A Estranha Onipresença de Israel nos Atentados de 11 de Setembro (1)

Quando se trata do regime sionista de Israel, é incrível como a vida pode ser muito mais estranha do que a ficção. Existem fatos muito intrigantes trazendo Israel aos eventos trágicos do World Trade Center, que não são mencionados ou estudados pela mídia ocidental controlada pelos sionistas. Eles insistem em testemunhar a estranha presença de Israel em cada evento importante que precedeu e acompanhou os atentados de 11 de Setembro.

Coincidências bizarras? Decerto, se há coisas que não existem na área criminal, como diriam os policiais, são as coincidências.

Oito anos antes do 11 de Setembro

O World Trade Center foi vítima de um atentado terrorista, em Fevereiro de 1993. Um caminhão-bomba explodiu na garagem da Torre Norte. A análise da explosão foi conduzida pela Tridata Corporation, uma subsidiária da System Planning Corporation (SPC). A SPC é especialista em tecnologia de navegação aviônica de alta precisão e de controle remoto de aeronaves, inclusive para manobras de aproximação e pouso. Esses dispositivos podem ser facilmente montados em Boeings, por exemplo, do tipo que atingiu as Torres Gêmeas. A SPC foi presidida por Dov Shlomo Zakheim, um rabino israelense.

A Tridata conduziu a sua investigação recebendo em mãos os dados sensíveis da Torre Norte do World Trade Center: a planta do prédio, as informações estruturais, etc. Ela publicou um relatório conclusivo pouco depois do atentado de 1993.

Zakheim também fez gestões junto à presidência de Reagan para que Israel recebesse uma centena de caças F-16 e ajuda financeira para cobrir o rombo orçamentário que os oficiais corruptos de Israel provocaram à própria militaria.

Dois anos antes do 11 de Setembro

Em 1999, a Huntleigh USA Corporation foi adquirida pela ICTS International. A ICTS é uma multinacional israelense especializada em segurança aeroportuária, e está sediada na Holanda. Ela, a ICTS, foi fundada por membros da Agência de Inteligência Interna de Israel (Shin Bet) e por agentes de segurança da companhia aérea israelense El Al.

A Huntleigh é gestora de segurança do Aeroporto Internacional de Boston e do Aeroporto Internacional Newark Liberty. Três dos quatro vôos utilizados no atentado partiram desses dois aeroportos.

A El Al, embora seja supostamente uma companhia aérea civil, foi usada pelo governo israelense como uma transportadora de urânio e de componentes químicos de gases neurotóxicos para armas de destruição em massa. Isso ficou terrivelmente comprovado no acidente do vôo cargueiro de número 1862 da empresa, ocorrido na Holanda em 1992. O governo holandês a princípio negou que havia qualquer carga militar no vôo, mas poucos anos depois do acidente, foi obrigado a admitir o fato perante as milhares de vítimas de doenças crônicas que tiveram contato com os destroços do avião.

No ano de 1999, o FBI, a CIA e a NSA manifestaram preocupações a respeito da corporações israelenses Comverse e Amdocs terem os registros telefônicos vazados para fins de espionagem por parte do governo de Israel. Elas são de longe as duas principais provedoras de serviços de telefonia nos EUA e possuem contratos sensíveis com o governo americano. Eventualmente, depois dos atentados terroristas de 2001, a Comverse, através de sua subsidiária Verint, foi contratada pela NSA para vigiar as comunicações de toda a América.

Um ano antes do 11 de Setembro

Em Janeiro de 2000, a imigração da India prendeu 11 muçulmanos no Aeroporto de Calcutá, que tinham planos para sequestrar um avião, segundo informações da inteligência indiana. Eles estavam para embarcar e foram impedidos a tempo.

Eles foram detidos porque estavam trajados como militantes afegãos. Inclusive estavam com barbas longas. A India estava traumatizada devido a um sequestro que acontecera recentemente ao incidente de Calcutá, e vendo que os detidos mostraram um comportamento altamente suspeito, a imigração não deixou-os embarcar.

Descobriu-se horas depois que os “islamitas” eram, na verdade, israelenses.

Os 11 israelenses fantasiados de afegãos, o mesmo traje dos seguidores de Bin Laden, foram então liberados para pegar o vôo para Bangladesh, o destino onde eles queriam chegar. Alegaram eles que queriam fazer um tour religioso num grande evento islâmico do movimento Tablighi Jamaat. Houve, porém, uma reviravolta e eles foram presos novamente, logo em seguida após a primeira liberação. O governo de Bangladesh revogou-lhes abruptamente o visto, sob a suspeita deles quererem matar um líder islâmico do movimento. Eles foram deportados para Israel.

