Uma Breve História das Raças   /   A Short History of the Races (2)

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As estórias como História



The tales as History

Muito do que se conhece dos primeiros séculos da humanidade após o Dilúvio, vem de Beroso, o caldeu. Beroso não é a única fonte histórica desse período e tampouco a mais confiável. Há o Livro dos Jubileus, algumas escassas informações de Flávio Josefo, e as Crônicas de Eusébio de Cesaréia, etc. Essas fontes são muitíssimo mais confiáveis, porquanto participantes de nossa Religião infalível e abonadoras de nossa santa Septuaginta. Mas Beroso é o mais detalhista de todos, sem mencionar que ele revela a impressionante historicidade por trás da fumaça de mentiras do paganismo.


Many about of what is known (on the first centuries after the Deluge) by though Berosus, the Chaldean. He isn’t the unique source from that period, neither the most reliable. There’re other sources more reliable. There’re the Book of the Jubilees, the Chronicon of Eusebius, some few information from Flavius Josephus, etc. These sources are more reliable, because their are contained in our infalible Religion and they support the holy Septuagint. Nevertheless, Berosus is the most detailed amongst them. He also unveils the admirable historicity behind the smoke of lies of the paganism.

As vicissitudes de Sem


The setbacks of Sem

A herança que Sem recebeu de Noé era simplesmente imensa. Quase a Ásia inteira, sem mencionar o Oriente Médio. O que se pode concluir seguramente de Beroso e dos demais, é que os semitas perderam quase tudo. Está claríssimo como o Sol, muito mais atualmente embora existam cinco mil anos entre nós e Noé, que alguma desgraça se abateu sobre os semitas. Eles foram privados de herança quase que completamente. Pontuar isso é estupefaciente. Porém, o fato é que o Império Hitita não ter sido hitita. Ele deveria ter sido semita. O Império Babilônico não deveria ter sido caldeu. Ele deveria ter sido semita. A China não deveria ser chinesa. Ela deveria ser semita. A Índia não deveria ter sido indiana. Ela deveria ter sido semita, etc.


The heritage which was received by Shem was simply enormous. It was almost the entire Asia, including the Middle Eastern. It possible to conclude, from Berosus and from the others, that Semitics lost almost everything. It’s very shining like the Sun, much more nowadays in spite of exist five thousand years between us and Noah, the blatant fact that some disgrace happened to Shem’s people. They were completely deprived from their legitimate heritage. Pointing out it, is stupefying. The Hittite Empire shouldn’t have been Hittite. He should have been Semitic. The Babylon Empire shouldn’t have been Chaldean, but Semitic. The China shouldn’t have been Chinese, but Semitic. Also for the India. He should have been Semitic, etc.

A Palestina cananéia não deveria ser cananéia. Ela deveria ter sido puramente semita. Há décadas os semitas perderam a Palestina de novo, ainda hoje a triste situação remanesce, ao contrário do que acreditam os traidores sionistas entre nós cristãos. Eles são traidores porque em nome de uma heresia sangrenta, ele celebram alegremente os crimes sionistas que são cometidos contra os árabes que vivem na Palestina há séculos. Entre as vítimas, há muitos cristãos palestinos. Não existe nada que justifique isso. Quaisquer que sejam as violências (reais ou imaginárias) que os europeus lançaram contra os judeus (e os judeus também violentaram os europeus ao longo dos séculos, especialmente durante certos regimes revolucionários, com resultados mais graves que os suplícios concretos ou supostos que eles experimentaram), os palestinos não tem culpa disso. Os palestinos nada tem a ver com as rixas milenares entre os europeus e os judeus.


The Canaanite Palestine shouldn’t have been Canaanite. He should have been Semitic. Even nowadays Palestine remains non-Semitic, although the treacherous Zionists amongst us Christians affirm the contrary. They’re traitors because, towards a bloody heresy, they celebrate with great joy all Zionist crimes which are committed against Palestinians who dwell in the country throughout the centuries. Amongst the victims, there’re many Christian Arabs. There are nothing to justify it. Whatever be the violences (real or imaginary) thrown up upon Jews by European hands (and Jews also violated Europeans throughout the centuries, specially during some revolutionary regimes, whose results were even more grievous than the concrete or alleged torments suffered by them), Palestinians don’t have any guilt for that. The millennial brawl between Europeans and Jewish has nothing to do with Arabs.

O semita indiano

The Indian Semitic

A mitologia e a história da Índia põem luz na história da Ásia semita antes dos asiáticos. Em tempos remotos, a Índia havia sido dominada por uma casta ariana, que viria a ser os Vedas. Os arianos védicos foram os criadores do hinduísmo. A religião hindu foi concebida a partir de uma versão corrompida da verdadeira tradição oral estabelecida por Noé[1].

