Uma Breve História das Raças (3)   /   A Short History of the Races (3)

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O semita chinês

The Chinese Semitic

Foi demonstrado que os brancos semitas migraram da Índia para o Afeganistão para tomar posse da herança legada. No entanto, tudo indica que esse evento migratório não foi isolado. A mitologia hindu parece indicar que os semitas vieram à Índia oriundos da China. Eles teriam atravessado as Cordilheiras do Himalaia.

It was demonstrated that White Semitics migrated to India by Afghanistan, in order to take their legated heritage. But, everything else indicates that this migratory incident wasn’t isolated. Hindu mythology seems to indicate that Semitics came to India from China. They might have crossed Himalayan mountain rages.

É patente que devemos preferir a nossa Religião santa e infalível à mitologia hindu. Não pode haver nenhuma sombra de dúvida quanto a isso. Dessa feita, quando os hindus dizem que a embarcação de Manu (o nome hindu para Noé, embora se refira Sem) encalhou no Himalaia, devemos interpretar o conto como uma corrupção introduzida, por motivos especialmente patrióticos[1], à verdadeira Tradição. A Tradição afirma que a Arca de Noé (e não de Sem como os hindus deixam a entender) encalhou na Armênia donde os semitas partiram para a Ásia. Essa é a verdade dos fatos.

It’s blatant that we must prefer our holy and infallible religion instead of Hindu mythology. In relation to this, can’t exist any piece of doubt. So, if Hindus say that the ship of Manu (as Hindus call Noah, though the name also means “Shem”) stranded on Himalaya, we must interpret their tale as a corruption of the true Tradition. They corrupted it, amongst many motifs, for patriotic purposes[1]. The Tradition affirms that the Ark of Noah (not of Shem as Hindus suggests) stranded in Armenia. From Armenia, Semitics went away to Asia. That’s the simple truth from the facts.

A despeito disso, o testemunho hindu mostra algo sobre a China antes dos chineses. Os hindus testificam a respeito de uma China branca, antes dos sineus a terem ilicitamente invadido[2] e contribuido para que a raça desaparecesse. Eles falam, de forma implícita, a respeito de uma China donde os ancestrais dos Vedas arianos vieram.

In spite of that, Hindu testimony tells about a China before Chinamen. A White China, before the illegitimate invasion of Sinites[2], whose result contributed to the extinction of the original race. Hindus tell implicitly about a China whence the ancestors of Aryan Vedas had their origin.

Devemos ter em mente que a Humanidade nessa época primeva de migração falava uma só língua. A moderna cartografia com os seus rígidos limites nacionais, que não podem ser ultrapassados por estrangeiros sob pena de guerra, é uma convenção muitíssimo recente. Dado o contexto, não é de pasmar que os semitas de uma mesma raça, branca, migrem livremente para cá e acolá para manter o contato com os parentes, para estabelecer intercâmbios ou para lograr uma terra melhor. Seja qual for o motivo, os semitas foram para a Índia em duas ondas migratórias: da Armênia via Afeganistão e da China via Himalaia. A migração da Armênia ocorreu nos primórdios dos tempos pós-diluvianos. A migração (ou intercâmbio) da China ocorreu quando já haviam cidades assentadas neste país.

We must keep in our minds that the mankind spoke only one language at the epoch. The modern cartography, with its rigid national limits whereof can’t be broken except as an act of war, is a very much recent convention. Given the context, it isn’t surprising that Semitics of a same race, White, had migrated from and to everywhere. They might have done it for visiting their parents, for establishing trades, for getting a better land, etc. Whatever the reason, Semitics went to India in two migratory waves: from Armenia through Afghanistan and from China through Himalaya. The first wave happened in the beginning of the post-Deluge times. The second, that might have been either a migration or an interchange, happened when there were founded cities in China.

A China perdida

The lost China

Os semitas da China viveram muito tempo, o suficiente para deixar sobejamente os seus aparatos, a sua cultura e as evidências de uma casta elitista reinante sobre os sineus. Contudo, eles desapareceram. É possível que essa tragédia tenha acontecido por violência, por migração em massa ou pacificamente pela miscigenação racial.


Semitics of China lived a long time, enough for leaving widely their artifacts, their culture and proofs about an elitist caste that reigned over Sinites. However, they disappeared. It’s likely that this tragedy have happened by violence, by mass migration or quietly by racial miscegenation.

A mitologia chinesa indica que Noé, conhecido como Fu Xi, governou a China por um curto tempo (em relação à sua incrível expectativa de vida). Em seguida, ele passou o seu governo a Sem (Shennong). (É interessante notar que a cronologia chinesa[3] pós-diluviana é relativamente concordante com a santa Bíblia no que diz respeito à expectativa de vida e os períodos possíveis de governo que Sem e Noé exerceram sobre a China[4]).

