Um Fantástico Conto de Fadas da Física (1)

Atualizado dia 23/02/13

Verificamos, na série de artigos sobre o conflito israelo-palestino, que o sofrimento palestino é apenas uma faceta do sofrimento que uma elite sectária impõe a todas as nações dos gentios. Uma outra faceta é a subversão moral. A subversão ocorre em várias áreas do conhecimento humano, em especial nas artes. Na física, a subversão moral ocorreu em termos de tornar a ciência dogmática e excessivamente abstrata, refletindo a própria mentalidade cultural dessa elite. A subversão da física foi liderada por Albert Einstein.

Um santo trapaceiro

Entretanto é necessário salientar alguns fatos. De forma alguma o papel deletério de Einstein nas ciências européias pode ser creditado a ele sozinho. Einstein sequer possuía capacidade intelectual para liderar tal empreitada, ao contrário do que querem os cultistas da Relatividade fazer-nos acreditar. Albert Einstein se aproveitou de sua esposa cientista, de seu trabalho num escritório suíço de patentes e da ingenuidade de colegas acadêmicos para plagiar. Ademais, ele contou com a profunda conivência de cientistas maliciosos como Arthur Eddington que queriam glorificá-lo para ganhos pessoais. Como qualquer plagiador de escola, que não compreende muito bem o trabalho escolar que copia, os seus artigos são eivados de lacunas e possui até mesmo algumas inconsistências lógicas óbvias[1].

O papel de Einstein na subversão foi o de permitir-se ser um objeto de culto e de propaganda nas mãos dessa elite. Ela almejava, acima de tudo, livrar-se de uma pecha ofensiva que os seus inimigos a imputavam. Eles diziam que ela era naturalmente incapaz de construir algo por méritos próprios. Eles afirmavam que ela nunca foi capaz de construir uma civilização, uma arte e uma literatura propriamente suas, e outras coisas que muitos povos construíram para a posteridade, embora ela arrogasse ser o grupo de pessoas mais inteligente do mundo. Einstein serviu para mudar essa impressão negativa e dar à essa elite um pouco mais de auto-estima.

Os cultistas contam-nos uma estorinha fantástica de um desconhecido e obscuro burocrata de patentes, que apenas com as suas elucubrações mentais, sem jamais pôr os pés num laboratório, conseguiu, sozinho, refutar a física newtoniana e dezenas de outros cientistas que detectaram e estudaram o éter luminífero. É um feito impressionante, sem dúvida. Até demais. Mas a realidade é outra, muito mais simples e credível: ele plagiou os seus termos matemáticos e as idéias de Henri Poincaré, Hendrik Lorentz, David Hilbert e outros. Como tal, ele não mencionava as suas fontes de estudo. Sendo Einstein fluente em italiano é compreensível o porquê da famosa fórmula E = mc² não lhe pertencer. Ela foi antes elaborada por um físico italiano, Olinto de Pretto, embora Einstein tenha, convenientemente, atribuído-a a si mesmo.

De fato a falta de originalidade de Einstein foi o motivo de ele não ganhar o prêmio Nobel pela “sua” teoria da relatividade.

O nascimento da moderna Teoria da Relatividade

Se Einstein era um plagiador de terceiros, a culpa pelo estado atual da física deve recair solidariamente aos mesmos, especialmente a Lorentz e a Poincaré, ambos os verdadeiros autores da Teoria da Relatividade.

A Teoria da Relatividade foi uma resposta a uma crise na ciência. Os cientistas do século XIX acreditavam que o Universo é preenchido por um fluido muito mais sutil que a matéria comum. Esse fluido foi chamado de éter e servia para racionalizar como a luz se movia. Porque o som é uma onda que se espalha à medida que vibra as moléculas de ar, os cientistas supunham que a luz é a “vibração” das partículas sutis e desconhecidas do éter. Os cientistas também acreditavam que o éter universal está em repouso, enquanto que a Terra move-se nele ao redor do Sol, como um submarino a navegar num mar sem correntezas ao redor de uma ilha.