The mythology and the history of India put a light on Semitic Asia before the Asians. In ancient times, India was dominated by a Aryan caste who would become the Vedas. The Aryan Vedics were the creators of the Hinduism.
The Hindu religion was conceived from a corrupted version of the true oral Tradition established by Noah[1]
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A questão racial dos védicos é interessante, porque os indianos são um povo esmagadoramente mestiço. Os Vedas históricos, porém, são brancos de fenotipo europeu. Os historiadores seculares, imersos em incompetência e preconceitos, tendem a supor que os ascendentes dos védicos são invasores nômades que tomaram a Índia dos mestiços dravidianos. Até mesmo Hitler foi levado por essa idéia, porquanto deu-lhe uma função de propaganda de auto-glorificação racial.

The racial issue on the Vedics is interesting because the overwhelming majority of the Indians is compounded by Mestizos. The historical Vedics are Whites with European phenotype, however. The secular historians, under their incompetence and prejudices, accustom to suppose that the Vedic ascendants are Nomadic invaders who took India from the Dravidian Mestizos. Even Hitler was deceived by that idea, thence, he used it for propaganda of racial self glorification.

Os historiadores nazistas criaram uma teoria complexa. Eles diziam que os ascendentes dos Vedas teriam sido nórdicos nômades que invadiram o Norte da Índia dravidiana, a partir da Mesopotâmia. A teoria é uma meia-verdade. É verdade que os ascendentes dos védicos, brancos e semitas, migraram para a Índia[2]. Mas não é verdade que eles sejam nórdicos (escandinavos), embora tenham o fenotipo aparentemente nórdico de nosso adorado Senhor. Eles vieram diretamente da Armênia. A migração dos ascendentes dos Vedas ocorreu antes dos não-semitas. Portanto, os dravidianos são os reais invasores. Os nômades, aqueles que geraram os dravidianos, foram os cuxitas originários da África.


The Nazi historians created a complex theory. They said that the Vedas’s ascendants were Nordic nomadics who invaded the North of India through Mesopotamia. The theory is a half truth. It’s truth that the Vedics, Whites and Semitics, had migrated to India [2]. But they weren’t (Scandinavian) Nordics, notwithstanding they possess a Nordic appearance likewise to our Lord worshipped. They come directly from Armenia. The migration of the Vedas occurred before the non-Semitics. Hence the Dravidians are the true invaders. The Nomadics, those who truly generated the Dravidians, were the Cushites who were originated from Africa.

Os cuxitas migraram para a Índia, partindo do Egito em direção ao Afeganistão[3], via Palestina. Do Afeganistão, eles prosseguiram a migração para Índia através de um complexo fluvial que atravessa a região terrivelmente montanhosa do Afeganistão. O complexo possui uma saída para as planícies do Paquistão, um caminho mais fácil para a Índia. Na Índia, eles se estabeleceram ao sul e acabaram reduzidos a uma casta pobre.


Cushites migrated to Asia going out from Egypt towards Afghanistan[3] via Palestine. From Afghanistan, they continued to walk towards India through a fluvial circuit that crosses the country which is very mountainous. The circuit provides an exit to Pakistan and an easier pathway to Indian Northwest. In India, they settled themselves at the South where they was reduced to a poor caste.

Seguramente, a migração semítica à Índia, precedente da cuxita, seguiu um trajeto similar ao caminhado pelos cuxitas[4]. Porque existia o reino Sindi (Indus em latim) no Paquistão que faz fronteira justamente com o noroeste da Índia. O rio Cabul na Antigüidade foi nomeado em referência aos sindis como “rio Indus”. Flávio Josefo faz referência a um povo semítico que habitava às margens do Indus, originários da Armênia.


Certainly, Semitic migration to India, which is precedent to Cushite migration, followed a similar pathway than Cushites had walked[4]. Because there was the Sindh kingdom (“Indus” in Latin) that was exactly sited at the frontiers of the Indian Northwest. Indus river (nowadays Kabul river) was named as a reference to Sindh. Even Flavius Josephus states that there was a Semitic people who inhabited at the margins of the Indus. They were originated from Armenia.

Decerto houve uma miscigenação racial entre os cuxitas e os sindis, quando os cuxitas invadiram a Ásia. Todavia, os sindis eram brancos como os Vedas. Por isso é provável que os védicos sejam filhos dos sindis.


There was a racial miscegenation between Cushites and Sindhites when Cushites invaded Asia, there is no doubt in relation to this fact. However, Sindhites were as much Whites as Vedas. It’s very likely that the Vedics are the sons of Sindh.

Notas


Footnotes

  1. O hinduísmo é uma religião monoteísta com uma hierarquia de deuses menores sujeitos a um ser supremo, impessoal. Ela tem como raiz a história do dilúvio, à qual os hindus introduziram as suas fantasias.