Chinese mythology indicates that Noah, called Fu Xi, reigned over China by a short time (in relation to his amazing life expectancy). Then, he gave his government to Shem (Shennong). (Chinese mythology is relatively concordant with the holy Bible regarding the life expectancy and the possible periods of government that Shem and Noah practiced over China[4]).

O sucessor de Sem, o Imperador Amarelo, logo veio a se defrontar com uma guerra em larga escala com a tribo huaxia. É dela donde a etnia chinesa Han descende. Os huaxias, sem nenhuma partícula de dúvida, foram os sineus invasores migrantes da África. Lentamente, com o passar dos séculos, os semitas foram sendo empurrados pelos inimigos em direção norte e ao oeste chinês. Os semitas resistiram ferozmente e lograram reviravoltas espetaculares. (Na realidade, eles mantiveram o senhorio da China por milênios). Os semitas se fixaram na região de Xiongnu (por isso a presença de múmias caucasianas na região) até serem subjugados definitivamente pela dinastia Qin na primavera da era cristã. A partir da submissão branca à dinastia Qin, o desaparecimento dos semitas remanescentes na China se deu, muito provavelmente, de uma forma pacífica e silenciosa através da miscigenação racial.

The successor of Shem, the Yellow Emperor, rapidly came to confront a large scale war against Huaxia tribe from where Han ethnic descends. There is no particle of doubt that Huaxia men were Sinite invaders who had come from Africa. Slowly, inasmuch as the centuries were passing away, Semitics were being pushed, by the enemy’s hands, to West and to North of China. They resisted ferociously and they even had gotten many impressive victories. (Indeed, Semitics were the landlords of China throughout millennials). They were settled by the circumstances at the area of Xiongnu, hence there are Caucasian mummies there). Eventually they were subjected to Qin dynasty, in the beginning of the Christian age. Thenceforth, by the White submission to Qin Dynasty, they were quietly disappearing through the racial miscegenation.

A tragédia da extinção semítica na China certamente foi precipitada pelas guerras civis que os semitas lutaram entre si. Os próprios semitas expulsaram os seus irmãos yuezhi da China. Os yuezhi, depois de expulsos, fundaram o Império Kushan. A liderança Kushan também era racialmente branca.


The tragedy of Semitic extinction from China certainly was accelerated by the wars that Semitics fought amongst themselves. Semitics by their own hands expelled their Yuezhi brothers from China. Yuezhi men, after expelled, founded Kushan Empire. The leadership of Kushan was racially White.

A conexão sino-indiana dos hicsos

The Sino Indian connection of Hyksos

Os hicsos foram homens brancos, semitas, que haviam invadido o Egito quando Abraão peregrinava em Canaã. Eles não invadiram o Egito meramente por invadir como insinuam alguns cegos e incompetentes entre os egiptólogos. Os hicsos foram ao Egito e se assentaram em Avaris para recuperar (e não roubar) a legítima porção egípcia que eles, como semitas, possuíam. Foi a ascendência dos hicsos a vitimada pelos camitas e não o contrário. Eles lutaram uma guerra de reparação e não por motivos de fúteis de vaidade imperial.


The Hyksos were Caucasian Semitics at the epoch whereof Abraham wandered in Canaan. They didn’t invaded to take down the Egypt such as some blind and incompetent scholars are accustomed to say amongst the Egyptologists. The Hyksos went towards Egypt and settled themselves in Avaris to recover (not to rob) their legitimate portion of the Eastern Egypt. It were the ascendants of Hyksos who were stolen by Hamitics such as before said. The war was a reparation, not an imperialistic attack from the nothing.

Existe uma relação óbvia e provada de intercâmbio entre todos os semitas da Ásia. As armas de ferro inéditas usadas pelos hicsos na invasão ao Egito, foram as mesmas que subjugaram a etnia Ham na China e os dravidianos na Índia. Não há provas incontestáveis de que o suposto Império semita da Acádia não seja o Império Babilônico de Nimrode. Contudo, se o Império da Acádia é um outro Império diferente dos caldeus, certamente os semitas conquistaram os camitas da Babilônia por meio dessas mesmas armas.


There are a obvious and proved relation of interchange among Semitics of Asia. The new iron weapons that were used by Hyksos in their invasion of Egypt were the same used by Semitics to defeat Han ethnic in China and Dravidians in India. There are no proofs that the alleged Akkadian Empire not be other but Babylonian Empire which was ruled by Nimrod. Nevertheless, if Akkadian Empire isn’t Babylonian Empire, certainly Semitics overthrew Babylonian Hamitics using the same weapons.

