintamente tupiniquim. Porque os nossos atletas estão saindo muito cedo do Brasil, para receberem a formação numa escola europeia que não privilegia a técnica coreografada. Os nossos técnicos tem sido preguiçosos para ensinar ambos: a coreografia futebolística e a tática. Eles simplesmente presumem que os seus jogadores já deveriam saber conduzir uma bola (ou, pior, atribuem a coreografia não ao treinamento e à repetição, mas ao reino da mística) e se acomodam. Ao mesmo tempo, por razões culturais, não enfatizam a tática porque avaliam que um destaque técnico bastará para resolver qualquer coisa.

A evasão de jogadores para o exterior já está sendo tratada pela Nova Lei Pelé, promulgada em 2011. Considerando o ciclo de desenvolvimento de um jogador, o problema só começará a ser revertido depois da Copa da Rússia. Mas a técnica sempre será uma questão de compromisso dos nossos treinadores e se eles não forem reciclados para respeitarem o passado canarinho, o nosso futebol morrerá de tão feio, quando se tornará parecido com o europeu e marcado, ademais, a ferro com a incompetência tática.

A FIFA também diminuiu as medidas oficiais dos campos, o que prejudica o futebol-arte, que precisa de espaço para a exibição de uma condução coreografada. Sem mencionar as técnicas cerradas de marcação e as táticas de ocupação de espaço, que também conspiram contra o futebol-arte.

Pelo menos em relação às marcações, uma outra inovação que a CBF pode propor é analisar a posteriori a conduta de um jogador que faz falta contra um colega para interromper uma condução que considera humilhante contra si. O julgamento arbitral deve ser instituído após o jogo, mesmo que o faltoso não tenha tomado nenhum cartão. Os técnicos tem ensinado os seus jogadores a parar uma jogada com faltas, o que é deslealdade e desonra. Isso tem que terminar. Se um jogador faz falta num outro que tenha um domínio claro da bola, i.e. aquele que está de posse da bola (em condução) não se desequilibrando ou recuando em direção ao campo de defesa, de maneira que a intenção do faltoso não era atingir a bola, quem fez a falta merece ser suspenso por atentado ao fair play. Uma advertência de falta de fair play deverá preceder a suspensão. A mesma punição deve ser imposta ao jogador “cai-cai”. Essa nova regra poderia ser implementada em um dos campeonatos estaduais para teste e relatoria de resultados e conclusões à FIFA.

Conclusão

O futebol ainda está no sangue dos brasileiros. É por isso que o País ainda é o maior exportador de jogadores do mundo. Desde o Presidente Vargas, o País é virtualmente voltado para o futebol e isso não pode ser apagado facilmente. Ainda assim, pode ser vir a ser apagado, basta que as próximas três ou quatro gerações deixem de praticar a arte com arte. É do interesse do Brasil conservar esse patrimônio cultural e que ainda se pode preservar por meio de uma CBF livre, se os dirigentes da associação se profissionalizarem e terem mais consciência. A opção “nuclear” seria o Estado brasileiro criar uma liga de clubes privados sob uma agência autárquica esportiva, que estaria à margem da CBF e da FIFA. A autarquia seria fomentada no âmbito diplomático dos BRICS, da UNASUL e do G20, por meio de homólogas em outros países. Até que a união de todas elas pudesse constituir uma formidável concorrente à FIFA em nível mundial.

Eu particularmente prefiro a opção “nuclear”. Eu não aceito que um patrimônio cultural tão querido fique em mãos privadas, comprovadamente incompetentes e pouco profissionais. A FIFA ousou, por meio da Lei Geral da Copa, requerer até mesmo o direito de instituir toques de recolher — ela deu um neologismo à prática, chamando-a de proteção às “áreas de restrição comercial”, para maquiar o despropósito. É justo que uma entidade privada aja como se fosse um governo estrangeiro reclamando soberania? Se eu vou viver num regime de exceção em nome de um espetáculo, pelo menos que ele seja por coordenado uma entidade da qual os meus representantes políticos tenham o direito legal de exercerem em meu nome alguma influência administrativa e de exigirem a prestação de contas!

Contudo, demoraria anos, talvez décadas, para que a opção rendesse frutos. E nem a URSS se furtou a entrar na FIFA, então a inciativa seria totalmente sem precedentes e talvez desnecessária.

Seja o que for, a FIFA e a CBF necessitam um pouco mais de humildade.

Anúncios

Os comentários estão desativados.