    Hinduism is a monotheistic religion that possesses a group of minor gods subjected to a Supreme Being. The Supreme is an impersonal god. Hinduism has as her root a history of the Deluge to what she has added her fantasies .

    Na estória hindu do Dilúvio, pode-se perceber claramente que Noé está relacionado a Manu, e Deus a Visnu. Visnu apareceu como um peixe a Manu, pedindo-lhe proteção. Manu agiu de boa-vontade para com Visnu e cuidou dele, pelo que Visnu retribuiu prometendo-lhe salvar do Dilúvio. Alguns relatos hindus dizem que Manu foi o único sobrevivente e outros que ele sobreviveu com mais sete sábios.

    In the Hindu history of the Deluge, it can be clearly perceived that Noah is related to Manu, and God to Vishnu. Vishnu appeared like a fish to Manu and he begged to Manu for his protection. Manu acted in good will for Vishnu and he took care of Vishnu. Vishnu payed Manu promising to save him from the Deluge. Some Hindu tales say that Manu was the unique survivor and other tales tell that he survived with more seven sages.

    Um relato mais antigo dos hindus, fala de um homem de nome Satiavarman, também sobrevivente de um dilúvio e que tinha três filhos: Sem, Sam e Jyapeti. Sam corresponde exatamente a Cão, porquanto também desonrou o seu pai. O relato hindu de Satiavarman e o relato bíblico de Noé em relação à impostura de Cão são concordantes. A única diferença entre ambos é que Satiavarman amaldiçoou Sam e Noé amaldiçoou Canaã, ao invés de Cão. Ademais, os cabalistas hindus acreditavam que a maldição dita por Satiavarman fez como que Sam se tornasse negro. Eles deram a Sam um nome em caxemiri para transparecer essa crença: Ham-Anay.

    An older tale tells about a man whose name is Styavarman, who also survived from the Deluge. He has three sons: Shem, Sham and Jyapeti. Sham corresponds exactly to Ham, since he dishonored his father too. The Hindu tale of Styavarman and the biblical history of Noah in relation to imposture of Ham are in concordance. The sole difference between both is Satyavarman to have cursed Sham (Ham) and Noah cursed Canaan rather Ham. Moreover, some Hindu Kabbalists believed that the curse thrown by Satyavarman did Sham to become Negro. They gave to Sham a name em Kashemiri to reinforce that belief: Ham-Anay.

    Porque o hinduísmo é uma estória a partir de uma corrupção da verdade, os seus personagens se apresentam misturados quando comparados à nossa Religião. O nosso Senhor Deus pode ser relacionado a Visnu, a Brama, a Shiva, etc., dependendo do incidente relatado e do atributo divino em causa. Noé pode ser relacionado a Manu, a Visnu, a Satiavarman, etc. Cão pode ser relacionado a Nabamedista, a Sam, a Vena, etc.

    Inasmuch as Hinduism is a tale from a corruption of the truth, his characters presents themselves mixed if they’re compared to our Religion. Our Lord God might be related to Visnu, Brahma, Shiva, etc. It will depend of the incident which is told or of the divine attribute which is involved. Noah might be related to Manu, Vishnu, Satyavarman, etc. Ham might be related to Nabhamedistha, Sham, Vena, etc.

    Vena é um personagem interessante porque ele era, segundo as estórias hindus, um rei ímpio que causou muitas dores à humanidade. Quando ele foi assassinado, o seu corpo concebeu um rei justo e mundialmente poderoso, Pritu. Essa estória certamente remete ao imperador Osíris, filho de Cão, que interveio contra a iniquidade de Cão e dos camitas, pacificou o mundo.

    Vena is an interesting character because he was, according to Hindu’s tales, a wicked king who had caused many pains to humanity. When he was killed, his body generated a good and worldwide powerful king, Prithu. It’s certainly reporting to the Emperor Osiris, son of Ham. Osiris intervened against the wickedness of Ham and of Hamitics and pacified the world.

    Nessa confusão, é importante notar que embora Noé se relacione mais apropriadamente a Manu, o nome Manu é a forma sânscrita para Sem. Isso não deve nos surpreender porque prova o quanto a Índia, que nasceu branca e semita, está relacionada a Sem. O nome Manu mostra que os hindus foram se esquecendo aos poucos de Noé, vindo a subtitui-lo por Sem. Sem, como o fundador da Índia, está mais próximo à psiquê hindu.

    In this confusion is important to note that though Noah is related more properly to Manu, the name “Manu” is a Sanskrit form to Shem. It shouldn’t to surprise us, because it’s a proof about how much India, that was born White and Semitic, is related to Shem. The name “Manu” shows that Hindus were forgetting Noah and replacing him by Shem, to whom they were more linked as Patriarch in psychological terms.

    Da mesma forma, Fu Xi (Noé para os chineses). Ele foi considerado um deus distante e o seu culto foi preterido em favor de Shennong (Sem).