Uma outra prova desse intercâmbio semítico por solidariedade racial é a existência global da escrita não-pictórica. O sânscrito dos Vedas, que contribuiu para as línguas grega e latina dos jafetitas, deve muito ao siríaco predecessor do velho hebraico dos hicsos. Conclusivamente, há uma base comum entre o siríaco, o hebraico e o sânscrito. A escrita da China branca é claramente não-pictórica, enquanto que a versão da China camita é pictórica. Uma vez que os hindus dizem descender dos arianos oriundos do Himalaia, disso se pode deduzir que o sânscrito é uma língua póstuma, semítica, da China branca.


Another proof of this Semitic interchange by racial solidarity is the worldwide existence of the non-pictorial language. Sanskrit of Vedas, which contributed to Greek and Latin of Japhetics, is indebted very much to Syriac. Syriac language is the precursor of Old Hebraic spoken by Hyksos. Conclusively, there’s a common basis to Hebraic, Syriac and Sanskrit. The writing of White China is clearly non-pictorial, meanwhile the version of Hamitic China is pictorial. Since Hindus affirm to be descendants of Aryans of Himalaya, we can conclude that Sanskrit is a posthumous language, Semitic, of White China.

A história dos hicsos é significativa. O Senhor Deus revelou numa profecia a história secular que os hicsos haveriam de passar a partir do momento em que eles entraram no Egito com Abraão[5] até a saída miraculosa através de Moisés. Na ocasião do Êxodo, eles já eram referidos como Israel[6]. O Senhor havia dito que os hicsos habitariam no Egito como estrangeiros[7] e (eventualmente) seriam escravizados.


The history of Hyksos is significant. The Lord Almighty reveled in a prophecy, the long history that Hyksos would undergo, since their entrance in the Egypt with Abraham[5] untill their miraculous escape by Moses. At the epoch of the Exodus, they were already called “Israel”[6]. The Holy God had said that Hyksos would dwell Egypt as aliens [7] and, eventually, they would be slaved.

O intercâmbio de armamentos citado acima, revela que os hicsos eram formados por grupos semíticos de várias regiões do mundo, desde a Acádia à China. Esses grupos eram todos de uma só raça, branca, e possuíam uma base linguística comum[8].


The interchange of weaponry before said, shows that Hyksos were composed by Semitic groups from many regions of the world, since Akkadian Empire to China. These groups were one same race, white, and they had a common basis of language[8].

Apesar da vitória hicsa em Avaris, os hicsos só vieram a governar o Egito a partir da 17º dinastia egípcia, vários séculos depois.


In spite of Hykso’s victory in Avaris, Hyksos came only to rule over Egypt starting from 17th Egyptian dynasty, several centuries after.

A 17º dinastia foi fundada pelo rei hicso Saitis, sob o qual José veio ao Egito como um escravo (Gn 39-41). José foi posteriormente libertado e honrado pelo Faraó. Foi por meio de Saitis que José arranjou uma esposa “egípcia”[9], mas que na verdade era uma mulher da raça branca, hicsa, como o hicso José. Os hicsos reinaram sobre o Egito por várias gerações até o Faraó Kamose traiçoeiramente travar um guerra contra eles. Várias décadas depois de Kamose, Moisés (que foi um oficial egípcio conhecido pelo nome de Senmut) tirou os hicsos do Egito.


The 17th dynasty was founded by Hykso Pharaoh Saitis, under who Joseph was brought enslaved to Egypt (Gn 39-41). Posteriorly he was freed and honored by Pharaoh. It was by Saitis that Joseph took an “Egyptian”[9] by wife. Indeed, she was not Egyptian by race. She was Caucasian Semitic, a Hykso, like Joseph. Hyksos ruled over Egypt many generations until the Pharaoh Kamose treacherously to fight a war against them. Many decades after Kamose, Moses (who was called Senmut) took out Hyksos from Egypt.

A tragédia e o triunfo de Sem

The tragedy and the triumph of Sem

Há diversas outras tecnologias e instituições públicas (como o comércio e a burocracia governamental) que foram fundadas pelos semitas e se espalharam pelo mundo. À medida que os semitas diminuíram em número por todo o globo, o outro ramo da raça branca (os jafetitas) foi pegando o legado criativo dos semitas para continuá-lo até os dias de hoje. A raça branca como um todo tem essa capacidade admirável de ser criativa e adaptativa. Não é um dom exclusivo, mas ela se destaca. Esse talento traz tanto o bem quanto o mal.


There’re many other technologies and public institutions (like the commerce and the governmental bureaucracy) which were founded by Semitics and whereof were spread around world. Inasmuch as Semitics were diminishing everywhere in number, the other branch of the white race (Japhetics) were taking the creative legacy of Semitics for continuing it till nowadays. The white race as a whole has this amazing capacity to be creative and adaptative. It isn’t exclusive of her. But she is clearly highlighted to do it. This gift is as much for good as for evil.