Cinco meses antes do 11 de Setembro

Zakheim foi nomeado pelo presidente Bush para ocupar o cargo de Subsecretário de Defesa, em Março de 2001. Como tal, ele era responsável pela Controladoria do Pentágono, um órgão de prevenção à improbidade administrativa e fraude contábil. Durante a sua gestão, uma auditoria descobriu um rombo de quase 2,5 trilhões de dólares, do qual Zakheim foi incapaz de explicar. Além disso, descobriu-se que faltavam ao inventário do Pentágono dezenas de tanques, aeronaves e mísseis.

Os resultados da auditoria foram publicamente revelados por Donald Rumsfeld, no dia anterior aos ataques ao World Trade Center.

Uma outra coincidência estranha neste período é o fato do Pentágono e da Boeing iniciarem estudos conjuntos para a USAF substituir os antigos aviões-tanque 707 por modelos modificados do Boeing 767. O 767 foi justamente um dos dois modelos utilizados como mísseis nos atentados. O outro foi o Boeing 757. Ambos possuem uma configuração aviônica muito similar um do outro.

A coincidência é estranha porque se um terrorista quisesse instalar um aparelho de navegação de alta precisão num avião, com o intuito de ajudar o piloto a atingir um alvo, similar ao aparelho desenvolvido pela SPC, estando este criminoso supostamente infiltrado num alto escalão do Pentágono, ele poderia roubar os desenhos de aviônica da Boeing, das oferecidas ao projeto de aviões-tanque da USAF, para estudar como instalá-lo num 767 civil. A coisa mais trivial de um trabalho de espionagem, é o roubo de desenhos esquemáticos, relatórios e outros papéis de interesse. Na realidade, esse terrorista poderia até mesmo usar-se de um protótipo de 767 inadvertidamente fornecido pela Boeing à USAF para conduzir os seus testes clandestinos.

A bizarria de coincidências não termina aí. Em 11 de Setembro, o vôo 77 da American Airlines atingiu o Departamento de Defesa no Pentágono, onde estava localizado o Alto Staff das Forças Armadas. No mesmo local, coincidentemente, funcionava a Controladoria.

Dois meses antes do 11 de Setembro

Em Julho de 2001, o complexo do World Trade Center foi privatizado e pela primeira vez em sua história a propriedade mudou de dono. O presidente da organização sionista United Jewish Appeal (UJA), o bilionário Larry Silverstein, foi quem adquiriu a concessão por 99 anos. Ele fechou a transação com a Autoridade Portuária de Nova Iorque, cujo presidente era Lewis Einsenberg. Einsenberg era um antigo membro da UJA.

Além de ser ligado a Einsenberg, Silverstein também possui relações intrincadas com o governo de Israel. Ele é o amigo pessoal de Benjamin Netanyahu. Os contatos de Silverstein também incluem Ehud Barak e o ex-premiê Ariel Sharon.

Na aquisição do World Trade Center, o complexo foi assegurado pelo valor de face de 3,55 bilhões de dólares. Depois dos atentados, Silverstein requereu judicialmente das seguradoras o dobro do valor de face, por uma cláusula contratual muito conveniente, que permite a interpretação do ataque dos dois aviões ao complexo como sinistros completamente distintos um do outro. A decisão judicial deu-lhe 4,55 bilhões de dólares e ainda cabe recurso. Ele lucrou quase 30% somente com a indenização securitária. Com a construção do One World Trade Center no local da tragédia, Silverstein foi ainda agraciado com a isenção de impostos no valor de US$ 8 bilhões de dólares. Em outras palavras, o investimento de Silverstein não implicou nenhum risco e foi altamente lucrativo. Tamanho lucro jamais viria tão rápido, se não fossem os atentados.

Uma parte dos fundos da isenção está sob a gestão do prefeito nova-iorquino e judeu Michael Bloomberg, que foi o interlocutor político de Silverstein junto ao Congresso americano para a conquista do benefício. O projeto do One World Trade Center é de Daniel Libeskind, também judeu.

O primeiro ato de Silverstein no comando do World Trade Center foi colocar a empresa Securacom como gestora de segurança do complexo. A Securacom foi responsável pela segurança do Aeroporto Internacional de Dulles e da empresa aérea United Airlines, duas empresas que foram usadas nos atentados. Foi de Dulles onde uma das quatro aeronaves partiu para o ataque terrorista.

Um mês antes do 11 de Setembro

A inteligência alemã reportou um plano terrorista a ser executado contra os EUA em 10 ou 11 de Setembro de 2001. Os terroristas eram árabes, segundo os alemães, e eles estavam parcialmente baseados na Alemanha. Israel estava consciente do plano, mas desejava que ele ocorresse, conforme reportado. Os alemães recolheram as informações do ataque a partir da vigilância de grupos extremistas árabes e de comunicações interceptadas da Embaixada de Israel na Alemanha.