Porque o éter é mais sutil que a matéria comum, nós não podemos sentir o seu vento bater em nosso rosto à medida que a Terra move-se nele — segundo alegavam os antigos físicos. Contudo, se o éter é o meio pelo qual a luz de move, então um experimento com a luz poderia revelar algo das propriedades do éter. Dessa forma, com o intuito de estudar o éter, os cientistas Albert Michelson e Edward Morley resolveram observar como a luz se comporta num experimento com interferômetros luminíferos.

Embora o experimento que Michelson e Morley construíram fosse complexo e engenhoso, o objetivo dele era simples. Eles queriam demonstrar a presença do éter, quantificando o arrasto que a Terra sofre ao mover-se nele. Esse arrasto seria observado indiretamente pela impressão de franjas de luz numa placa do interferômetro. Se o éter impõe resistência ao movimento da Terra, a luz emitida pelo interferômetro imprimiria um padrão de franjas deslocado em relação a um outro padrão que se sabe ser de repouso. Isso seria mais ou menos como se alguém, querendo demonstrar a existência do ar, soltasse um pedaço de papel encharcado de café a partir de um carro em movimento. Enquanto o papel sujo está na mão desse alguém, a velocidade do papel é a mesma do veículo. Mas, depois de solto, a velocidade horizontal do papel decrescerá progressivamente à medida que cai, devido à resistência do ar. No final, o papel baterá no chão, deixando uma marca de café. Se o ar existe, a marca de café exibir-se-á deslocada para trás em relação à posição de colisão calculada para um arrasto inexistente. Da mesma forma, se o éter existe e a Terra se move nele, o padrão de franjas exibir-se-á deslocado de um outro padrão sem arrasto (neste caso, em repouso).

Posto de uma forma mais simples, a experiência teria os seguintes resultados esperados: se a luz se move na mesma direção e sentido da Terra, a sua velocidade (ct) é a velocidade da luz no éter (c) acrescida da velocidade orbital da Terra (v), ou seja, ct = c + v. Se a luz move-se na mesma direção da Terra, mas em sentido contrário, a sua velocidade é c’t = c – v. Se a luz move-se na direção perpendicular à Terra, o arrasto insignificante pode ser desprezado, de modo que a sua velocidade é c”t = c, cujo resultado pode ser usado como referência de repouso.

Ser óbvio é ser herege para a ciência

Para o desconcerto da comunidade científica mundial, o interferômetro mostrou uma ausência completa de deslocamento nas franjas de luz, não importasse em que direção ou sentido o feixe estivesse. Ou dito de outra maneira: ct = c + v = c – v = c. O experimento falhou em suas predições, porque o resultado aparentava atestar a inexistência do éter.

Agora, sejamos francos, inteligentes e sem preconceitos. James Maxwell, Dayton Miller, Nikola Tesla, Georges Sagnac e outros cientistas, demonstraram a existência do éter e construíram uma excelente ciência. Hoje o éter é obliquamente admitido como existente sob outras alcunhas: energia escura, campo de Higgs, etc. Os cientistas de hoje dão um outro nome ao éter porque Einstein ensinou-lhes a plagiar as idéias dos outros e a acobertar o plágio pelo uso de termos diferentes. Sabe-se até mesmo que o éter sideral tem uma impedância de 377 ohms, baseado nas equações de James Maxwell de sua visão unificada do eletromagnetismo. Como o “vazio” do espaço poderia ser valorado em termos tão precisos e finitos de resistência elétrica, a ponto de determinar como a engenharia de telecomunicações deve construir algumas de suas antenas? Se o éter existe, obviamente, a partir do experimento Michelson-Morley, só resta concluir que v = 0. A velocidade orbital da Terra é conclusivamente nula. Sim, a Terra está imóvel no Universo! Sim, a Igreja sempre teve razão! Sim, Galileu, Kepler e Copérnico estavam desgraçadamente errados! Sim, a comunidade científica mundial deve desculpas a Ptolomeu, aos muçulmanos e, em especial, à Igreja por séculos de zombaria! Entretanto, é mais fácil que os cientistas se banhem em gasolina e ascendam fogo sobre si mesmos do que eles pedirem desculpas à Igreja e aos demais.