A ironia é que os avanços e os retrocessos trazidos pela raça branca sempre se voltam contra ela por mãos inimigas ou traiçoeiras. O exemplo hicso é emblemático, porque eles foram escravizados no Egito pelas mesmas táticas militares que eles haviam usado para conquistar o país. Eles haviam ensinado aos camitas como os armamentos deveriam ser usados. Além do mais, a miscigenação racial põe a raça branca em desvantagem, devido ao caráter recessivo de seus genes. Esses são os motivos de tantos semitas asiáticos terem desaparecido da História, lamentavelmente.


The irony is that the advances and regressions brought by the white race always turned themselves against her by treacherous or enemy hands. Hyksos’ example is very emblematic of these facts. They were enslaved in Egypt by the same tactics and weapons that they used to conquer the country. Because they had taught to Hamitics how the weaponry should be used. Moreover, the racial miscegenation also puts the white race in disadvantage, due to the recessive patterns of her genes. For these motifs, sadly, so many Asian Semitics disappeared from History.

Tamanha calamidade que atingiu a família de Sem é desconcertante. Quase todos os povos do mundo estão assentados nos lugares errados, ou sem assentamento nenhum. A exceção é Jafé[10]. As fortalezas jafetitas continuam em pé mais ou menos nos locais esperados, a despeito de certos deicidas terem feito de tudo para derrubá-las ao longo da História. E ainda hoje, eles tentam destruir Jafé por meios insidiosos, com um fanatismo impressionante e inexorável. Mas, no lugar de Sem, para quase todos os lugares para os quais se olhe, está Cão. Para piorar, Cão, com a exceção efêmera do periodo colonial europeu, continua mantendo o seu legítimo legado africano.


Such great calamity that has reached Shem’s family is very embarrassing. Almost all nations of the world are settled either at the wrong places or with no proper settlements. The exception is Japhet[10]. Japhetic fortresses stand up more or less at the places where is waited that they be, in spite of the efforts of some deicides for taking down them throughout the History. Even today, they don’t give up and they’re trying to destroy Japhet by other insidious means with an impressive and relentless fanaticism. However, regardless the direction that’s seen, at the place that belongs to Shem, with few exceptions, Ham is settled. To make the things worser, Ham has kept his legitimate African legacy till now, in spite of the ephemeral success of European colonialism.

Diante de todas essas coisas, é muito compreensível o porquê de Cristo ter escolhido nascer semita. Deus se apieda do fiel mais fraco e Ele sabe o quanto os semitas perderam. O Santíssimo Deus Trino jamais esqueceu o amor preferencial de Noé para com Sem. Ele permitiu que Sem perdesse a Ásia. Mas, por amor a Sem e a Noé, o Deus Filho, em Si mesmo, deu o Universo inteiro a Sem.

Considering these things, it’s very comprehensible the motif by why Christ was born Semitic. God has piety of the weakest believer and He knows how much Semitics have lost. The Most Holy Triune God never forgot the preferential love of Noah for Shem. He allowed that Shem lost Asia. But, for love of Shem and Noah, God, the Son, in Himself, gave the whole Universe to Shem.

No futuro, antes ou depois do Juízo Final, aos filhos de Sem serão devolvidos a Ásia e o Oriente Médio. A divisão que Noé determinou aos seus filhos foi estabelecida de uma vez para sempre. A privação de Sem é apenas temporal, embora longo. Apesar disso, em Cristo, Sem, que perdeu quase tudo, ganhou tudo.

In the future, before the Doomsday or in its aftermath, to Shem’s children will be payed back with Asia and with Middle Eastern. Earth’s division, which was determined by Noah, was established once forever. Shem’s deprivation is ephemeral, though very long. In spite of this, in Christ, Shem, who lost almost everything, won everything.

Notas


Footnotes

  1. Adaptar histórias e estórias por motivação patriótica é comum. Os chineses retratam os seus primeiros Imperadores, que são brancos e semitas, com uma face mongólica. Os asuras, que são semi-deuses originários do hinduísmo e por isso detentores de uma face mulata, são retratados como mongólicos quando exportados para o budismo. Buda, tradicionalmente retratado como um mongólico, na verdade, foi um homem branco (semita), de olhos azuis. Entre outros exemplos, etc.


    Adapting histories and tales for nationalistic reasons is common. Chinamen portray their first emperors (they’re white and Semitic) with a Mongolic face. Asuras (who are demigods originated from Hinduism and hence they should be Mulattos) are portrayed like Mongolic men, when they are exported to Buddhism. Buddha, who is traditionally portrayed like a Chinaman, indeed was a white man, Semitic, with blue-eyes. Among other examples, etc.

  2. Uma das provas das quais mostram que os homens de raça mongólica são de herança camita, é a linguagem. O famoso jesuíta e um dos pioneiros em Egiptologia, Atanásio Kircher, provou que o sistema pictórico de escrita chinesa é virtualmente o mesmo da egípcia.