    In same way Fu Xi (Noah for Chinamen). He was regarded as a distant god. His cult was postponed towards Shennong (Shem).

  2. A Tradição diz que os semitas já se moviam para o leste desde cedo, muito antes das migrações camitas para a Ásia. Sem estabeleceu a primeira cidade semítica ao redor da Arca (na Armênia) muito ao nordeste das herdades de Cão. O semitas foram fundando cidades, entre elas a Ur caldéia, à medida que rumaram em direção ao Paquistão.

    The Tradition says that Semitics were already moving out to East earlier, very before Cushite migration to Asia. Shem established the first Semitic city around the Ark (in Armenia) very far away to Northeast from the heritage of Ham. Semitics were founding cities, among them the Chaldean Ur, inasmuch as they were walking towards Pakistan.

    Nesse ínterim, Cão estava na África (Ocidente) com os seus filhos, porque havia rumado para lá de pronto, desgostoso e amargurado, porquanto o seu pai havia amaldiçoado Canaã. Sem, por outro lado, sempre esteve ao lado do pai, posto que era o favorito dele.

    Whilst that, Ham was settled in Africa with his children. He moved out to Africa (West) immediately, disgustful and bitterly, because his father cursed his son Canaan. By the other hand, Shem always was with his father, since Noah regarded as his favorite.

  3. O Afeganistão, que fica ao noroeste da Índia, está cheio de referências geográficas aos cuxitas. Em sânscrito, uma língua védica, Gandahar (Kandahar) significa “os descendentes cainitas de Adão”. Os cainitas são ascendentes dos camitas. O Afeganistão era conhecido na Antiguidade como Hindu Cuxe, a Etiópia asiática.

    Afghanistan, that is sited at the Northwest of India, is full of geographic references to Cushites. In Sanskrit, a Vedic language, Gandahar (Kandahar) means “Cainite descendants of Adam”. The Cainites are ascendants of Hamitics. Afganistan was known in Ancient Age as Hindu Kush (Cushite Ethiopia).

  4. O trajeto dos cuxitas à Ásia é milenariamente preferido por diversos povos. Ele foi usado por Alexandre, o Grande, em suas campanhas militares. É provável que o Faraó Sesóscris, da segunda dinastia egípcia (muitíssimo antes de Alexandre), tenha seguido o mesmo caminho para invadir as terras semíticas da Ásia.

    The pathway of Cushites is millennially preferred by many nations. It was used by Alexander the Great in his militar campaigns. It’s likely that Pharaoh Sesostris, of the second Egyptian dynasty (very much before Alexander), had used the same pathway to invaded Semitic lands of Asia.

    O Faraó Sesóscris foi um criminoso camita que iniciou uma expansão militar contra os semitas e os jafetitas. Ele foi até Rio Ganges no leste e até o Danúbio no oeste. Esse réprobo invadiu as terras alheias aos camitas quando Sem ainda estava vivo. A agressão ocorreu cinco séculos antes de Nimrode e a confusão de Babel. As vitorias militares de Sesóscris foram, entretanto, efêmeras.

    The Pharaoh Sesostris was a Hamitic criminal who started a military agression against Semitics and Japhetics. He went to Ganges river at East and to Danube at West. This reprobate had invaded the alien lands when Shem was alive yet. His aggression occurred five centuries before Nimrod and the confusion of languages at Babel. The military victories of Sesostris was ephemeral, however.

    É muito provável que ele tenha dado causa à invasão cuxita e sinaíta contra a Ásia de Sem. Ele pode ter feito uso de cuxitas e sineus como os seus soldados.

    It’s very likely that he have given a cause to Cushite and Sinite invasion against Asia of Shem. He might have used of Cushites and Sinites as his soldiers.

Figuras

Figures

  1. Manu e os sete sábios conduzidos por Visnu durante o dilúvio universal. Manu, neste ícone, é indiscutivelmente Noé. Os setes sábios são uma representação corrompida da família de Noé, que também embarcou na Arca. Os sobreviventes foram quatro casais. Fonte da figura 1: Divine Abobe News.

    Manu and the seven sages being conducted by Vishnu during the universal deluge. Manu, in this icon, is indisputably Noah. The seven sages are a corrupted representation of the family of Noah, that also is inside the Ark. The survivors were four couples. Source of the figure 1: Divine Abobe News.

  2. Adi Shanakaracharya, um descendente dos arianos védicos. Fonte da figura 2: Wikimedia.

    Adi Shanakaracharya, a descendant of the Vedic Aryans. Source of the figure 2: Wikimedia.

  3. Rei-sacerdote sindi de Morenjo-daro. Fonte da figura 3: Wikipedia.

    A king-priest from Mohenjo-Daro, Sindh. Source of the figure 3: Wikipedia.

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