UM COMENTÁRIO IMAGINÁRIO DE UM CÉTICO OBSTINADO: Essas trilhas quase perfeitamente circulares de estrelas, obviamente, tratam-se de uma equivocada ilusão de ótica (da câmera?) e não provam o geocentrismo. Elas devem ser interpretadas apenas pelos iniciados (e hipnotizados) acadêmicos, que verão nelas uma belíssima prova auto-evidente e irrefutável (e irretratável também) de como a Terra se move a milhões de quilômetros horários no universo (como um peão ao redor do Sol e como uma gangorra na Via-Láctea, apesar da perfeição das órbitas estelares). Todos esses (improváveis) movimentos (meramente teóricos) explicam as trilhas (e senão explicam, devemos escapar delas como uma avestruz). O público leigo não possui o treinamento (ou o devido tratamento em lavagem cerebral) e nem a perspicácia (dos cínicos), para saber corretamente o que elas significam. Ademais, as trilhas devem possuir poucos quadros, o que explicaria porque ela é tão regular (apesar da Estrela Polar claramente servir como uma referência confiável de prova). Basta a injustiça (qual?) feita a Galileo Galilei. Devemos deixar essas questões já superadas no passado (e vivermos como um bando de bovinos acríticos com uma fábula contada por certos fanáticos auto-intitulados cientistas que querem apenas o próprio bem material e a adulação dos leigos “inferiores”).


Trilhas de estrelas pela visão da ESI (Estação Espacial Internacional)

O experimento Michelson-Morley abriu uma crise na ciência, porque durante os anos seguintes, os cientistas do mundo todo se viram na contingência de ter que renunciar ao heliocentrismo ou ao eletromagnetismo baseado em éter. O eletromagnetismo tinha causado uma profunda e benéfica revolução na física e na engenharia, sendo Tesla o maior cientista do éter elétrico da época. E para colocar as coisas nas suas devidas proporções: não foi Einstein quem possibilitou à humanidade todos os dons tecnológicos movidos à eletricidade alternada. Foi Tesla. Não foi Einstein quem propôs e testou tecnologias que mesmo hoje não foram implementadas em larga escala, como a distribuição sem fio de energia elétrica e os carros elétricos e os trens magnéticos. Foi Tesla, cristão e ortodoxo, o criador tecnológico do século XX e o maior cientista de todos os tempos, maior até mesmo que o protestante Isaac Newton. O suposto mérito de Albert Einstein não é nada mais do que uma propaganda mitológica de uma elite ensandecida.

Por isso, os cientistas chocados com o experimento não podiam e não queriam se livrar do eletromagnetismo baseado em éter. Com tantos benefícios, tal renúncia era e é inviável. Mas eles também não queriam se livrar do heliocentrismo. Como materialistas obstinados, os cientistas, em geral, preferem Galileo e Copérnico a Cristo.

Notas

  1. Para entendermos o porquê da Teoria da Relatividade de Einstein ser um beco sem saída, devemos recorrer a uma alegoria.

    Imagine uma estação de trem. Dentro dela, há um lindo relógio de pêndulo, o qual chamaremos de R. Imagine também que um trem já se encontra na estação e está pronto para partir. Ele está equipado com o mesmo relógio visto na estação em um dos seus vagões. Chamaremos de R’ o relógio do trem.

    A teoria da relatividade de Einstein ensina que o tempo de um veículo em movimento é dilatado, ou seja, ele passa mais devagar. E o veículo sofre uma contração de comprimento, de forma que ele fica mais curto em alguns de seus lados (perfil ou frontal). Na nossa alegoria, o veículo que estará em movimento tão logo parta da estação, é o trem.

    Para constatarmos a veracidade da relatividade de Einstein através do experimento proposto na alegoria, devemos verificar o tempo medido em R’ após o término da viagem do trem e confrontá-lo com o tempo medido em R. A relatividade postula que R’ estará mais atrasado que R devido à dilatação do tempo sofrida pelo trem. No entanto, há uma dificuldade óbvia nesse experimento: os relógios R e R’ não são conceitos matemáticos. Eles são objetos reais de instrumentação, feitos de peças de materiais diversos, assim como o trem. De modo que R’ está sujeito às mesmas condições relativísticas que o trem. Quando o trem partir da estação e acelerar, R’ sofrerá uma contração tal que o pêndulo percorrerá um perímetro de arco menor. Uma vez que a relatividade estatui que a velocidade angular do pêndulo não mudará, a frequência de oscilação do relógio será maior. De modo que R’, oscilando mais rápido, mostrará um tempo adiantado em relação a R quando a viagem terminar. Ou seja, empiricamente, R’ deve mostrar um resultado inverso ao tempo dilatado teórico (ou tempo natural) da relatividade. Ele indicará uma contração temporal e não uma dilatação. Se a contração é aparente ou não, não é pertinente. O físico experimental só pode se manifestar sobre o que pode medir. Tal como um juiz: se a prova atesta a inocência do réu, como o próprio magistrado reconhece, como ele pode decidir pela culpabilidade do réu alegando um mecanismo perfeitamente oculto e incognoscível?