    One among the proofs whereof show that the men of Mongolic race are from Hamitic lineage, is the language. The famous Jesuit and one of the pioneers in Egyptology, Athanasius Kircher, demonstrated that the pictorial system of Chinese writing is equivalent to Egyptian.

  3. A cronologia chinesa ante-diluviana é falha. A quantidade de anos que os reis imperaram nessa era, tal como ela conta, é absurdamente exagerada. A seqüência de reis que ela indica contradiz a Tradição e é incompatível com a própria expectativa de vida que a cronologia chinesa estabeleceu depois do Dilúvio. A cronologia caldéia e egípcia também padecem desses mesmos problemas. Nesse caso, só a Tradição cristã apresenta dados coerentes e confiáveis.


    Chinese chronology is flawed regarding to the ante-Deluge times. The amount of years that the kings reigned at that age, such as it counts, is absurdly exaggerated. The sequence of kings that it indicates, contradicts the Tradition and it is incompatible to the life expectancy that Chinese chronology established after the Deluge. Chaldean and Egyptian chronology also suffer these same problems. In that case, only Christian Tradition shows coherent and faithful data.

    A cronologia chinesa apresenta um rei que governou pouquíssimo tempo em relação aos demais reis ante-diluvianos da época. Esse rei foi o Imperador Youchao. Ele é, provavelmente, o Patriarca Enoque que foi cedo arrebatado aos céus, com poucas dezenas de anos de vida.


    Chinese chronology presents a king that reigned very few years in relation to others at the ante-Deluge times. This king was the Emperor Youchao. He’s probably the Patriarch Enoch. Enoch was very early rapt to heavens, with few decades of life.

  4. A Tradição estabelece que pouco tempo depois do Dilúvio, os Nefilins, que catalisaram o castigo divino do Dilúvio e morreram por isso, tornaram a fustigar a humanidade na condição de demônios. Em reação, Noé conseguiu de Deus que nove décimos dos demônios fossem presos até o Último Dia. A décima parte restante foi liberada para fustigar os homens com doenças. Deus queria que os demônios livres servissem como açoites aos ímpios.


    The Tradition establishes that few time later after the Deluge, Nephilins, who precipitated the divine chastisement of the Deluge and they died for that reason, came back to fustigate the mankind. But then, as demons. In reaction to that, Noah achieved from God the prison of nine-tenths of these demons until the Last Day. The rest remained free because God wanted that they punished the wicked men with sicknesses.

    Quanto às doenças causadas pelos demônios, Noé procurou tratá-las com ervas, fundando dessa forma a Herbologia e a Medicina Tradicional da China. Sem recebeu do pai essa ciência e prosseguiu aperfeiçoando-a. A mitologia chinesa e a Tradição cristã concordam nesse ponto. A mitologia, porém, acrescenta que Sem morreu envenenado por um de seus experimentos.


    About the sicknesses brought by these demons, Noah sought to treat them with herbs. In this way, Noah created the Herbology and Chinese Traditional Medicine. Shem received from his father this science and he continued perfecting her. Chinese mythology adds that Shem died poisoned by one of his experiments.

    Esse relato chinês é interessante porque Sem viveu apenas seis séculos. Noé viveu nove. O motivo do porquê Sem viver significativamente menos que o pai pode ter sido esse.

    Chinese tale is important because Shem lived six centuries. Noah lived nine. The reason thereby Shem died early might be this.

  5. Quando os hicsos abriram as hostilidades contra os egípcios, Abraão partiu com eles por ser igualmente semita asiático e, assim, um hicso. A Bíblia até registra um incidente entre ele, a sua esposa Sara e o Faraó da época (Gn 12). O ódio natural causado pela guerra, explica o porquê de Abraão, sendo um inimigo semita, ter temido a morte nas mãos do Faraó. A invasão hicsa e a migração de Abraão aconteceram paralelamente por volta do ano de 2.069 A.C.

    When the Hyksos began the hostilities against Egypt, Abraham went with them, since he’s a Asian Semitic and, hence, he’s a Hykso. The Bible even registers a incident between Abraham, his wife Sarah and the Pharaoh at the epoch. The natural hatred raised up by the Hyksos’ war, explains the reason by the what Abraham was afraid about his possible murder, he as an Semitic enemy, on the hands of the Pharaoh. Hykso invasion and Abraham migration happened in parallel circa 2069 B.C.

    Os 430 anos determinados por Deus para que o Seu povo saísse do Egito (Gn 15:13, Ex 12:40), começaram a contar a partir da entrada de Abraão com os hicsos naquele país. O Êxodo ocorreu por volta do ano 1.639 A.C. Deus anunciou o futuro dos hicsos a Abraão em 2.039 A.C., quando ele havia saído do Egito para voltar a Canaã (Gn 13). Deus, na ocasião, contou 400 anos restantes para o Êxodo.