O embaixador alemão Wolfgang Ischinger pessoalmente notificou o presidente Bush da descoberta, no início de Agosto de 2001. Ele agradeceu, pontuou que já sabia (vagamente) do plano, e pediu sigilo. Poucos dias depois, a Rússia transmitiu à Embaixada Americana em Moscou um alerta semelhante. Também o fez a França e vários outros países, desde o Itália ao Paquistão. O governo americano nega que tenha recebido qualquer alerta relevante ou detalhado.

É importante salientar que a inteligência alemã verificou que esses grupos extremistas árabes estavam infiltrados por agentes do Mossad. Esse, aliás, é o modus operandi do Mossad em vários incidentes, como o incidente indiano no começo do ano de 2000. A conduta do Mossad era omissa em relação ao desenvolvimento do plano de ataque, segundo o relatório, quando não cúmplice.

Claro que, em se tratando de informações sensíveis à segurança nacional e às relações internacionais, a Alemanha jamais confirmou esses relatos.

Na realidade, a evidência é que o Mossad atuou como um agente de desinformação nesse cruzamento de informações sigilosas. Porque o próprio Mossad informou à CIA e ao FBI, no final de Agosto de 2001, que haviam 200 terroristas árabes atuando dentro dos EUA, prontos para a execução de um ataque em larga escala. De fato, verificou-se que haviam 200 subversivos na América. Mas todos eles eram judeus israelenses trabalhando para o Mossad. Nunca houve na história dos EUA, nem mesmo na Guerra Fria, uma rede tão grande de espiões atuando em seu próprio território. Observe que a rede espiã é de um suposto aliado da América, bajulado e aclamado por sionistas fanáticos entre os supostos cristãos!

Uma semana antes do 11 de Setembro: iniciam-se as especulações financeiras na bolsa

Uma única subsidiária americana do Deutsche Bank adquiriu nada menos do que 95% das cotas de investimento put option da United Airlines, na bolsa de Chicago, no final da primeira semana de Setembro de 2001. O put option é uma modalidade de investimento onde o investidor logra ganhos de usura, se o preço das ações da empresa investida caírem. É uma modalidade onde se aposta contra a empresa investida, no caso, a United. Obviamente, tal disparate financeiro só é possível no Capitalismo imoral, vil, iníquo, criminoso, imundo, injusto e perverso, sob o qual vivemos. Mas enfim… o investimento é juridicamente legal.

Na reabertura da bolsa de valores após os atentados, a United sofreu uma desvalorização acionária de 43%. Ou seja, a subsidiária do banco alemão e os investidores das cotas auferiram um lucro enorme. E isso não aconteceu somente contra a United. O mesmo padrão de investimento repentino, massivo e inusual de put option se repetiu a outras empresas de grande porte que também perderam passivos na tragédia

A subsidiária em questão é o banco Alex Brown. O interessante desse fato é que, convenientemente, o diretor executivo da CIA durante os atentados, um filho de judeus poloneses de nome Alvin Bernard Krongard, também foi o presidente da subsidiária. Krongard, nomeado para a diretoria da CIA em Março de 2001, tem contatos com o alto escalão do governo de Israel, com políticos como Shimon Peres, com quem se reuniu durante a sua gestão no banco. Entre os interesses do banco com Israel, estavam as relações financeiras com empresas de alta tecnologia, como a Scitex, que é ligada à militaria e a Orckit Communications, ligada às telecomunicações. A Orckit foi fundada por militares da inteligência israelense, obedecendo a um padrão recorrente e perturbador onde as empresas de Israel parecem ter uma dupla função, civil e militar, embora se apresentem como empreendimentos comerciais.

O fato é que o diretor executivo da CIA (que hoje é nominado vice-diretor adjunto) tem por competência definir as prioridades da agência, e reunir as informações importantes coletadas por ela. Em outras palavras, um diretor executivo, como um agente-duplo poderia descartar as informações que prejudiquem a sua missão clandestina e tirar a CIA de um foco legítimo, de modo a despitá-la em favor de outrem. Sendo, basicamente, a função do diretor executivo da CIA a mineração dos dados produzidos pela agência, não há nada melhor para auxiliá-lo do que ter a sua disposição os recursos computacionais necessários. Uma coisa que Krongard fez como diretor, foi trazer esses recursos à CIA. Desnecessário dizer que o fornecedor era uma joint-venture israelense.