    Se R’ estará mais adiantado que R ao fim do experimento, como saberemos seguramente se a teoria foi confirmada ou não? Como saberemos se Einstein não definiu a “sua” teoria ao avesso? Deveremos nós acreditar em Einstein ou nos nossos olhos? Ainda que seja possível inventar um relógio sensível à dilatação do tempo, de modo que o tempo marcado por ele seja mais coerente com o tempo natural e não o seu inverso, um físico experimental que queira fazer um novo experimento usando esse relógio, se depararia com a situação aberrante de dois relógios que, submetidos aos mesmos efeitos relativistas, apresentam dois resultados completamente excludentes: uma contração e uma dilatação temporal.

    Uma teoria científica que permite dois resultados exatamente opostos não é uma teoria logicamente consistente. Uma teoria que seja digna do nome, deve ser formulada de tal maneira a dar condições experimentais para um resultado empírico coerente. Caso contrário, então ela terá o potencial de confirmar qualquer coisa que se queira que ela confirme.

    Einstein, diante da confusão conceitual e experimental de relógio, revisou a “sua” teoria várias vezes. A partir da segunda versão da teoria, ele propôs o uso de relógios atômicos para calcular a dilatação temporal conforme o inverso do tempo natural. Os relógios atômicos seguem um padrão de mudança de horário descrito para R’, parcialmente conforme o “previsto” pelas revisões. No entanto, vejam que curioso! Verificou-se no experimento de Hafele–Keating que um relógio atômico viajando rapidamente num avião, sofre uma mudança de horário que não é o mesmo se o avião está viajando do Hemisfério Leste ao Oeste ou do Oeste para o Leste. É como se as partículas atômicas vibrassem mais dificilmente num sentido da viagem e mais facilmente no outro. Porque? Simples: porque o Universo gira em torno da Terra num sentido, arrastando e opondo resistência a tudo com ele. Tal como um banhista ao sentir a brisa de um lado do rosto e quase nada do outro. O mundo atômico é mais sensível ao éter. Ademais, verificou-se que a mudança de horário varia conforme a altitude. Nada disso faz sentido na Relatividade. Exceto para um cientista geocentrista, que conhece a verdade da rotação do Universo e a variação da densidade da atmosfera terrestre e das condições meteorológicas em função da altitude. Um cientista geocentrista sabe que essas coisas tem implicações para a organização das estruturas etéreas no ar.

    De qualquer forma, mesmo apontando o experimento como “prova” da Relatividade, a falta de mensuração empírica do tempo natural e as suas consequências permanecem. Um físico experimental não pode dizer se o fenômeno relativista incluiu somente uma dilatação ou uma contração temporal, uma só das duas distorções temporais e a contrapartida da distorção espacial, ou somente uma contração espacial. Desde que Einstein revisou a “sua” teoria para incluir uma inconsistência lógica, o físico pode interpretar o resultado de várias formas, embora ele tenha em mãos uma só teoria. Ademais, as frequentes revisões que Einstein fez, denotando a sua falta de rigor matemático, obscureceram o preciso significado dos termos matemáticos propostos por ele.

    A teoria é realmente dúbia e escorregadia, tal como se alguém maliciosamente apostasse em termos de “cara eu ganho, coroa você perde”. Se R’ se adiantar em relação a R, então a teoria está certa porque os componentes físicos do relógio sofreram o conjunto de efeitos relativistas. Se R’ se atrasar, a teoria está certa porque o relógio mediu com precisão o tempo dilatado teórico. É evidente que ela toda é uma trapaça!

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