    The 430 years predestined by God for His people to flee from Egypt, began to count since Abraham’s entrance in Egypt with Hyksos (Gn 15:13, Ex 12:40). The Exodus happened circa 1639 B.C. God announced Hyksos’ future to Abraham at 2039 B.C, when he had left Egypt to go back to Canaan (Gn 13). At the occasion, God had counted 400 years to the Exodus.

  6. Flávio Josefo diz que os hicsos são os hebreus. Ele não é sem razão quando diz isso. Como exemplo, os americanos. Todos costumeiramente chamam os americanos de americanos. Mas os americanos (brancos) são britânicos, porque descendentes de migrantes do Império Britânico. E os britânicos, embora sejam conhecidos por britânicos, são europeus. Da mesma forma, Josefo. Os israelitas são filhos dos hicsos. Portanto, tal como os americanos brancos são legitimamente europeus e britânicos, os israelitas são hicsos.

    Flavius Josephus says that Hebrews are Hyksos. He has reason by saying that. For example, all say that Americans are Americans. But white Americans are British, because they descend from migrants of British Empire. Britons, though they’re called British, are Europeans. In the same way, Josephus. Israelites are sons of Hyksos. Therefore, such as white Americans are legitimate Europeans and Britons, Israelites are Hyksos.

  7. Os egípcios nunca consideraram os semitas do lado oriental do Egito como seus, a despeito da expansão do Império sob Osíris. A expansão forçosamente integraria os semitas aos camitas egípcios. Esse padrão de integração semita ocorreu na China com os sineus e na Índia com os dravidianos.

    The Egyptians never considered Semitics of Eastern side of Egypt as their ones, in spite of Egyptian expansion under Osiris. The expansion forcibly would integrate Semitics to Egyptian Hamitics. This pattern of Semitic integration occurred in China with Sinites and India with Dravidians.

    Uma explicação razoável do porquê os semitas não terem sido assimilados, é a possibilidade de uma repentina deportação forçada. Uma expansão dramática e violenta do Egito em direção à Ásia, teria forçado os semitas egípcios a recuar para o território semítico que viria a ser do Império Acadiano. Abraão e Jó teriam vivido na condição de descendentes de exilados em Ur (como os árabes na Palestina), dentro da Acádia. No tempo de Abraão, os exilados semitas, de posse de novas tecnologias militares, invadiram o Egito e remanesceram lá até Moisés os levar para a Palestina.

    One reasonable explanation about why Semitics didn’t have been integrated, is the possibility of an abrupt and forced deportation. A dramatic and violent expansion of Egypt might have forced Semitic to retreat to the territories of then future Akkadian Empire. Abraham and Job would have lived as descendants of refugees in Ur (like Arabs in Palestine), inside Akkadia. At the time of Abraham, Semitic refugees, having new military technologies, invaded Egypt and they remained there until Moses took them out to Palestine.

    Em outras palavras, os semitas não se assimilaram aos camitas do Egito oriental, ao contrário do ocorrido pacificamente em outras áreas da Ásia, porque a maioria deles estava exilada fora da influência faraônica. Daí que se pode dizer que os hicsos voltaram e não que invadiram o Egito.

    In other words, Semitics don’t assimilate themselves with Hamitics of Eastern Egypt, on the contrary to that occurred at other areas of Asia, because the most of them was exilled outside of Pharaoh’s influence. Hence it’s acceptable to say that Hyksos came back and not that they invaded Egypt.

    O recuo semita para a Caldéia teria sido forçada pelo Faraó Sesóscris da segunda dinastia egípcia.

    The Semitic receding to Babylon might been forced by Pharaoh Sesostris of the 2nd Egyptian dynasty.

  8. Os historiadores árabes dizem que o siríaco é a língua universal que a Humanidade falava desde Adão.

    The historian Arabs say that Syriac is the universal language which was spoken by mankind since Adam.

  9. O nome da esposa de José era Asenate, a filha de Potifar, um alto sacerdote egípcio de Heliópolis, uma cidade da província hicsa de Gessém. Ela é descrita pela Tradição como sendo alta, branca e linda como Sara, Rebeca e Raquel. Ela era virgem e a sua beleza foi famosa por entre o Egito e foi cortejada por vários reis, entre eles o rei de Moabe. Ela tinha confiança de que se casaria com o filho de Saitis, mas apaixonou-se visceralmente pela imensa beleza de José. José resistiu, porque era um homem casto e porque Asenate era uma idólatra. Mas, em prantos pela rejeição de José, e com a ajuda de anjos, Asenate se converteu ao Deus de Israel. Dessa forma ela ganhou a afeição marital de seu amor.