A questão é muito mais crítica do que parece. Pois várias nações avisaram os EUA de um ataque iminente, até mesmo o Afeganistão, cuja liderança fora acusada de conluio com Bin Laden. Algumas foram genéricas. Outras foram muito específicas. E, entretanto, o governo americano nega até hoje ter recebido alguma informação útil ou clara a respeito. Quando o governo diz tal coisa, ele está dizendo que a CIA não recebeu qualquer informação aproveitável. E quando a CIA diz que não recebeu informação útil, ela está dizendo que a diretoria executiva não verificou nenhuma informação útil. Em outras palavras, houve uma falha específica na diretoria executiva, que acabou por cegar a agência inteira e a todos os destinatários dos sumários informativos que ela redigia. A CIA foi ostensivamente despistada. Sim, a CIA também foi uma vítima nessa tragédia. Por mais surpreendente que isso seja. Resta saber por meio de quem e, como visto, não é muito difícil supor quem foi.

Uma semana antes do 11 de Setembro: o sumiço de uma companhia marítima

A Zim Integrated Shipping Services, uma empresa israelense, tinha um escritório na Torre Norte do World Trade Center que ocupava o 16º e o 17º andar. O escritório mudou-se do complexo poucos dias antes do atentado, levando consigo 200 empregados, para Norfolk, na Virgínia Oriental. Aliás, Norfolk fica a três horas de carro, em Arlington, onde está sediada a SPC, também na Virgínia Oriental. O que perfaz mais uma coincidência no rol de bizarrias sionistas.

A Zim mudou-se a despeito do contrato de aluguel vedá-la, o que lhe causou uma multa de 50 mil dólares. Ela era uma corporação estatal à época dos atentados. Ou seja, uma companhia extremamente sensível para Israel.

No dia dos atentados, o porta-voz da Zim, Dan Nadler, comemorou a sorte.

Um outro fato bastante curioso envolvendo a Zim e o governo de Israel, é a história surpreendente de um navio da companhia levando armas para o Irã a partir do porto alemão de Hamburgo. Sob a bandeira do Panamá.

Se isso não faz sentido, não se preocupe. Se até a maioria dos supostos semitas judeus do mundo são, na realidade, descendentes mestiços de uma tribo mongólica do Império da Kazária, não é de se pasmar que em Israel nada seja o que parece. No entanto, como imputar às nações crimes que elas não cometeram é uma estratégia recorrente de Israel, esse caso da Zim poderia fornecer uma “prova” do quão determinado está o malvado Irã em se armar contra o pobre e inocente Israel. Se o caso não tivesse vindo a público.

Dois dias antes do 11 de Setembro

O então premiê de Israel, Ariel Sharon, cancelou uma visita a Washington para o dia 11 de Setembro de 2011. Isso foi salientado muito firmemente por Ahmad Kataro, o Grão-Mufti de Damasco dez dias após os atentados.

Duas horas antes do primeiro impacto nas Torres Gêmeas

Dois funcionários lotados na sede de Tel Aviv da israelense Odigo, uma provedora de serviços de mensagens do tipo ICQ, receberam avisos genéricos de um ataque terrorista. O fato é extremamente importante, porque a Odigo não pôde afirmar se a mensagem foi replicada em sua rede ou mesmo se ela foi a única do gênero. A Odigo tinha uma sede próxima ao World Trade Center.

Vinte e cinco minutos antes do primeiro impacto nas Torres Gêmeas

Talvez a mais dramática prova de que os atentados terroristas de 11 de Setembro são obra de um Estado hostil é a data e a hora em que a tragédia ocorreu. Porque os alvos foram atacados justamente do dia 11 de Setembro de 2001 e não antes ou depois? Porque na parte da manhã e não à tarde, quando ele estava mais cheio, ou à noite?

A resposta é tão simples quanto surpreendente. Porque os “sequestradores” das aeronaves de alguma forma sabiam que o NORAD, o órgão militar norte-americano responsável pela defesa aérea, estaria distraído, conduzindo um exercício militar amplo, justamente naquela data e horário. Se um Estado deseja derrotar um outro à traição, a mais conhecida técnica para fazê-lo, tão antiga quanto o ataque do Cavalo de Tróia, é pegar o inimigo quando ele está distraído com alguma coisa.

A tragédia americana começou vinte e cinco minutos antes do primeiro impacto nas Torres Gêmeas, quando, embora notificado pela agência de aviação civil dos EUA (FAA), o NORAD se mostrou totalmente incapaz de interceptar as aeronaves “sequestradas”.

Em todo caso, de 4.000 vítimas israelenses em potencial aguardadas para os atentados, apenas um único israelense morreu. Isso mesmo, um. Apenas UM morreu. Milagre? Se fosse só isso, talvez. Mas some-se o “milagre” da Zim, da Odigo, da Alex Brown, de Sharon, de Silverstein, etc. Quando a fé é demais…

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