    The Joseph’s wife was Asenath, the daughter of Potiphar, a high egyptian priest of Heliopolis, a city inside the Hykso province of Gesem. She is portrayed as tall, white, as handsome as Sarah, Rebekah and Rachel. She was virgin. Her beauty was famous in entire Egypt and was wooed by many kings, among them, a Moabite king. She hoped to marry to the son of Saitis, but she fell viscerally in love for Joseph. Joseph resisted her, because he was a chaste man and Asenath was an idolater. But, crying loud due to the rejection of Joseph, with the help of angels, Asenath converted herself to the God of Israel. Thereby she gained the marital love of her desired Joseph.

    O fato dela ser descrita como tendo um fenotipo hicso e procedente de província hicsa, prova que ela era da raça branca, de ramo semita. Asenate, assim como Tamar, Rute e outras mulheres da ascendência de Cristo conservam a mesma coerência genealógica que é um requisito crítico para o Messias. Tal como foi para Noé.

    As she is described as having a Hykso phenotype and since she was from a Hykso province, it’s proved that she was of the white race, of Semitic branch. Asenath, like Tamar, Ruth and other women of the Christ’s ascendancy keep the same genealogical coherency. It’s a critical requisite for the Messiah as much it was for Noah.

  10. Os jafetitas comprovadamente continuam nos lugares legados a eles, a despeito dos europeus terem apagado de suas nações os nomes dos filhos de Jafé. Os nomes eram memoriais a Noé, Jafé ou ao filhos de Jafé que fundaram essas as respectivas nações européias. Flávio Josefo testifica que foram os gregos que, infelizmente, começaram a apagar esses memoriais.

    Japhetics demonstrably remain at the places which were bequeathed to them. That’s verifiable in spite of Europeans had erased from their nations the names of Japhet’s sons. The names were memorials to Noah, Japhet or Japhet’s sons who had founded the correspondent European nations. Flavius Josephus testifies that were Greeks who, unhappily, began to erase these memorials.

Figuras


Figures

  1. A Beleza de Loulan. Representação artística da famosa múmia (semita) Loulan, encontrada com uma outra centena de cadáveres caucasianos nas montanhas Tian Shan no noroeste da China. Tian Shan está a apenas dois pares de meses a pé do rio Amarelo, donde os chineses dizem que o país começou. Embora pareça muito, a distância é trivial para quem vive migrando, como exemplificado pela história bíblica do Êxodo e pelas campanhas militares antes do advento dos transportes motorizados.

    The Loulan’s beauty. It’s an artistic representation of the famous Semitic mummy Loulan. She was found with another hundred of Caucasian corpses at the mountain Tian Shan. It sits in Northwestern China, two peers of months by foot from Yellow river. It’s in at the margins of Yellow river that China began, according to Chinamen. Though the distance seems to be so much, it is trivial to whom lives migrating. The examples of the Exodus and of the military campaigns before the motored vehicles prove it.

    Loulan possui cabelos ruivos. Curiosamente, essa cor capilar era um traço racial que o filho de Isaque, o semita Esaú, também possuía. Em excesso, inclusive. Fonte da figura 1: Merdente Leyla.

    Loulan is red haired. Curiously, that capillary color was the same racial trait that Esau possessed. In excess, incidentally. Source of the picture 1: Merdente Leyla.

  2. Múmia caucasiana (semita) encontrada no deserto de Taklamakan no noroeste da China. Fonte da figura 2: Digital Journal.

    Caucasian mummy (also Semitic) that was encountered at Taklamakan’s desert in Northwestern China. Source of the picture 3: Digital Journal.

  3. Moeda do Império (Semita) Kushan. A moeda tem a face de um homem caucasóide, com uma escrita parcialmente não-pictórica. A escrita indica uma identidade racial distinta da chinesa e ao mesmo tempo uma natural e limitada absorção da cultura chinesa na língua indo-européia de Kushan. Fonte da figura 3: Columbia University.
  4. Coin of Kushan (Semitic) Empire. The coin has a face of Caucasian man, with a writing partially non-Pictorial. The writing indicates a racial identity which is distinct from Chinese and, at the same time, a natural and limited absorption of Chinese culture in Indo-European language spoken by Kushans. Source of the picture 3. Columbia University.

  5. Pictograma egípcio a respeito dos hicsos. Por honestidade, devemos lembrar que um pictograma egípcio que retrate um homem com uma certa cor de pele, não diz necessariamente respeito à raça de quem está retratado. Um mesmo faraó pode ser retratado igualmente em cor branca, marrom, preta, vermelha, etc. A cor da pele na escrita egípcia quase sempre significa um aspecto cultual e religioso que está ligado ao contexto do pictograma. Por exemplo, preto significa o culto da fertilidade, etc. Todavia, um pictograma que apresenta consistentemente os hicsos como brancos, é uma curiosidade diante de tudo o que já foi exposto.

    Egyptian pictogram regarding to Hyksos. For the sake of the honesty, we must remember that an Egyptian pictogram which shows a man with a certain color of the skin, isn’t necessarily saying something about his race. A single Pharaoh may be equally portrayed in white color, brown, black, red, etc. The color of the skin almost ever means a cultual aspect of whom is portrayed, under the context of the pictogram. For example, the black means the cult for the fertility, etc. However, if a pictogram portrays Hyksos as whites, that’s a curiosity forth from all what was exposed.

    O Faraó Kamose refere-se aos hicsos como “asiáticos”. A designação não é uma referência à raça mongolóide. Ela é uma referência ao fato dos hicsos virem da Mesopotâmia. Fonte da figura 4: War on the Horizon.

    Pharaoh Kamose refers to Hyksos as “Asians”. He isn’t referring to Mongolic race. It’s a reference to the fact of which Hyksos came from Mesopotamia. Source of the picture 4: War on the Horizon.

  6. Os egiptólogos, em sua cegueira obstinada e fraudulenta, dizem que Senmut é a pessoa que segura o bebê. Obviamente, eles negam que Senmut seja Moisés e acrescentam estupidamente que o bebê era a Faraó Hatshepsut. Ocorre que o bebê é masculino, segundo os pictogramas. Eles, como alienados que são, ignoram essa informação.

    Egyptologists, in their blind and fraudulent stubbornness, dare to say that Senmut is the person who is holding the baby. Obviously, they deny that Senmut is Moses. They add stupidly that the “he” was Pharaoh Hatshepsut. But the baby is male, according to pictograms. they, since they are alienated, ignore this information.

    A verdade dos fatos é que o bebê é Senmut (Moisés). A pessoa que
    o segura é Hatshepsut, a mesma mulher que resgatou Moisés do rio Nilo e o adotou como seu filho. Moisés foi resgatado do Nilo no logo início do reinado de Tutmoses I, pai de Hatshepsut.

    The simple truth of the facts is that the baby is Senmut (Moses). The person who is holding him, is Hatshepsut. Hatshepsut is the same woman who had rescued Moses from Nilo river. He was rescued at the very beginning of the kingship of Tutmoses I, the father of Hatshepsut.

    Flávio Josefo diz que os sacerdotes egípcios sabiam que Moisés era um hebreu, filho de escravos hebreus. Eles não queriam que os hicsos voltassem ao poder no Egito, por isso odiavam Moisés. Quando Tutmoses II morreu, Moisés era o sucessor legítimo. Ele declinou o trono. Moisés temia ser assassinado pelos sacerdotes (eles haviam realmente tentado matá-lo) e sabia que o Senhor tinha algo melhor para ele.

    Flavius Josephus tells that Egyptian priests knew that Moses was Hebrew, son of Hebrew slaves. They didn’t want that Hyksos came back again to the charge of Egypt. Due to that, they hated Moses. When Tutmoses II died, Moses was his legitimate successor. He declined the throne. Moses was afraid to be killed by the priests (they really tried to kill him) and he knew that God Almighty had some better to him.

    Hatshepsut, porquanto não havia outro herdeiro, tomou o cetro para si. Ela foi sucedida por Tutmoses III. Tutmoses III odiava a ambos, Hatshepsut e Moisés. Ele tentou com grande esmero apagar as referências oficiais a Hatshepsut, porque ela era uma mulher que se atreveu a ser Faraó e porque ela amava maternalmente a Moisés. Foi no reinado de Tutmoses III que Moisés fugiu para Midiã.

    Hatshepsut, since there was no other heir, took up the crown for herself. She was succeeded by Tutmoses III. Tutmoses III hated both, Hatshepsut and Moses. He tried with great effort to erase the official registers about Hatshepsut, because she was a woman who durst to assume Egyptian throne and she loved maternally Moses. It was under Tutmoses III that Moses fled to Midian.

    É importante salientar que o rol de reis citados acima não concorda com a cronologia oficiosa dos egiptólogos. A cronologia que eles estabeleceram torna impossível saber a real data do Êxodo. A razão disso é a egiptologia tradicional ser cega e burra como uma porta. Ela estabeleceu uma cronologia que erra por dois séculos para menos, em relação ao real. Porém, a cronologia correta pode ser facilmente calculada a partir de dados trazidos por Eusébio de Cesaréia e pela LXX. Fonte da figura 5: Study Blue.

    It’s important to highlight that the list of kings before said, doesn’t agree with the officious chronology of Egyptologists. Their chronology becomes impossible to know the actual date of the Exodus. The reason of the why is that Egyptology is blind and stupid like a door. It established a chronology that makes a mistake by two centuries below from the real. However, the correct chronology can be easily obtained from the data brought by Eusebius Caesarea and Septuagint. Source of the picture 5: Labe Shops.

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